Mostrando postagens com marcador leis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leis. Mostrar todas as postagens

30 setembro, 2011

O CUMPRIMENTO DAS LEIS


Não vim destruir a lei. Jesus (Mt, 5:17)



Nos tempos atuais do mundo, a cada dia surgem numerosas leis que pretendem normatizar as relações sociais dos indivíduos, as relações empresariais ou as relações internacionais. Outras leis tombam, ao mesmo tempo, revogadas por não mais atender às necessidades das áreas para as quais foram criadas.

Leis que foram feitas para manter privilégios de famílias reais ou imperiais tiveram que tombar perante o insurgimento dos povos, face à ilegitimidade ou mesmo à imoralidade daqueles estatutos.

Leis que estabeleciam a cidadania, consignando direitos e deveres de todos e de cada um foram bem-vindas, dando melhor configuração às relações da sociedade.

Leis que conferiam poderes discricionários para determinadas categorias de homens contra outros homens tiveram que cair diante dos movimentos sociais que, desejosos de eliminar privilégios e abusos oligárquicos ou grupais, expuseram as próprias vidas em favor de uma vida melhor para o futuro.

Leis que aboliram sistemas escravistas, alevantando a pessoa para os degraus da dignificação onde devia estar, foram bem-vindas nas sociedades em que foram firmadas, anunciando tempos novos nas interações humanas.

Leis que propugnavam pela perseguição dos opositores dos mandatários, enquanto ofereciam premiações a bajuladores e fâmulos covardes, quanto oportunistas, foram derrotadas e substituídas tão logo se foi desenvolvendo o amadurecimento dos legisladores dotados de mais nítida visão dos fundamentos da vida social.

Leis que favoreciam qualquer cidadão a concorrer a cargos públicos, por concursos ou sufrágio popular, foram bem-vindas por significar o exercício da justiça que estabelece a igualdade de direito entre pessoas de uma sociedade.

É francamente perceptível que a verdadeira justiça ainda não é a virtude mais apreciada em todas as sociedades do mundo.

Reconhecem-se, em incontáveis países, a força do arbítrio de consciências dominadoras, governando pela força das armas ou pelo intelecto mal conduzido, ou, ainda, pela troca de favorecimentos imorais ao arrepio de quaisquer venerandas leis existentes.

Encontram-se povos que ainda suportam a fome de alimentos, num mundo onde triunfa o desperdício e o mau uso dos bens públicos, a despeito de qualquer legislação, por mais lúcida que seja.

Ainda se vê, nos dias da atualidade, o domínio de povos sobre povos por causa de criminosos interesses no seu subsolo, nas suas riquezas culturais ou em suas posições estratégicas para fins beligerantes ou comerciais.

Tudo isso, porém, terá que passar um dia conforme os ensinamentos de Jesus.

Todas as leis de exceção desaparecerão da Terra logo que tenham desaparecido os motivos que levaram indivíduos ou sociedades a se inscrever em difíceis processos de expiação.

Como a cada um será concedido conforme suas obras, o Cristo não veio para quebrar a ordem vigorante no Universo, e a lei de causa e efeito faz parte dessa ordem, respondendo pela Justiça Divina.

No entanto, para poupar os justos dos efeitos drásticos do desequilíbrio humano, os tempos serão abreviados, em atendimentos aos preceitos da Misericórdia do Alto, diminuindo as agruras, as asperidades desses dias difíceis.

As leis de Deus, que Jesus não veio descumprir, são de perfeita justiça mas, igualmente, de perfeito amor. Nelas nenhum privilégio, nenhuma concessão indevida.

Jesus Cristo é Aquele que não veio destruir as leis divinas. Veio, em verdade, dar-lhes execução, desarticulando as leis humanas que, em oposição aos preceitos do Criador, ainda semeiam sombras, ainda impõem brutalidade e apóiam a indignidade com que são tratadas tantas comunidades indefesas.



(De Quem é o Cristo?, de J. Raul Teixeira, pelo Espírito Francisco de Paula Vitor Ed. Fráter.





17 junho, 2011

AS LEIS ESPIRITUAIS E O KARMA



Todos os seres humanos, passam, ao longo da vida, por provas, dificuldades, bloqueios e dúvidas. Às vezes, ao olharmos para algumas pessoas ricas, bem-sucedidas e felizes, temos a impressão de que os problemas que nos afligem jamais as atingirão.



É claro que para algumas pessoas os testes cármicos podem apresentar-se de forma menos intensa que para outras. Isto tem como causa o caminho individual de cada espírito em seu processo evolutivo.



Mas, uma vez encarnados na matéria, todos terão, inevitavelmente, que defrontar-se com a realidade inexorável da condição humana: a vida no plano físico tem um tempo determinado de duração e não existe ninguém que passe por ela sem vivenciar, em algum momento, experiências de perda ou doenças no corpo físico.



Para a maioria das pessoas a reencarnação significa simplesmente a manifestação periódica de seres imortais, almas ou espíritos, no mundo físico. Mas, de acordo com o grande vidente americano Edgar Cayce, as entidades espirituais encarnam periodicamente para aprenderem as fundamentais lições espirituais: amor, paciência, moderação, equilíbrio, fé e devoção.



Na opinião de Cayce é útil para o desenvolvimento espiritual possuir o conhecimento sobre as leis básicas universais, tais como reencarnação, karma, graça, o semelhante gera o semelhante, e o espírito é o construtor.



A lei da graça é a mais importante, de acordo com as interpretações psíquicas de Edgar Cayce. Assim como a mecânica newtoniana comparada com a física quântica, a lei do carma parece operar num nível bastante rudimentar, comparada com a lei da graça que, segundo o vidente, suplanta a do karma quando uma pessoa se abre à consciência de Cristo.



Essa consciência psicológica de Cristo é a consciência da Unidade com Deus, dentro de cada um de nós, que não tem reação porque não ocorre no nível em que a lei da polaridade, ou dos opostos, atua. Essa consciência básica está incutida como um padrão em nossa mente e disponível para ser despertada pela vontade a qualquer momento.



Por isso, se aceitarmos a lei da graça de Cayce, concluímos que a lei do karma não é a força última subjacente às nossas vidas. Entretanto, pode ser útil compreender o carma e como ele funciona.



Edgar Cayce declarou que cada vida é a soma total de todos os egos previamente encarnados e que tudo o que foi previamente construído, bom ou mau, se contém nesta oportunidade, isto é, a encarnação presente.



Através das milhares de interpretações psíquicas que realizou, Cayce sempre salientou que quando uma pessoa experimenta um determinado tipo de problema ou uma fase angustiada da vida, está simplesmente a encontrar-se consigo próprio, ou em outras palavras, que o indivíduo se confronta precisamente com a experiência que criou no passado.



Na tradição budista, o objetivo das técnicas de libertação e das práticas espirituais chama-se nirvana. O significado literal do termo nirvana é onde o vento do carma não sopra. Em outras palavras, o único meio de atingir progresso espiritual é despertar para um nível de consciência que esteja além do domínio do carma e dos planos da ilusão.



Só a nossa atitude determinará se, ao enfrentarmos experiências difíceis, sofreremos (e amaldiçoaremos a nossa sorte) ou se nos aperfeiçoaremos, aprendendo as lições que a vida pretende nos ensinar.



Elisabeth Cavalcante

13 abril, 2011

OS DOZE MANDAMENTOS DO POVO CIGANO


1- Amar a Deus acima de tudo e respeitar a todos os Santos.

2- Respeitar a SEMANA SANTA.

3- Respeitar todas as religiões e credos que elevem o nome de Deus.

4- Ajudar-se mutuamente.

5- Amar e não desmerecer as crianças.

6- Respeitar os idosos e não desprezar sua sabedoria.

7- Não mostrar o corpo.

8- Não se prostituir.

9- Manter a fidelidade entre os casais.

10- Não se envergonhar de sua origem.

11- Não deixar de praticar o dom da adivinhação.

12- Não trair seu povo.

12 abril, 2011

As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra




A primeira lei trata da potencialidade pura, que acontece quando descobrimos a nossa essência e reconhecemos as nossas infinitas possibilidades e o poder delas decorrente. Este poder magnetiza, atrai, cria vínculos. Esta lei depende do autoconhecimento, que hoje é tão valorizado no mundo corporativo, na medida em que nele se baseia o desenvolvimento pessoal, ou seja, o desenvolvimento de outras competências. Meditação, silêncio, atitudes contemplativas são algumas das formas de trilhar esse caminho.

A gestão de pessoas tem focado bastante sua atenção para estes aspectos, por meio de ações de desenvolvimento pessoal e, em especial, das lideranças, como importante fator de reconhecimento destas possibilidades.

A segunda é a lei da doação. O universo opera através de trocas de energia.  O fluxo da vida nada mais é do que a interação harmoniosa de todos os elementos e de todas as forças que estruturam a existência. Tanto nos relacionamentos interpessoais, como na gestão do conhecimento, cada vez mais a troca é valorizada, pois a única forma de perpetuar, enriquecer, encontrar soluções é compartilhar, colaborar, doar aquilo que temos de melhor.

A terceira, a lei do carma, expressa no dito popular você colhe aquilo que você semeia. A melhor maneira de entender e utilizar a lei do carma é estar conscientemente alerta para as escolhas que fazemos a todo o momento. Na verdade, é assumir a autoria da própria história, e isto impacta no como as pessoas se posicionam frente às constantes adversidades que a vida, dentro e fora das corporações, nos apresenta. Pessoas que não percebem e nem assumem suas escolhas passam a vida se fazendo de vítima, como se, não tivessem escolhas!

A quarta a lei do mínimo esforço. Precisamos aprender e agir como a natureza: ela funciona sem esforço, sem ansiedade. A natureza simplesmente acontece. Nós gastamos muita energia desnecessária porque contrariamos a nossa própria natureza, a começar quando fazemos algo de que não gostamos, ou um trabalho que não tenha significado para a realização de nossa missão pessoal.

A quinta lei da intenção e do desejo fundamenta-se no fato de que a energia e a informação existem em toda parte da natureza. De acordo com esta visão quântica do universo, a mudança consciente acontece através de duas qualidades inerentes à consciência: a atenção e a intenção. A atenção energiza e a intenção transforma. Quando você concentra sua atenção em alguma coisa, ela fica mais forte em sua vida. A intenção é o poder que move o desejo e organiza a sua realização.

Há muito tempo, organizações têm focado sua atenção nos aspectos motivacionais dos indivíduos, pautados pela ciência. Essa lei trata desta questão sob uma nova ótica. Muitas ferramentas usadas nos processos de coaching são baseadas nessa lei. Quando sugerimos que as pessoas desenvolvam  suas metas, um plano de ação para atingir os seus objetivos, estamos usando a lei da intenção e do desejo.

A sexta lei espiritual do sucesso é a lei do distanciamento, segundo a qual, para se conseguir qualquer coisa na natureza é preciso desapegar-se dos resultados. Esta é a lei mais complicada de entender e de praticar, pois desapegar-se não significa abandonar a intenção e o desejo. Significa evitar a rigidez mental sobre como as coisas devem ser. Não forçar soluções de problemas, criando novos problemas. É ter a disponibilidade para aceitar a incerteza inerente à existência humana. Isto permite que enxerguemos possibilidades diferentes, de quando nos apegamos a determinado padrão de resposta, solução, expectativa.

A sétima, a lei do darma (palavra sânscrita que significa o propósito da vida): Todos temos um dom singular ou um talento único para dar aos outros. O mundo corporativo sabe disto e seu grande diferencial competitivo está na capacidade de identificar, atrair, reter e desenvolver esses talentos, nesta era do capital humano. Felizmente, esta visão que antes se restringia àquilo que o ser humano pode colocar a serviço dos interesses e resultados organizacionais. Hoje, já não se trata do talento só intelectual, mas ele é entendido numa perspectiva mais holística, em que aspectos emocionais e espirituais são valorizados, pois impactam na realização pessoal, e isto, afeta os resultados, na maioria dos casos, medidos pelo lucro.

Esta lei está relacionada ao significado do trabalho, porque se o trabalho não estiver alinhado com o propósito maior da existência, ele não será uma fonte de realização pessoal. Na medida em que, na maior parte de nossa existência, trabalhamos, esta é uma questão decisiva na concepção do que seja sucesso.

Neste ponto, o principal aspecto é a pessoa perceber que este talento só faz sentido se estiver a serviço da humanidade. Quando você combina a capacidade de expressar seu talento único com os benefícios da humanidade, está fazendo pleno uso da lei do Darma.

Pela influencia de nossa cultura ocidental, buscamos sempre no caminho das ciências, as respostas e soluções para as importantes questões do mundo moderno, inclusive para os negócios. Com a aproximação da cultura oriental, da filosofia, dos estudos focados na espiritualidade, começamos a perceber que esta fantástica teia do conhecimento, sob um olhar multidisciplinar e multidimensional, contribui para que os indivíduos alcancem o autodomínio e entendam que são seres espirituais passando por experiências humanas e não ao contrário, seres humanos vivendo experiências espirituais.



Abraço na Luz

Hernâni

21 janeiro, 2011

AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE



A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa”.





Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.





A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”.





Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro …”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.





A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.





Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.





E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina”.





Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado!









“Saber não é tudo. É necessário fazer. E para bem fazer, homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindíveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação,

que é a companheira dileta do amor”.



Emmanuel /Chico Xavier

Postado por Suzana às 22:13 0 comentários:






19 novembro, 2010

AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE


Na Índia, são ensinadas as "quatro leis da espiritualidade":

A primeira diz: "A pessoa que vem é a pessoa certa".

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: "Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido".

Nada, nada absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa..." ou "aconteceu que um outro ...". Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas

A terceira diz: "Toda vez que você iniciar é o momento certo".

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: "Quando algo termina, ele termina".

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.