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08 novembro, 2011

ATIVAÇÃO DE NOSSA MEMÓRIA ANCESTRAL LEMURIANA

O fim da civilização lemuriana ocorreu pouco a pouco, antes da civilização atlante. Mas apesar de que aquela civilização haja desaparecido há dezenas de milhares de anos, a consciência lemuriana está sempre presente. Ela foi conservada viva na Terra. Todos os povos pertencentes às nações ameríndias são portadores dessa informação; ela está codificada em seus genes, mas permanece selada, presa neles, no interior de sua memória celular, cuja freqüência é idêntica àquela do Mestre-Cristal dos arquivos subterrâneos.



Próximo do fim da civilização lemuriana, seres físicos habitavam aquilo que hoje se tornou a região de Four Corners, ao sul dos Estados Unidos, que era, então, um arquipélago e que se pode considerar como o centro geográfico da antiga Lemúria. Eles tinham consciência de que uma gigantesca perturbação tectônica estava prestes a acontecer e que o equilíbrio das massas continentais seria profundamente afetado por ela. Eles tomaram a decisão de guardar seu Conhecimento num local onde pudesse ser ele preservado para uso por futuras gerações.



Cerca de trezentos anos antes do cataclismo que pos fim à sua civilização, os lemurianos começaram a armazenar os registros de informações que estavam em sua posse em cristais em forma de crânios que espalharam em todo o planeta. Esses crânios de cristal, que têm a propriedade de gravar a informação, foram religados a um Cristal-mestre concebido como um tipo de matriz que os permite ativar sua memória. Alguns desses cristais foram reencontrados por ocasião de pesquisas arqueológicas, mas a matriz, da qual depende a ativação do conjunto, permanece enterrada nas profundidades da Terra.

Vistas frontal e de perfil do crânio de cristal descoberto em 1924 por Anna e Frederic Mitchell-Hedges



Em 1924, Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, então aos 17 anos de idade, encontrou-se na Honduras Britânica (rebatizada como Belize, após a descolonização) com seu pai, que era antropólogo de renome. Juntos, eles descobriram uma estranha escultura em cristal de rocha, em forma de crânio feminino nas ruínas de uma antiga cidade maia, no sítio de Lubaantùn. Certas propriedades desse crânio, confirmadas mais tarde por peritos em cristalografia da companhia Hewlet-Packard, são verdadeiramente surpreendentes:

- Constitui-se de um quartzo natural extremamente puro e raro: do dióxido de silício piezo-elétrico anisotrópico.



- As duas partes que o compõem provêm do mesmo bloco de quartzo.



- Ele não apresenta traço algum de usinagem nem de instrumento algum, mesmo no âmbito microscópico. É, portanto, impossível datá-lo, já que o cristal não envelhece.



- Quando iluminado por baixo, a luz flui através de suas órbitas.

- Quando iluminado por trás pelos raios do Sol, um feixe luminoso intenso, suscetível de incendiar a vegetação, flui das órbitas, do nariz e da boca.



- Sua fabricação manual, se houvesse sido possível, necessitaria de pelo menos 300 anos de trabalho contínuo. Com a tecnologia moderna, usando diamante, seria necessário mais de um ano para realizar tal trabalho, sem, entretanto, haver certeza de se obter resultado idêntico. Frederico e Anna Mitchell-Hedges se apaixonaram por tal objeto e passaram a estudá-lo por longos meses. Eles souberam ainda que existe uma tradição oculta herdada de diferentes tribos ameríndias, segundo a qual 12 crânios com propriedades similares a esse descoberto em Belize encontram-se disseminados em diferentes lugares no nosso planeta. Alguns afirmam também que “quando for descoberto o décimo-terceiro crânio de cristal, o Cristal-Mestre, ocorrerá o advento de uma Nova Era para a Humanidade.”

Desde a descoberta dos Mitchell-Hedges, pelo menos oito crânios “femininos” de cristal dispersos pelo mundo foram já oficialmente identificados e listados (o que permite supor ser possível sua existência verdadeira em doze unidades, ou mesmo treze como diz a lenda). Cinco desses crânios já foram estudados (dentre eles o célebre “Max” obtido por Jo Ann Parks).



Antes que o cataclismo viesse, um grande número de Lemurianos se reuniu em cavernas situadas sob a crosta terrestre e ali sobreviveram à espera que as perturbações se atenuassem. Decidiram, então, encontrarem-se na superfície, para fundar uma nova civilização.



As lendas de várias tribos ameríndias relatam suas origens intra-terrestres e seu retorno à superfície, ao final de um longo exílio subterrâneo.



Algumas regiões da América, mas também do resto do mundo, contêm abismos muito profundos cheios d’água, chamados de “poços”. Constituem frequentemente passagens antigas entre a superfície terrestre e tais cavernas. Há certo número delas em Yucatán e na região de Four Corners. O local chamado “Poço de Montezuma” situada à saída de Sedona foi um dos principais pontos de subida para aquelas tribos que viviam sob a Terra e que de lá saíram quando as perturbações começaram a se abrandar.

                                                   Portal do Poço de Montezuma



Ao chegaram à superfície, os antigos Lemurianos descobriram aí grupos de seres que eram deles desconhecidos e que nutriam entre si lutas de influência. Hoje seriam eles designados como Alienígenas ou ETs, mas naquele tempo antigo, eram eles chamados de “os deuses”. Não eram também considerados como tal, mas sim como seres superiores. Contrariamente aos antigos autóctones lemurianos, que tinham a pele mais grossa e sombreada, eles tinham a pele clara e o tipo caucasiano. Quando os descendentes do antigo povo emergiram à superfície e viram que “os deuses” a lutar entre si, compreenderam intuitivamente que aquele não era a ocasião de liberar a informação que detinham. E decidiram eles conservar seus conhecimentos em segurança durante o tempo em que eles corressem o risco de serem utilizados por outras raças para satisfazer sua sede de poder e de dominação.

Os ameríndios tornaram-se, assim, os Guardiões do Conhecimento antigo. É por isso que alguns consideram seus chefes espirituais como “Guardiões” Eles não nos guardam como fazem as mães com seus filhos. Eles guardam a informação que detêm e que devem proteger até o dia em que deverá ela ser restituída à Humanidade inteira. A maioria esqueceu sua missão, mas há um conhecimento interior profundamente enraizado em sua memória celular, se bem que ao nível de seu subconsciente, eles sabem intuitivamente que são os Protetores desse Conhecimento ancestral e, por meio dele, de toda a Terra.



Todas as profecias ameríndias são igualmente portadoras de uma mesma mensagem: o Conhecimento que pertence a seus povos não será liberado antes que eles testemunhem os homens brancos e aqueles de outras raças começarem a viver em paz. Mas, nesse dia, deverão aceitar restituí-lo e compartilhá-lo.

Existe, portanto, uma espécie de “calendário da revelação” cujas etapas foram programadas em tempos imemoriais e que se encontra hoje a ponto de se realizar, porque sob o efeito da “Nona Onda Cósmica”, (Ver meu artigo intitulado: O segredo da Nona Onda Cósmica) a Terra começa a se curar de suas feridas, e logo um movimento sem precedente em favor da paz e da fraternidade deverá se propagar sobre nosso planeta.



Num primeiro tempo, a liberação da informação dar-se-á no plano energético: quando os Índios das Américas virem que a Terra está prestes a se curar e que a Humanidade começa, finalmente, a tomar consciência da importância primordial da paz e da fraternidade, então, inconscientemente, eles começaram a liberar a informação inscrita em sua memória coletiva.







Se encontrares um Ameríndio na rua e o interrogares sobre esse Conhecimento que possuem aqueles de sua raça, ele certamente não saberá o que te responder. Os guias das nações Hopi ou Lakota, Dakota e Nakota e até os supostos descendentes dos antigos Mayas ignoram durante a maior parte do tempo que eles têm por missão conservar e depois transmitir uma memória ancestral à Humanidade. Eis a questão que evidentemente se tem o direito de se perguntar: qual o segredo dessa memória ancestral? Parece que uma parte dessa informação permite controlar as forças da natureza e agir sobre o meio-ambiente.



A Dança da Chuva, que era ainda praticada em várias tribos no início do século passado, é uma reminiscência dessa memória celular ameríndia e ela apresenta uma ilustração muito boa de seu funcionamento. Não era suficiente para os índios dançar nem pronunciar certas fórmulas para atrair chuva; seus xamãs conseguiam-na fazer vir ao associarem a essa dança rituais apropriados, em ressonância com a matriz de memória ancestral.







Ritual xamânico precedente a uma dança da chuva



Suponhamos que esse procedimento pudesse ser aplicado numa escala muito mais ampla, aquele que o dominasse seria, sem dúvida, capaz de desencadear um cataclismo planetário com a mesma potência do dilúvio narrado no Antigo Testamento. Daí a implementação de um sistema de bloqueio e de criptografia dessa memória coletiva lemuriana, sendo seu princípio que as informações ali contidas fossem unicamente acessíveis no seio de um ambiente apropriado.



Isso não significa que também sejam elas exclusivamente destinadas às tribos ameríndias nem que branco ou negro algum não pudesse dela se beneficiar. Entramos numa nova era em que todos os povos e todas as raças da Terra são e serão mais e mais mescladas, a fim de formar, juntas, o conjunto de genes da nova raça-mãe da Humanidade, a sexta, aquela que verá o advento da Nova Era e o estabelecimento de uma Nova Idade de Ouro em nosso planeta.



Num futuro relativamente próximo, tudo repousará sobre a fraternidade e a unidade entre os homens. No momento vivemos ainda na ilusão da separação. Alguns dentre nós dispõem de parcelas do Conhecimento ancestral, enquanto outros têm acesso a resíduos desse mesmo Conhecimento. É como se fora um imenso quebra-cabeças do qual cada um de nós possui uma das peças, mas ele não poderá ser totalmente liberado até o dia em que o conjunto dessas peças esteja reunido. Em estado de espera, ele permanece partido/desintegrado entre diferentes almas e retransmissões dirigidas ao local secreto onde se guarda a Matriz da memória ancestral



Os maiores Mestres espirituais que se encarnaram nesse planeta sempre escolheram emitir sua Luz espiritual a partir de locais determinados que estão ligados a essa Matriz. Por que crêem vós que Jesus entregou o essencial de sua mensagem em Jerusalém? Por que o grande Ramana Maharishi instalou-se ao pé da montanha sagrada de Arunachala ? Por que Omraam Milhaël Aïvanhov retirava-se, cada ano, ao lugar chamado Trasoulas, ou seja, Três Sois, no coração dos Pirinéus ? E por que todos que visitam a região de Sedona, no Arizona, onde vivem os Hopi, sentem bruscamente sua conexão com a Terra? Todos esses lugares são locais mágicos onde é possível sintonizar-se com a freqüência da Matriz terrestre. É por essa razão que foram eles escolhidos pelos grandes Guias da Humanidade, para que eles aí se conectar com a energia da Terra e realizar, graças a ela, trabalhos gigantescos, em razão do surgimento de uma consciência humana unitária.







Ramana Maharishi em frente da montanha sagrada de Arunachala



O paradoxo é que ao se afastar, pouco a pouco da unidade primordial com a Natureza, a Humanidade permitiu ao Cristal-Mestre conservar, ao longo dos séculos, sua pureza e seu poder originais. Mas o ciclo da separação está hoje prestes a findar. Mais e mais pessoas se sentem doravante de novo atraídas e preocupadas pela Terra, e a vibração da Humanidade está prestes a se re-sintonizar progressivamente à da Terra. Então o Portal está prestes a se abrir. Mas ele não se abrirá definitivamente enquanto não estejamos totalmente prontos a receber esse Conhecimento ancestral, sem o qual torna-se uma ameaça para a sobrevivência da Terra.



O período que ora atravessamos é, portanto, uma fase de transição. Várias mudanças são já facilmente percebíveis. Assim, mais e mais pessoas se sentem hoje atraídas aos locais onde há muito espaço. Nossos campos começam a ser reabitados, e o fenômeno se acelerou ainda mais nesses últimos anos com o desenvolvimento relâmpago da rede Internet que permite, com freqüência, a citadinos continuarem a exercer uma atividade vivendo totalmete apartados da agitação das grandes cidades. As pessoas começam, enfim, a se preocuparem verdadeiramente com o meio ambiente e com o destino do planeta. Há apenas uma dezena de anos, a idéia de que cada um fosse responsável por seus próprios dejetos e contribuíssem pessoalmente com sua reciclagem ao participarem da triagem seletiva, faria sorrir a muitos, mas as mentalidades mudam. Quanto mais respeitemos o planeta e quanto mais sentirmos sua energia, mais rapidamente chegaremos ao ponto em que o Portal, abrindo o acesso a toda informação que guarda, abrir-se-á para cada um dentre nós.



Nossos longínquos ancestrais sabiam que novos tempos chegariam, que após o Dilúvio, a Humanidade se afastaria dos ensinamentos sagrados. Eles sabiam que haveria um período muito longo durante o qual esse saber deveria ser guardado em segredo. Sabiam eles, também, que chegaria um dia em que esse ciclo obscuro findaria e que a memória ancestral emergiria de novo, em cada um. É isso que ocorre agora; é por isso que nos sentimos atraídos por todos esses lugares antigos e por todas essas civilizações desaparecidas; sentimos que esse antigo conhecimento procura re-emergir em nós, e procuramos um apoio que nos ajude a dele nos lembrar.







É necessário, entretanto, saber que a reativação de nossa memória não tomará forçosamente a forma de uma avalanche de informações que se quebrarão bruscamente sobre nós. Isso se manifestará, na maior parte das vezes, sob a forma de um despertar espiritual.



Os antigos não tinham religião alguma e não sentiam necessidade alguma de compartilhar sua visão do mundo e do universo. Eles se contentavam em viver sua espiritualidade no interior. Sabiam que todas as crenças provêm do mesmo conceito no nível mais fundamental: a Potência da Fonte do Amor universal e a necessidade de amar e de respeitar a Terra e de se amar e de se respeitar uns aos outros.



Essas são as bases fundamentais da nova espiritualidade. Era aquela dos Antigos e é aquela que desperta hoje; é verdadeiramente muito simples!



No plano da reencarnação, somos todos antigos lemurianos. Preenchemos nossos compromissos estando novamente aqui, hoje, e ajudando nossa mãe Terra a realizar sua transformação. Acompanhámo-la, auxiliados por todas as suas memórias que estão prestes a ressurgir e de se fundir em nós, para a maior Glória do Criador.



Ao aproximar-se o ano de 2012, muitos receiam que possa ocorrer uma nova catástrofe como o dilúvio ou a destruição súbita de vastas regiões habitadas de nosso planeta. Parece que dessa vez, o cataclismo será no essencial um terremoto que viveremos em nosso interior. Haverá numerosas destruições, mas em nós próprios ocorrerão os danos mais importantes.



Somos um pouco como proprietários de lojas onde seriam armazenadas todo tipo de produtos inúteis. Os consumidores continuarão a vir aí para comprar suas provisões até o dia em que começarem a verificar que tudo que compram não representa para eles utilidade alguma. É por isso que nessas vitrines desse tipo de lojas finalmente aparecem anúncios onde se pode ler: “Liquidação antes da mudança de direção; tudo deverá desaparecer!”



A “liquidação” que hoje é programada é aquela do nosso carma. A “nova direção”, é aquela da Nova Era. E o aquilo que deverá desaparecer, são todos esses velhos preconceitos, todos esses velhos hábitos e todas essas práticas obsoletas às quais deveremos renunciar se quisermos recuperar nossas memórias ancestrais e participar da construção das futuras cidades de Luz da Idade de Ouro.



Olivier de Rouvroy

Setembro de 2011



Tradução de Marjo Paradizo (mfonseca50@gmail.com)









08 setembro, 2011

LEMÚRIA OU CONTINENTE PERDIDO DE MU




Também chamada de Continente perdido de Mu. Trata-se de um antiquíssimo continente que existia numa área de imensa extensão localizado provavelmente no oceano pacífico. O Hawai, nos dias atuais, era um local de grande altitute do antigo continente lemuriano. Em decorrência de ser uma área bastante alta, o Hawai sobreviveu ao cataclisma que varreu com as águas esse vasto continente.



Um dos maiores pesquisadores antigos a buscar evidências da existência da Lemúria foi James Churchward, um escritor britânico e autor do clássico “O Continente Perdido de Mu: Pátria do Homem.” No livro, Churchward afirma ter encontrado provas documentais da existência de Mu. Apesar da maioria dos cientistas ignorar estas descobertas, o autor afirmou ter decifrado antigas inscrições em pedra cujas citações traziam várias informações sobre a Lemúria. Além de relatar a existência do continente, essas inscrições, segundo Churchward mencionavam a sua localização e a sua extensão (9.600 quilômetros de Leste a Oeste, e 4.800 quilômetros de Norte a Sul). Churchward ainda afirma que a civilização da Lemúria teria existido há cerca de 200.000 anos e seria o berço, ou a pátria-mãe de toda a civilização humana.



O Continente de Mu, ou Lemúria, parece ter existido na Terra na pré-história, há dezenas ou centenas de milhares de anos. Alguns afirmam que a Lemúria é ainda mais antiga que essa estimativa. Consagrados ocultistas como Helena Blavatsky, Rudolf Steiner e Max Heindel arriscaram-se a redesenhar a história humana trazendo à tona a hipótese da Lemúria. Para muitos pesquisadores, a Lemúria teria sido contemporânea da Atlântida, inclusive com a ocorrência de várias guerras sérias e prolongadas entre os habitantes desses continentes. Fala-se também em várias guerras mágicas ou psíquicas entre membros dos dois lugares.



A Teosofia de Helena Blavatsky confirma a existência da Lemúria e declara que esse continente abrigou uma raça de seres humanos que compunham a chamada terceira raça-raiz. Diz a literatura Teosófica que a Lemúria foi o primeiro local onde moraram as primeiras raças que se manifestaram em corpo físico do planeta. Antes desse tipo humano, existiram mais duas raças que eram apenas etéreas, ou seja, sem organismo físico.



Na “Doutrina Secreta”, Blavatsky afirma que a raça-raiz lemuriana era hermafrodita nos seus primórdios e que com o passar do tempo foi se criando a distinção entre macho e fêmea. Blavatsky chama essa raça de “nascidos do ovo”, pois a princípio os seres se reproduziam por meio de um ovo. No final do ciclo da terceira raça o homem já possuía a reprodução sexuada tal como se conhece hoje. De qualquer modo, essas informações são o resultado de percepção clarividente e até o momento ainda não foram confirmadas pelas pesquisas com regressão.



Encontramos referências na literatura esotérica e na palavra de clarividentes de que a Lemúria foi o berço de uma antiga civilização em que os homens possuíam uma ligação mais íntima com seu eu superior. Dizem os esoteristas que o povo da Lemúria não estava limitado por qualquer barreira psíquica restritiva no contato direto com os planos espirituais. Isso era possível por que os lemurianos possuíam corpos etéricos antes do corpo se tornar denso e material. Dessa forma, a visão clarividente e outros poderes psíquicos eram de uso corrente para todos eles. Além disso, os lemurianos estavam plenamente integrados com a natureza e, por este motivo, não sofriam de doenças como as que conhecemos hoje.



Com o passar do tempo, porém, parece que essa situação foi se modificando e as distorções foram se tornando mais freqüentes, até que o egoísmo, o orgulho, desejo de poder e outros defeitos que ainda fazem parte do cotidiano do homem atual levaram a totalidade do continente de Mu à ruína e à destruição completa. Diz-se que alguns dos seus habitantes teriam sobrevivido ao grande cataclisma e migrado para as Américas e outras partes do mundo.



Os habitantes de Mu possuíam seu terceiro olho muito desenvolvido. Os lêmures foram associados à lenda dos antigos ciclopes: seres com um olho só. Esse olho seria a expressão orgânica da glândula pineal, uma estrutura material que lhes permitia um grande poder paranormal, como telepatia, telecinesia, dentre outros. Hoje em dia a glândula pineal tornou-se uma estrutura interna no cérebro humano e foi gradativamente atrofiando, pela ausência de uso ou utilização equivocada. Pesquisas modernas, como as do psiquiatra brasileiro Sérgio Felipe de Oliveira indicam grande potencial da glândula pineal na mediunidade e na produção de poderes psíquicos.



Embora esses relatos não sejam tão comuns, é possível aos terapeutas de vidas passadas ver junto aos seus clientes casos em que uma pessoa teve vidas na Lemúria. Por se tratar de uma existência extremamente antiga, essa memória pode não ser tão vívida como a memória, por exemplo, de nossa última existência. De qualquer forma, muitos terapeutas relatam já terem visto casos de pessoas que viveram nesse misterioso continente. Segundo Hans Tendam, a Lemúria foi o palco de muitas guerras por poder.



Helen Wambach, no livro “Recordando Vidas Passadas” afirma que uma pequena amostragem dos sujeitos que participaram de suas pesquisas relataram vidas na América pré-colombiana bem antiga. É curioso notar que, segundo Wambach, “Os sujeitos que regressaram a vidas na América do sul em 2000 A.C. descreveram civilizações que pareciam muito mais adiantadas”. Um dos sujeitos da experiência relatou o seguinte: “Era uma civilização muito adiantada e artística. Parece deslocada em quadra tão remota. Procurei saber a data de minha morte e verifiquei ser o ano de 2031 A.C. Vi com absoluta nitidez o índio que eu era, com meus cabelos pretos e corridos”. Wambach afirma que vários sujeitos descreveram coisas semelhantes em sua vida em 2000 A.C. na América.



Os relatos também falavam do mesmo tipo de construção, com grandes templos com pedras lisas, o clima quente e gostoso, uma escrita simbólica desconhecida e ensinamentos espirituais elevados. Um deles falou que um dos ensinamentos era da existência de que “O sol espiritual é Deus ou uma força”. Isso nos remete a crença dos antigos Maias a respeito do deus-sol, assim como possíveis conexões com o egito da dinastia do deus-solar. Wambach completa questionando se por acaso algumas de suas descobertas com o relatos dos sujeitos não seriam indivíduos originários de continentes desconhecidos, como a Atlântida [ou mesmo a Lemúria] que estariam fundando ali uma nova civilização. Talvez alguns povos da antiguidade, como egípcios, Maias, povos da América pré-colombiana e outros tenham como herança comum os continentes desconhecidos da Atlântida e da Lemúria.



(HUGO LAPA)



Atendimento com Terapia de Vidas Passadas em São Paulo.



MAIL: lapapsi@gmail.com



Telefone: (011) 2427 5103 / 9502 2176



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04 fevereiro, 2011

ATRIBUTOS DE UMA ALMA VELHA


ATRIBUTOS DE UMA ALMA VELHA
Mensagem de Kryon através de Lee Carroll
20 de Agosto de 2010, Havaí
Gaia abertura1 Atributos de uma Alma Velha
Saudações, meus amados, eu sou Kryon, do Serviço Magnético.

Eu estou sempre ciente de onde estou. Sei quem está diante de mim, vejo as vossas vidas passadas e vejo as perguntas que têm para fazer. Oh, meus amados, o que parece tão complexo para vocês, é tão fácil para Deus! Vocês podem verdadeiramente libertar e deixar estas coisas dissolverem-se num método que é tão sagrado para vocês! Porque eu conheço alguns dos enigmas que estão aqui. Então, durante estes momentos, quero que vocês sintam não somente o amor de Deus nas vossas vidas, mas também o amor que a ilha tem por vós. Os habitantes vão-lhes contar um atributo: se a ilha não gostar de vocês, ela vai-lhes dizer. Fará com que seja muito difícil para vocês viverem aqui e vocês vão saber que não são parte da família.


O que sentiram até agora? A água saudou-vos? E os animais que estão dentro dela? Vocês sentiram-se bem-vindos enquanto dormiam? Para alguns de vocês demorou um pouco, não foi? As águas de Lemúria estão cheias de poder, alguns dos objetos cristalinos ainda lá estão, ressoando com a história de Lemúria. Então, talvez na segunda ou na terceira vez se tenham sentido mais confortáveis e, finalmente, quiseram lá permanecer, não foi?


Quando vocês se dirigiram à beira da cratera, como se sentiram? Puderam senti-la a responder-vos? Vocês perceberam o vento quando soprava? Ela não faz isso sempre. A respiração de Phele (deusa do vulcão) saúda vocês todos.


Atributos dos presentes, almas velhas


Estes são os atributos dos que estão nesta sala, porque todos os que estão aqui são almas velhas. Alguns de vocês sabem disso, outros não. Alguns de vocês estão extremamente cientes disso, outros não. Alguns de vocês começam a aprender o potencial de quem são e ponderam sobre isso. Vocês chegam de dezenas de milhares de milhas, talvez até mesmo a um lugar que não fala as vossas línguas. Vocês podiam realmente ter vivido aqui, nos dias originais de Lemúria? O que vos diz a ilha? Lembrem-se disto: nenhum de vocês fala Lemuriano. Não importa. As sociedades nas quais vocês vivem agora são o lugar onde a terra vos espalhou, onde os vossos registos akáshicos são os mais confortáveis, onde vocês mantêm as vossas luzes. Talvez a mensagem que devam saber seja esta: vocês podem estar em qualquer lugar em que queiram; não há nenhum limite em relação a onde possam ir, nem para o que possam fazer, porque vocês são encarregados das vossas próprias embarcações e a mudança neste planeta tornou isso ainda mais profundo. Eu amo falar sobre almas velhas, porque tenho uma sala cheia delas, sem nenhuma excepção. Todos vocês são atraídos para este lugar e isto diz muitas coisas sobre vocês. Se eu posso ver isto, enquanto se sentam na energia do Espírito, quero que mergulhem na energia, tal como fizeram no oceano. Vocês podem sentir-se confortáveis por alguns minutos e sentir-se amados? Podem largar as barreiras que trouxeram – mesmo as que podem até estar a criticar esta canalização – e deixar o Espírito entrar? O que têm vocês a perder? Eu disse isso antes, não disse?

É o fim da viagem. Os passeios vão cessar. Todos vocês vão seguir separados os vossos caminhos e vão viajar para os seus lares. Alguns de vocês vão pensar que isto foi como um sonho. “Aconteceu realmente?” A parte tridimensional dos vossos cérebros vai accionar esse pensamento. Eu quero modificar isso. Eu gostaria que a energia que está aqui entrasse em vocês e fizesse parte daquilo que vocês chamam “memória”, para que este momento possa existir até aos vossos últimos suspiros, para que, sempre que estiverem em dificuldades e se questionarem, possam invocar este momento e lembrarem-se do amor que está aqui. Nunca se esqueçam disto. Foi real a emoção que vocês sentiram à beira da cratera? Vocês podem negar alguns dos sentimentos que tiveram nestes dias? Até mesmo quando tiveram um tempo para diversão, fazendo de conta que eram turistas, não puderam senti-los? O próprio ar está cheio deles. Este é um lugar diferente de qualquer outro na Terra. É o que trouxe vocês até aqui. Vocês podem perguntar aos habitantes o que os trouxe até aqui e ouvir as suas histórias sobre o modo como encontraram os seus caminhos.

Vocês sentam-se aqui, almas velhas. Eu amo falar de almas velhas. Vocês têm muitos atributos que são similares. Cada um de vocês é um “descobridor”. É uma palavra que usamos para dizer que vocês estão realmente a descobrir aquilo que está no seu interior, que é esotérico. Não são todos que fazem isso, sabem? Quando vocês estão em restaurantes e escutam sobre o que outros estão a falar, eles não falam sobre as mesmas coisas que vocês. Vocês estão interessados em vocês, no que está dentro de vós. Vocês querem saber mais sobre como a vida funciona, como podem encontrar o divino no seu interior e como podem usá-lo na próxima fase das vossas vidas. Vocês são tão curiosos! Pergunta após pergunta … não é sobre isso que os outros estão a falar, não é? Já perceberam que, até mesmo durante as férias, os outros querem reclamar das coisas? É um modo de vida, vocês sabem. Não é o vosso. Já perceberam a diferença? E se vocês fossem a outra mesa e fossem forçados a estar com esses outros que não são “descobridores” e começassem a falar sobre o que é interessante para vocês? Qual seria a reação deles? Eles provavelmente iriam retirar-se. Isso demonstra o quanto vocês são diferentes! Almas velhas são muito diferentes. É a sabedoria no vosso ADN, que eles ainda não têm. Vocês sabem disso, almas velhas.




Cada um de vocês tem uma paixão. Algumas estão satisfeitas, outras não. Vocês, nesta sala, possuem paixão pela vida. Alguns de vocês estão apaixonados pelo planeta. Outros estão apaixonados pelos que estão no planeta. Olhem quem está aqui e o que querem fazer. Quase que exclusivamente, vocês tornam-se nos ajudantes de alguém. Não se trata somente de vocês, não é? Vocês estão confortáveis nas suas próprias peles, querem ajudar os outros e possuem a sabedoria para fazê-lo. Há professores entre vocês que são bastante instruídos e há aqueles que apenas começaram a viagem, mas todos vocês são almas velhas. Vocês compartilham isto. Há outros atributos que vocês também compartilham. É interessante, porque esses atributos que vocês compartilham, são desafios, são desafios para vocês e para aqueles ao vosso redor.

A maioria das almas velhas é rebelde. Vocês não querem que as pessoas lhes digam em que acreditar, não é verdade? Quer tenha sido no nascimento, quer mais tarde, vocês rebelaram-se contra o que vos foi dito, porque sabiam melhor. Alguns de vocês rebelaram-se contra o drama dentro das vossas famílias. Vejam, eu sei quem está aqui. E qual foi a reacção deles? Vocês não falam mais com eles, não muito, não é verdade? Eles falam bastante de vocês, percebem? Para eles, vocês estão perdidos. Vocês perderam-se nas profundezas, como eles dizem e abanam as suas cabeças em desaprovação. “É uma grande pena”, dizem eles. Muitos de vocês perderam aqueles que amavam, porque vocês são almas velhas e não poderiam estar num lugar com uma energia velha. Vocês não acham que a ilha sabe? Tão antigo como este lugar é, é a primeira energia a modificar-se e a mudar com o planeta. Perguntem aos habitantes. Eles vão dizer que este lugar muda de momento a momento. Vocês podem senti-lo. O que é que isso lhes diz a respeito deste lugar? Talvez ele seja um portal. É mais do que isso. É a energia da essência da Terra. Eu disse-vos isto antes: cada vida humana singular está impressa na rede cristalina do planeta. Quando vocês têm uma sociedade, que durou milhares de anos, em harmonia, em paz, com iluminação, com a essência original do Criador, faz uma diferença para a Terra.

Muitos de vocês que estão aqui, são da Europa. Vocês sabem o que acontece a uma Terra com milhares de anos de guerra e opressão? Ela estende-se como em camadas que são pesadas, não é? Vocês sabem do que estou a falar. Quando vocês seguem para o lugar onde milhões morreram, como se sentem? Vocês não querem estar lá, não é verdade? É difícil apagar isso. O que aconteceu aqui? Milhares de anos de amor. Foi um bom começo. Foi o melhor começo que a Terra já teve. Os Pleiadianos estiveram aqui, em todos os lugares, embora o contrato de amor deles com este planeta ainda não esteja terminado. Eles vêem, vão e prosseguem. É lindo. Eles vão dizer algo como: nunca houve um lugar melhor do que este, porque Lemúria estava isolada, sem contacto com quem quer que fosse. Vocês poderiam dizer que se sentavam no caldo da sua própria criação e que deu certo. A sociedade era equilibrada e permaneceu naquele estado durante milhares de anos. Isso é o que vocês sentem quando chegam aqui: paz, serenidade, energia amorosa, onde a Terra está sempre a criar, hem? Pensem nisso: ainda é uma fonte criadora. O magma sai do solo e constrói nova terra numa base regular. A Terra dá à luz nova energia, o tempo todo. Sentem isso?

Almas velhas frequentemente são frustradas. Eu vou-lhes dizer por quê: porque as coisas não ocorrem suficientemente. Por que é que a alma velha é tão impaciente? É um puro atributo de uma alma velha, de todos vocês. Vocês sabem que estou certo. Se vocês olharem para dentro de si mesmos, querem que as coisas aconteçam depressa, não é? Eu vou dizer-vos porquê: porque têm vivido há eras; nascimento e morte, nascimento e morte, nascimento e morte … as coisas permaneceram as mesmas. Nunca se tornaram um pouco melhor. Subitamente, vocês encontram-se numa mudança no planeta, a mudança que estavam à espera, uma mudança que, de facto, se casa com a energia Lemuriana. É do que têm estado à espera há muito tempo. Então, vocês ficam impacientes. “Façam acontecer mais depressa”, dizem. Vocês assistem aos noticiários e vêem energia velha todos os dias. “Quando é que se vai tornar um pouco melhor?” perguntam. Seres humanos, vocês precisam de saber que a consciência muda com as gerações. Vocês não podem iluminar uma civilização. A mudança é uma civilização que se ilumina a si mesma e se ilumina através de nascimentos. A consciência daqueles que são jovens, nascidos na mudança, é diferente daqueles que vieram antes da mudança. Então, leva mais tempo do que vocês querem, mas como eu disse antes, vocês olham para as pessoas jovens, porque é de onde ela vem. São eles que vão criar paz na Terra. Não se surpreendam se alguns deles possuírem os atributos de uma alma velha! Quero dizer-vos que, quem é que está a criar isso: São Vocês! Alguns de vocês perguntam “Por que estou eu aqui? O que devo fazer?” Vocês estão frustrados e impacientes.


Deixem-me dizer-vos o que estão a fazer. Escutem, isto é esotérico. Parceiro, (referindo-se a Lee Carroll), entenda isto correctamente! A existência de vocês no planeta cria luz, luz esotérica e espiritual. Sem que vocês façam nada, a vossa existência cria luz. Enquanto procuram dentro de si mesmos e se tornam mais perceptivos e obtêm mais conhecimentos, enquanto têm as “epifanias” da vida, criam luz. Esta luz deposita-se sobre a grade cristalina da qual eu tenho falado. É a grade da consciência humana. E as crianças que nascem na Terra pegam naquilo que vocês criam e são diferentes! A mudança que as almas velhas criaram e que vocês estão a sustentar com a vossa própria existência.

Não perguntem o que devem fazer. Eu desafio vocês. Eu quero que façam isso: sentem-se consigo mesmos e congratulem-se a si mesmos por mudarem o planeta, por apenas serem almas velhas. Há quatro de vocês aqui que sabem exactamente do que estou a falar, porque vocês sentem-se confortáveis com quem vocês são. Vocês estão à vontade com a iluminação que têm e não precisam fazer nada para cuidar da própria espiritualidade. Isso é o que os Pleiadianos queriam. Isso é o que os mestres do planeta queriam. Chama-se auto-descobrimento.

Deixem-me falar-vos de um atributo da alma velha que não faz sentido. É psicologia. É a natureza humana. É tentar passar por algo que é difícil. Por que é que tantas almas velhas têm uma auto-estima tão baixa? Não levantem as mãos. Eu sei quem está aqui. Vocês não confiam em si mesmos. Vocês não se vêem na majestade na qual nós vos vemos. Nos vossos momentos mais secretos, vocês duvidam do que fazem. Eu digo-vos o que é isso: é o que se passa quando o velho encontra o novo. É difícil justificar a transformação e a mudança que ocorre em vocês. Vocês viveram milhares e milhares de anos num sistema cármico, um sistema que automaticamente os empurra e os puxa para as energias nas quais vocês têm que estar. Vocês acostumaram-se a ele. Tudo o que vocês tinham que fazer, era serem conduzidos na mudança. O carma tinha o leme e agora isso mudou. Subitamente, o carma desapareceu e vocês têm o leme nas suas mãos e estão a perguntar-se como o devem conduzir. Estou a fazer certo ou errado? Devo ir para a esquerda ou para a direita?” Vocês estão a aprender um novo sistema, alma velha. As coisas não são sempre como parecem. Até mesmo a alma velha está a aprender algo novo e para alguns de vocês, não parece ser uma sensação agradável. Então, hoje eu queria dar-vos algum estímulo. Confiem na vossa primeira impressão. Confiem na sincronicidade. Confiem que aquilo que vocês fazem, é honrado pelo Espírito e que, durante todo o caminho, vocês são amados, para além de qualquer medida. Na verdade, vocês são incapazes de cometer um erro. Escutaram? Vocês podem virar à direita ou à esquerda, mas serão sempre guiados de volta para o meio.

Eu quero dar-vos alguns atributos maravilhosos da alma velha, que são os que vos definem: as almas velhas têm a capacidade para o maior amor que há no planeta! Vocês podem amar pessoas que não vos amam. Isto está fora do paradigma da humanidade. Não é muito 3-D, não é? Quando alguém sacode um dedo diante da vossa face e vos chamam estranho, esquisito, nomes … é porque eles não entendem quem vocês são. Qual é a vossa reacção? A alma velha ama-os e vê que isso faz parte da natureza humana. Vai direita à essência e ama-os. Alguns de vocês estão envolvidos em amar outros que nada têm a ver convosco ou com as vossas famílias e sentem verdadeira paixão em ajudá-los. Outros olham para vocês e dizem “o que estão vocês a fazer? Eles não são, nem mesmo, o vosso povo!” Oh sim, eles são. Vocês vêem a essência da humanidade, um no outro. Vocês vêem-nos como família. Que belo atributo da alma velha. Vocês podem sair desta sala e amar Gaia. Vocês podem inspirar o ar e amar aquilo que entra nos vossos pulmões! Vocês podem abraçar uma árvore ou amar um golfinho! Um amor inacreditável que podem manifestar e tudo aquilo que vocês amam, ama vocês no retorno. Até mesmo o ser humano não sabe que o que vocês estão a fazer possui um instrumento espiritual interno que ama vocês no retorno. É um sistema interessante. Este é um belo atributo da alma velha: a capacidade de amar.

Deixem-me dizer-lhes um outro atributo: a alma velha tem a habilidade de se auto-equilibrar. A maioria dos seres humanos tem que ser ajudada para sair de um estado depressivo. Quando a alma velha tem um dia ruim, ele ou ela sabe que vai passar. Por outras palavras, ela sabe onde o equilíbrio está e vai até ele. É automático. Muitos de vocês experimentaram isto. Muitos de vocês estão a sentir isto novamente, agora. Não importa qual seja a dificuldade nas suas vidas neste mesmo instante, não importa o quanto possam sentir-se sombrios. O vosso poder e a vossa energia, vão-se auto-corrigir. Vocês vão voltar sempre ao ponto de equilíbrio e isso é precioso. É um belo atributo. Eu suponho que o que estou a dizer é isto: não importa o quanto esteja escuro, vocês sabem que tudo o que devem fazer é esperar um pouco e o sol virá novamente. A maioria dos seres humanos não compreende isto, nem faz idéia disso. Eles parecem estar à deriva com as suas emoções e desequilíbrio. Eles entram no “modo” do ego, de drama, mas a alma velha entende de equilíbrio. E aqui vocês se sentam. Vocês sabem que estou certo. Talvez não tenham percebido isto em si próprios. Talvez nem mesmo tenham reconhecido isto. É por esse motivo que têm tanta sabedoria. Vocês não perceberam alguma coisa? A alma velha pode caminhar e ver os problemas nas outras pessoas. Elas podem identificá-las e amá-las. Vocês podem reconhecer que drama é drama. Vocês podem ver o desequilíbrio. Alguns de vocês correram rumo à direcção oposta por causa disso, porque não poderiam conviver com isso. Estava certo. Isso é o que uma alma velha pode fazer. Vocês percebem isso a respeito de si mesmos? Vocês são realmente psicólogos, não são? Vocês sabem quando o desequilíbrio está lá. A maioria dos seres humanos não sabe.

Almas velhas têm a capacidade de sentir a energia. Voltem-se para aqueles que estão no planeta pela primeira vez e perguntem: “Vocês sentem essa energia?” E eles vão olhar para vocês como: “o que é energia?!” Vocês sentem-na, agora mesmo. Há muitas coisas a acontecer nesta sala, já há algum tempo. Aqueles que vocês chamam “anjos” e “guias” estão ao redor de vocês. É quase como se aqui fosse uma catedral, bonita e sagrada. A luz inter-dimensional brilha nesta sala, enquanto eles fazem uma coisa: eles reverenciam vocês. Isso é o que está a acontecer aqui. Alguns de vocês sentem-no. Podem banhar-se nessa energia? Para um ser humano que nunca esteve no planeta, não haveria nada a sentir: nenhum discernimento ou compreensão. Eles precisam de vir e partir, vir e partir, vir e partir … Eles precisam de construir aquilo que é sabedoria. Vocês sabem como a Terra funciona e, quanto mais vocês viverem, mais poderão sentir o que há ao redor de vocês. Isso faz vocês diferentes, mas vocês sabiam disso, não é?

Um último atributo: a alma velha tem a capacidade de estar completamente sozinha. Não é necessariamente o que vocês querem, porque os seres humanos anseiam pelo amor uns dos outros, mas vocês ficam bem. Vocês não são co-dependentes dos seus relacionamentos com os outros. Alguns de vocês terão relacionamentos com outros, alguns de vocês não, mas vocês estarão bem. Com um simples pensamento de que poderiam estar sós e ser completos. Porque, de que precisam vocês para além do amor de Deus? De que precisam vocês? Vocês ouviram-no, à beira do vulcão e vou repeti-lo ainda mais uma vez. Fiquem onde possam dizer: “Tudo está bem na minha alma!” Sintam os ancestrais diante de vocês nesta sala, reconhecendo o seu conhecimento e o seu poder. Eles diriam-vos algo agora, porque as vidas deles e as vossas vidas, têm sido sempre relativas a este tempo. A mudança está aqui.

Eu agora vou fazer uma declaração: alguns de vocês são os seus próprios ancestrais, neste lugar. Aqueles que vocês reverenciaram na beira da cratera, são vocês mesmos. Essa é a profundeza nesta sala. É a ironia que está aqui. Todos os ancestrais estão-vos a dizer isto: é um tempo de mudança, façam-no valer! Não percam a oportunidade! Levem a luz de onde vocês vieram, a todos os lugares, porque isso fará uma diferença. Se alguma vez duvidarem de si mesmos, voltem até aqui por si próprios. A família vai dar-lhes apoio. Ela está sempre aqui. Deixem que este seja um refúgio, onde vocês sempre podem sentir o amor de Deus. Esta é a nossa mensagem. Ela é grande demais para vocês? Não deveria ser, porque todos vocês têm uma alma muito grande. Agora podem amar uns aos outros mais do que podiam quando chegaram? Certamente. Peguem na informação e a apliquem-na no que for apropriado para vocês.


E assim é!
Kryon.

01 fevereiro, 2011

LEMÚRIA - um continente desaparecido



Sobre a cidade perdida - Atlântida - muito já se falou. Agora está na moda uma tal Lemúria. Diz-se que existiu um continente, cujos topos das montanhas representam na atualidade as ilhas havaianas.

Entre 40 e 50.000 anos atrás, esse vasto continente englobava as terras que hoje conhecemos como o Japão, parte da China e Austrália, bem como a costa oeste das Américas, basicamente o que é hoje conhecido como o Oceano Pacífico.

Diz-se ainda que o povo da Lemúria viveu na plenitude do amor do Criador. A energia lemuriana teve seu "apogeu altamente evoluído". A evolução coletiva serviu para elevar a vibração da Mãe Terra para a altura máxima do amor e, como tal, tinha experimentado tudo o que precisavam para a experiência da vida na dimensão terrestre. Foi neste momento que o Criador escolheu para afundar o continente a fim de permitir uma renovação da Mãe Terra e os Lemurianos foram então levados para casa do Criador.


18 janeiro, 2011

Pirâmides de 11 mil anos submersas Japão podem confirmar Terceira Raça

  

Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.

Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente.

Pirâmides submersas no Japão


Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.
São restos de uma cidade antiqüíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.
Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade
Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200m de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de ziguraes.
Construções mais antigas do planeta
Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.
E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.
São escadarias, entalhes na rocha , rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.
Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.
As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.
Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?
Lendas que se tornam palpáveis
Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.
Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas
Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.
Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.
Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.
"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a idéia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.
Fonte: Pindavale.com.br

04 janeiro, 2011

02 janeiro, 2011

A Origem da Irmandade dos Sete Raios


A Irmandade dos  Sete Raios – Deus e Deusa Meru (Deus só existe um. Quando usamos o termo Deus e Deusa, estamos nos referindo a  seres cósmicos, que personificam a consciência divina no cargo que ocupam)
Texto extraído do Livro A irmandade dos 7 Raios, Ed. Madras, 1997. Livro canalizado por Carmen Romo e retrabalhado e recanalizado por Rodrigo Romo. – www.shtareer.com.br, neste site você poderá encontrar outros Livros de Rodrigo e Carmem Romo.



A Origem dessa irmandade , que possui estreita relação com a Fraternidade Branca , teve o seu trabalho  distribuído  pelo planeta através de irmãos eremitas e muitos  outros iniciados , que se infiltravam nos meios políticos e culturais da nossa  sociedade . 
  
Teremos que nos remontar ao continente submerso  da Lemúria , considerado por muitos como o berço da humanidade , embora  isso se relacione com as ultimas 4 civilizações  , que ocuparam e se desenvolveram na Terra . Como  transmitido anteriormente , a Terra  já teve contando com a nossa civilização 21 ao todo , sendo que 17 conseguiram  transmutar e colonizar outras pousadas fora da Terra  ou em outras dimensões e planos existenciais em paralelo ao nosso . Poderemos enquadrar algumas dessas civilizações perdidas como sendo Intraterrenas  e transoceânicas[1]  .    

Lemúria é o nome da última parte do grande continente de Mu , localizado no Pacífico , tendo atualmente como remanescentes as ilhas da Polinésia Francesa e a Ilhas de Páscoa  .  Este enorme continente afundou há cerca de 30.000 anos  a.C. , esse processo  continuou  durante muitos anos  , devido a constantes cataclismos de ordem  geológica .  Muitas partes desse continente foram se fragmentando , tendo muitas lendas antigas se passado em  antigas ilhas isoladas  de MU . 

Esses cataclismos menores tiveram  sua história cronológica  entre 10.000 a 12.000 A.C., Isso aconteceu  pouco antes da submersão da ilha de Poseidonis , a ultima  parte que ficara do também perdido continente da Atlântida . 


O Senhor Aramu-Muru (Deus Meru)[2] , foi um dos grandes sábios Lemurianos e  também o guardião dos pergaminhos  sagrados com  milhares de informações  e arquivos secretos  , que contavam os êxitos  e as fatalidades  no desenvolvimento  dos povos Lemurianos , até o termino do ciclo desse continente.

Os  sacerdotes dos templos iniciados desse continente sabias das conseqüências que teriam os maremotos e todo o processo de submersão  do continente ,  essa  submersão era uma resposta  da lei  de cauda e efeito  aos testes diabólicos  do lado negro da sua civilização , que assim como os povos do continente Atlânte , também se encontravam engajados .   

Existiam muitas evidencias e avisos por parte dos Elementais sobre as conseqüências dos seus atos , mas esses avisos foram ignorados e uma grande maioria  se aprofundou mais ainda nessa energia desqualificada .  Parte da civilização remanescente que escapou a destruição  erigiram nas profundezas do Monte Shasta  , na Califórnia , costa Ocidental dos E.U.A , sua base e moradia , a qual existe até o presente momento num plano dimensional semelhante e até igual ao nosso . 

Eles se isolaram por completo do resto da Terra , não permitindo o contato  nem sequer unilateral com ninguém . Foi alias uma forma de requalificarem suas energias e evoluírem sem a interferência constante dos  extraterrestres , que abundavam naqueles tempos sobre nossas terras e continentes .


Os Mestres e servidores da Luz , que trabalhavam  no propósito Divino , começaram a guardar e recompilar os arquivos  e documentos das bibliotecas da Lemúria. Cada Mestre foi escolhido pela  assembléia da Fraternidade Branca  para ir a uma região diferente da Terra , onde , em segurança  pudesse estabelecer  uma escola da Antiga e Arcana Sabedoria , a fim  de assim preservas o conhecimento adquirido pelas civilizações anteriores  , no âmbito científico e espiritual  do passado.

No principio durante muitos milhares  de anos ,  estas escolas deviam  conservar-se  ocultas  aos habitantes do mundo externo , tendo seus ensinamentos   e reuniões em templos secretos . Isso derivou a nome de Escolas de Mistérios ou “ SHAN-GRI-LÁ”  da Terra. 

O senhor Meru , como um dos Mestres da Lemúria , foi escolhido pela Fraternidade Branca , para levar os pergaminhos e arquivos  em cristais sagrados , juntamente com o Disco Dourado do Sol de MU ,  para a área montanhosa de um lago  recentemente formado pelas hecatombes geológicas , esse lago é o atual Titicaca . Ali ele guardaria  e manteria o foco  da chama da iluminação . 

O Disco Dourado  do Sol , era guardado no grande templo  da Luz Divina , na  Lemúria , é não constituía meramente  um objeto banal  de rituais de adoração , e tampouco servia para esse propósito pelos sacerdotes Incas do Peru na posterioridade.    

O Deus Meru , viajou com o seu complemento Divino  e seus servidores da Luz , por merecimento  nas naves de luz , que sua tecnologia já conseguia construir , Habitaram e prepararam  os futuros templos  subterrâneos na costa ocidental dos Andes.   

No processo de submersão do continente lemuriano , as transformações e cataclismos assolaram todos os outros continentes , pois afinal  sabemos que  abaixo da crosta terrestre temos   as placas teutônicas , que se locomovem e se chocam entre si , provocando terremotos .  

Esses  choques entre grandes placas provocam como  efeito subsequente  o surgimento de  morros e deformações nos locais  de grande atrito e choque , isso originou a cordilheira do Andes , a maior do globo .   

A antiga cidade de Tiahuanaco[3]  era nesse tempo  um grande  porto  marítimo colonial do Império  Lemuriano , de grande esplendor e importância para a Mãe-Terra . Durante os cataclismos subsequentes ela foi erguida   do nível do mar até a sua posição atual  , num  alto planalto árido , acossado pelos ventos e de um clima frio e seco . 

Obviamente , que antes desses cataclismos não existia o Lago Titicaca , ele era uma depressão  e fenda abissal  daquela região do pacífico .  Atualmente encontra-se a cerca de 4.000 metros de altura e contem água salgada , o que demonstra  sua origem como marítimo . Os pesquisadores também  não podem questionar as origens desse lago . Todas as pesquisas geológicas confirmam as grandes mudanças geológicas , que ocorreram a centenas de anos  no passado . Embora as datas ainda  sejam um problema crucial para muitos estudiosos .  

Foi então nesse lago recém formado , que continha e ainda contém algumas ilhas , isoladas , que se estabeleceu o primeiro templo Etérico do Deus e deusa Meru .  Foi erguido  o Mosteiro da Irmandade  dos Sete raios , isso remontasse a um tempo no qual ainda não existia a propagação dos 5 raios secretos para a Terra , hoje temos 12 raios e  o 13º  na forma dos cinturões de Fótons , também  encontra-se direcionado para o nosso planeta.  

Este mosteiro que deveria ser  o lar  da irmandade através das idades na Terra , foi colocado num imenso vale  que tinha surgido durante os dias do nascimento dos Andes , e era  estranho filho da natureza  ao qual a disposição e  altitude exatas , davam um tépido  clima semi-tropical , onde podiam produzir-se frutos e nozes  de tamanho fenomenal . 

Ali no topo das ruínas  que outrora tinham estado ao nível do mar  , como a cidade de Tiahuanaco , o Senhor Meru construiu o Mosteiro com blocos de pedras  gigantescos , cortados apenas com a energia da força da  Luz primária[4] . Esta estrutura ciclópica é a mesma  na atualidade , representa uma maravilha  histórica para toda a humanidade , pois a Lemúria representa o berço de muitas raças que se espalharam e povoaram o globo no decorrer de centenas de anos .


Os outros mestres da Lémuria , rumaram para outras terras e ali estabeleceram seus redutos e templos sagrados , também levando consigo os arquivos secretos da civilização Lemuriana . Em todos esses locais que se estabeleceram , foram criadas escolas  de estudos esotéricos visando evoluir e transmitir para a humanidade externa os ensinamentos da verdadeira Luz .  

Esses segredos tiveram que ser escondidos , para que não mais se utilizassem para fins negativos , como tinha acontecido  antes , embora  os povos que habitavam a Atlântida , continuavam a utilizar essas energias e acabaram por provocar uma série de cataclismos , que culminou na submersão do seu continente . Os  mestres de Luz desse continente  foram  encarregados de guardar os segredos e arquivos  no Egito , foram eles os verdadeiros fundadores do Egito  em paralelo a fundação do templo do Deus e deusa Meru. 

O interessante  a título de revelação , por  deslocamento temporal mental e astral , é que  a Atlântida sofreu a influência negativa dos habitantes da  Lemúria , no decorrer de séculos , até culminar  num ponto energético insuportável para a Mãe-Terra . O mal uso das energias mentais e dos Elementais da natureza , somando-se a alta magia negra , que eles  utilizavam  uns contra os outros , desencadearam  verdadeiras tormentas telúricas astrais contra suas próprias cidades .  

As lendas de bruxarias e magos , que encontramos em  livros e gibis  de Conam o Bárbaro , são extraídas de épocas  Lémurianas e Atlântes , que se propagaram para a Europa e resto do mundo , mas quando esses dois continentes foram submersos , grande parte da energia negativa foi  aplacada  e consumida pela Terra . O que restou foi apenas uma pequena parte da verdadeira magia e poder que esses humanos possuíam .

A ciência Secreta de Adona , Atlântida e de outras  civilizações  do mundo  antigo , altamente adiantadas  , pode hoje  ser  encontradas nas bibliotecas dessas escolas esotéricas . Estas civilizações enviaram representantes com todo o conhecimento  prevendo  o fim do seu ciclo .  Existem muitos retiros  nas profundezas de montanhas  , onde foram guardadas muitas informações sobre  as civilizações perdidas , porém  muitos desses centros encontram-se  bloqueados para nós ainda , são guardados por poderosos Devas. 

A congregação Mormão  , nos E.U.A , escavaram  profundamente  na cadeia rochosa  ocidental do  Estados Unidos ,  grandes centros computadorizados contendo  uma grande gama de informações  sobre nossa civilização , com medo do final dos tempos . Da mesma forma todas as civilizações antigas  com algum  grau de percepção  procuraram guardar suas experiências , uma forma de perpetuar sua espécie e suas  potencialidades para um posterior retorno ou reconstrução. Lobsang Rampa  no seu livro “A Caverna dos Antigos” , ele faz referência  a uma  caverna repleta de instrumentos e equipamentos  pertencentes a  uma antiga civilização , que pereceu num cataclisma  em território montanhoso  do Tibete .

Esses  retiros  tem estado sobre a guarda da Fraternidade Branca  , para evitar que  conhecimentos  muito além daqueles  aos quais nossa maturidade  possa  compreender seja novamente utilizado de maneira indevida , como já ocorreu por diversas vezes .  Infelizmente  alguns membros do Governo Secreto Maligno[5], tem conseguido passar muitos desses conhecimentos para  os nossos representantes do Governo Secreto , inclusive  alguns centros de rastreamento e desenvolvimento de algumas civilizações já estão em poder deles desde os anos 40.

Na época não  foi possível intervir , porque os cientistas estavam obcecados pelos conhecimentos dos arquivos e também foram influenciados  por esses representantes não confederados  a acessar parte dos conhecimentos. Foi um verdadeiro pacto com o Demônio , como costumamos dizer . Hoje essa situação encontra-se mais equilibrada  , pois o Comando Asthar  tem conseguido minimizar a influência e o poder desses seres , os templos e ruínas restantes permanecem em poder  das hordas da luz ou isolados .

O vale do mosteiro da Irmandade dos Sete Raios é conhecido como o vale  da Lua Azul , e está localizado no alto da cordilheira Andina , no  lado setentrional Peruano  do lago Titicaca. O senhor Meru não estabeleceu o mosteiro logo após  a sua chegada a essa região .  Permaneceu muitos anos  explorando a área  das montanhas e vales perdidos , que a nova conformação geológica tinha e ainda estava conformando , foram tempos com muitos terremotos  e erupções vulcânicas . 

Muitos outros seres se uniram na busca de Meru , pois aqueles que  tinham um grau  vibracional  com afinidade ao novo plano de salvamento , tinham tido a oportunidade de salvar-se e juntar-se a Meru , o mesmo ocorreu em todos os cantos da Terra , mas também existiram lugares onde só  chegaram seres  sem o conhecimento  sagrado , eram  diversas raças e  representantes das mais diferentes civilizações  e cidades de Mu ou da Atlântida.

Isso  iria fazer com que  os retiros ao longo dos anos tivessem que ser  cada vez mais escondidos ou traspassados para o plano etérico.  Essas pessoas , que não estavam  em conhecimento do plano , ou eram representantes  das categorias de seres humanos  perturbados e errantes vibracionais , ou seja , pessoas que tinham um grande envolvimento com o mau uso das energias direta ou indiretamente, alias uma grande maioria  como tem se repetido em todos os tempos.

Nessa época a troca de matéria prima com nossos vizinhos  estelares  , era comum e do conhecimento publico , a tecnologia empregada , estava baseada na energia das partículas  atômicas de levitação e magnetismo , igualmente empregadas por uma grande variedade de extraterrestres . 

A Irmandade dos Sete Raios tivera já a sua existência  em épocas remotas , durante o tempo da raça mais antiga da Terra , quase um bilhão de anos atrás , contudo  sabe-se que  isso só se refere  as manifestações da categoria humanoide , anteriormente houve  a partir de 3,2 bilhões de anos o surgimento de vida num outro contexto ,  animal e vegetal , o qual também atingiu suas manifestações  de elevado grau  intelectual e espiritual , também pereceram por centenas de cataclismos . 

Esses seres  foram representados pelas raças repteis e de alguns insetos , que atualmente  trabalham  nos planos sutis para  ajudar  no plano de  transmutação da Terra , para uma  vibração superior .  

Quando surgiu a necessidade da criação da Irmandade dos Sete Raios  , ainda era preciso a tutoria das seres  extraterrestres e de muitos criadores , para  acompanhar e guiar o nosso desenvolvimento , porém as entidades que  formavam essa então Irmandade dos Sete Raios não era totalmente física , era constituída de seres de alta Luz e  de outras dimensões , pois eles sabiam que os nossos criadores eram  imperfeitos  e não possuíam  total controle sobre a situação , o que ficou comprovado posteriormente .  

Salientamos  , que a Fraternidade Branca  da Terra foi criada a cerca de 18 milhões de anos atrás pelo Amado Sanat Kumara , então representante de Vênus. Até  o momento  do cataclismo que  submergiu o continente  de Mu  , a Irmandade dos Sete Raios , nunca dispusera de  um Mosteiro ou templo  destinado a estudantes  que estivessem na busca do conhecimento e da harmonização  espiritual para combinar o fluxo das  suas  correntes vitais.


Cada estudante nasceu de um dos Sete Grandes Raios da Vida , como nascemos todos , e estes Raios deviam ser combinados  por cada estudante , tecendo seu próprio Raio (dele ou dela), como se fosse um fio colorido na tapeçaria que simbolizava a vida espiritual do Mosteiro. Daí a sua designação de irmandade dos Sete Raios , também conhecida  como a irmandade da Iluminação. 
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[1] Civilizações  que vivem submersas no Pacífico Sul , Antártida e Atlântico .
[2] Membro da Fraternidade Branca , Possui um Templo  No Lago Titicaca na Bolívia .
[3] Localizada na Bolívia , próximo a La Paz , beirando a Lago Titicaca.
[4] Espécie de foco Laser ,  produzido por prismas de cristal  de Diamante , trabalhado por sacerdotes e extraterrestres . Esse método foi empregado no corte das pedras das pirâmides  séculos antes , pelos Nodianos , uma raça de extraterrestres  arquitetos.
[5] Grupo não governamental , que detém o poder  de manipulação sobre nossos dirigentes e sobre o Governo Secreto , constituído pela cúpula de 13 famílias altamente influentes no globo. São de origem extraterrestre e pertencem a dimensão 2,48 . Vivem em outro plano dimensional , e   possuem alguns representantes  em cavernas subterrâneas  escavadas pela cúpula Norte Americana , na área 51 , próximo ao Arizona , existem alguns membros dessa espécie de seres  malignos . Eles são como vampiros energéticos , se alimentam de plasma proveniente do medo , paixão , sentimentos fortes com baixa vibração .


20 novembro, 2010

Lemúria e Atlântida



O Elo Perdido





Lemúria





A Lemúria estendia-se de Madagascar a Ceilão e Sumatra. Incluía algumas partes do que é hoje a África. Porém o gigantesco continente, que ia do Oceano Índico à Austrália, desapareceu por completo sob as águas do Pacífico, deixando ver, aqui e ali, somente alguns topos de seus montes mais elevados.



Amplia a Austrália dos períodos terciários à Nova Guiné e às ilhas Salomão, talvez a Fidji, e de seus tipos marsupiais inferem uma conexão com o continente do Norte durante a era secundária.



Uma das lendas mais antigas da Índia, conservada nos templos por tradição oral e escrita, reza que há várias centenas de mil anos, havia no Oceano Pacífico um imenso continente, que foi destruído por convulsões geológicas e cujos fragmentos podem ver-se em Madagascar, Ceilão, Sumatra, Java, Bornéu e ilhas principais da Polinésia. As altas mesetas do Industão, não estariam representadas senão pelas grandes ilhas contíguas ao continente central... Segundo os Brahmanes, essa região havia alcançado um alto grau de civilização e a península do Industão, acrescida pelo deslocamento das águas na ocasião do grande cataclisma, não fez mais que continuar a cadeia das primitivas tradições originadas no mesmo continente. Essas tradições dão o nome de Rutas aos povos que habitavam o imenso continente equinocial; e de sua linguagem é que derivou o sânscrito...



Durante os primeiros dias da Lemúria, erguia-se como um pico gigantesco surgido do fundo do mar, e a área compreendia entre o Altas e Madagascar estava coberta pelas águas até o primeiro período da Atlântida, após o desaparecimento da Lemúria, quando a África emergiu do Oceano e o Altas foi submerso pela metade.



Os pormenores quanto à submersão do Continente habitado pela segunda raça raiz (ver Saint germain - Fraternidade Branca) são algo escassos. Menciona-se a história do Terceiro Continente, ou Lemúria, mas no tocante aos outros há simples alusões. Diz-se que a Lemúria pereceu 700.000 anos antes do começo da chamada era Terciária (período Eoceno).



O cataclisma que destruiu o enorme continente, do qual é a Austrália o principal remanescente, foi ocasionado por uma série de convulsões subterrâneas e pela violenta ruptura de solo no fundo dos oceanos.



Talvez seja esta a razão por que a ilha de Páscoa, com suas maravilhosas estátuas gigantescas testemunho eloqüente da existência de um continente que submergiu, com sua humanidade civilizada, quase não é mencionada nas enciclopédias modernas. Evita-se cuidadosamente fazer-lhe referência, a não ser em algumas narrativas.



Entre a evolução fisiológica final e a construção da primeira cidade lemuriana transcorreram muitas centenas de mil anos. Sem embargo, já estavam os Lemurianos, em sua sexta sub-raça, construindo com pedras e lava suas primeiras cidades rochosas. Uma dessas grandes cidades de estrutura primitiva foi toda construída de lava, a umas trinta milhas (...) do sítio e que agora a ilha de Páscoa estende sua estreita faixa de solo estéril; cidade que uma série de erupções vulcânicas destruiu por completo. Os restos mais antigos das construções ciclópicas foram obras das últimas sub raças lemurianas.



Naqueles dias, frações consideráveis do futuro continente da Atlântida ainda faziam parte integrante do leito do Oceano. A Lemúria, nome que convencionamos dar ao Continente da Terceira Raça, era então uma terra gigantesca. Ocupava toda a área compreendida desde a base dos Himalaia, que a separavam do mar interior, cujas ondas rolavam sobre o que hoje é o Tibet, a Mongólia e o grande deserto de Shamo (Gobi), até Chittagong, prolongando - se a Oeste na direção de Hardward, e a Este até Assam (Annam). Daí se estendia para o Sul, através da Índia Meridional, Ceilão e Sumatra; e abarcando, no rumo do Sul, Madagascar à direita, Austrália e Tasmânia à esquerda, avançava até alguns graus do círculo Antártico. A partir da Austrália, que era então uma região interior do continente principal estendia - se ao longo do Oceano Pacífico, além de Rapa Nuí (Ilha de Páscoa). Esta informação parece estar corroborada pela Ciência, ainda que parcialmente. Quando fala sobre a direção (e movimento) dos continentes e demonstra que as massas infra - árticas acompanham geralmente o meridiano, está a ciência referindo-se a vários continentes antigos, embora indiretamente e como conseqüência devia existir uma proximidade muito grande entre a Índia e a Austrália, e em época tão remota que era seguramente pré-terciária, a Lemúria pereceu, e o que restou dela, resurgiu mais forte do que nunca, conhecida como Atlântida.





Atlântida





Houve uma época que o Delta do Egito e a África do Norte faziam parte da Europa. Antes que a formação do Estreito de Gilbratar e o levantamento ulterior do Continente alterassem por completo o mapa da Europa. A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida.



A destruição da famosa Ilha de Ruta e da ilha menor de Daitya - que se deu há cerca de 850.000 anos, no fim do período Plioceno, não deve confundir - se com a submersão do continente principal da Atlântida, durante o período Mioceno. Os geólogos façam o que fizerem, não podem reduzir a 850.000 anos somente o tempo que se passou desde o período Mioceno; na realidade, há vários milhões de anos que desapareceu a massa principal da Atlântida.



E a causa do desaparecimento da Atlântida, foram as perturbações sucessivas do eixo de rotação. Começou este cataclismo nos primeiros tempos da era Terciária, e, continuando durante muitas idades, determinou a extinção, pouco a pouco, dos últimos vestígios da Atlântida, com a exceção provavelmente de Ceilão, e de uma pequena parte do que agora é a África.



O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua explêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras tem servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente. Iremos tratar aqui destas teses, que poderão dar um caráter científico às nossas buscas.



De todas as lendas sobre povos e civilizações perdidas, a história de Atlântida parece ser aquela que mais interesse tem despertado. A primeira referência escrita deste mito encontra-se nos relatos de Platão. Nos diálogos Timeu e Crítias é narrada a fascinante história da civilização localizada "para além das colunas de Hércules". É descrita a existência desta ilha continental, bem como os detalhes históricos de seu povo, com sua organização social, política e religiosa, além de sua geografia e também da sua fatídica destruição "no espaço de uma noite e um dia ". Eis parte do diálogo : "...Ouvi, disse Crítias, essa história pelo meu avô, que a ouvira de Sólon, o filósofo. No delta do Nilo eleva-se a cidade de Sais, outrora capital do faraó Amásis e que foi fundada pela deusa Neit, que os gregos chamam Atena. Os habitantes de Sais são amigos dos atenienses, com os quais julgam ter uma origem comum. Eis por que Sólon foi acolhido com grandes homenagens pela população de Sais. Os sacerdotes mais sábios da deusa Neit apressaram-se a iniciá-lo nas antigas tradições da história da humanidade.



Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.



Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma: "toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar, mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia, de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número, altura e beleza, muito acima das do nosso tempo...".



Segundo todos relatos, os atlantes desenvolveram-se de tal forma, que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança.



A Atlântida possuía 10 reis. Estes soberanos por sua vez possuíam dentro de seus domínios "um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis, sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte".



O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar.



O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquezas da ilha-continente, tanto no que tange às construções, como aos imensos recursos naturais da legendária ilha.



Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foram utilizadas nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens, tanto para animais domésticos, como para selvagens, incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha. Por sua vez, toda sorte de frutos, legumes, flores e raízes existiam ali, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida.



Diz Platão que de início os atlantes "construíram pontes nos cinturões de mar que envolvia a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real", bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança, e fazia deste uma espécie de porto.



As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados: em suas imediações foram plantadas "árvores benéficas para as águas”, bem como foram construídas "cisternas para banhos quentes no inverno". Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, "parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes”.



Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos, bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos náuticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo.



O palácio real era segundo os relatos "uma verdadeira obra prima de encantar a vista, por suas dimensões e beleza”.



O templo dedicado a Poseidon era cercado por um muro de ouro, que segundo o relato, ele "tinha um estádio de comprimento e três plectros de largura para fora, todo o templo era forrado de prata, com exceção dos acrotérios, que eram de ouro. No interior, a abóboda era de marfim, com ornamentos de ouro, prata e oricalco”.



Havia também no templo estátuas dedicadas a diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus detalhes e maravilhas.



Na conversa que tiveram com Sólon acrescentaram os sacerdotes que calamidades maiores foram às vezes causadas pelo fogo do céu (...) Depois os sacerdotes fizeram saber a Sólon que conheciam a história de Sais a partir de 8000 anos antes daquela data (...) Há manuscritos, disseram, que contém relato de uma guerra que se lavrou entre os Atenienses e uma nação poderosa que existia na grande ilha situada no Oceano Atlântico (...) e mais além, no extremo do oceano um grande continente. A ilha chamava-se Posseidonis, ou Atlantis (...) quando se deu a invasão da Europa pelos atlantes, foi Atenas, como cabeça de uma liga de cidades gregas, que pelo seu valor salvou a Grécia do jugo daquele povo. Posteriormente a estes acontecimentos houve uma grande catástrofe: um violento terremoto sacudiu a terra, que foi depois devastada por torrentes de chuva. As tropas gregas sucumbiram e a Atlântida foi tragada pelo oceano (...) sempre houve e há de haver no futuro numerosas e variadas destruições de homens; as mais extensas, por meio da água ou pelo fogo, e as menores por mil causas diferentes (...) Nas destruições pelo fogo, prosseguem os sacerdotes, perecem os moradores das montanhas e dos lugares elevados e secos, de preferência aos que habitam as margens dos rios ou do mar (...), por outro lado, quando os Deuses inundaram a terra para purificá-la, salvaram-se os moradores das montanhas, vaqueiros e ovelheiros, enquanto os habitantes de vossas cidades eram arrastados para o mar pelas águas dos rios. (...) entre vós outros, mal começais a vos prover da escrita e do resto de que as cidades necessitam, depois do intervalo habitual dos anos, desabam sobre vós, do céu, torrentes d'água, maneira de alguma pestilência, só permitindo sobreviver o povo rude e iletrado. A esse modo, como se fosseis criancinhas, recomeçais outra vez do ponto de partida, sem que ninguém saiba o que se passou na antiguidade, tanto aqui como entre vós mesmos.



A primeira coisa que chama a atenção do pesquisador é a semelhança das referências antigas nesse particular. Na Bíblia o profeta Isaias fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas: "... Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras...” (Is XVIII, 1-2). Também Ezequiel trata do mesmo assunto nos capítulos XXVI e XXXII: “... Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre...”.



As citações do Velho Testamento podem ser comparadas às que traz escritas um velho códice tolteca, cuja tradução, feita por Plangeon, diz o seguinte: “: No ano 6 de Kan, em 11 muluc do ano de Zac, terríveis tremores de terra se produziram e continuaram sem interrupção até o dia 13 de Chen. A região de Argilla, o país de Mu, foi sacrificado. Sacudido duas vezes, ele desapareceu subitamente durante a noite. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até que cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras, e depois dispersas. Não tendo podido resistir às suas terríveis convulsões elas afundaram, arrastando para a morte seus 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito”.



Há 100 milhões de anos atrás, a geografia do planeta era bem diferente da atual. As massas continentais encontravam-se unidas, formando um grande continente, cercado pelo mar. Este grande continente conhecido como Pangéia, desfez-se gradualmente ao longo das eras geológicas, até atingir a conformação atual. Este fato é reconhecido pela ciência.



Este processo de separação, se se deu por violentos movimentos tectônicos, às vezes acompanhados de cataclismas violentos, que se prolongaram por milhões de anos. Neste período de deslocamento constante das placas tectônicas, se deram formações de cordilheiras, bem como o desaparecimento de vastas áreas, que submergiram nos oceanos. O local onde os dois grandes blocos continentais se desmembraram (Américas a Oeste - Europa, Ásia e Austrália a Leste) encontra-se demarcada por uma espécie de cordilheira submarina chamada Dorsal Meso-Atlântica.



A Dorsal Meso-Atlântica apresenta inúmeras ramificações, que praticamente chegam a ligar os dois blocos continentais. Ao longo destas colinas submarinas, encontra-se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de pólo a pólo. Ao norte em plena região ártica temos, as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia, mais o sul pouco acima do trópico de câncer encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde, mais ao sul temos Santa Helena e outras menores; próximo da Antártida destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo.



A tese da separação dos continentes encontra um forte respaldo na perfeita combinação da costa brasileira com a costa ocidental da África, que se encaixa como num quebra cabeças, no entanto, no extremo norte, as peças deste quebra cabeças não se encaixam com clareza, isto pode ser percebido nos litorais da Escandinávia, Islândia, Groelândia e norte do Canadá. Entre a costa Norte Americana de um lado e a Europa e norte da África de outro, existir um grande vazio, como se faltasse uma peça do quebra - cabeças. Teria então este vazio relação com o Continente da Atlântida, desaparecido no meio do Oceano?



Denomina-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações, fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas: movimentos orbitais da terra, continentalidade dos pólos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras.



Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambriano até bem recentemente. No entanto, dado às dificuldades a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno.



Uma glaciação inicia-se quando após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão, sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores.



Há cerca de 80.000 anos atrás, iniciou-se o último grande avanço das geleiras nas regiões norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás.O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos. Esta última é a data fatídica da Submersão da Atlântida.



Houve um tempo na face terrestre, que os homens avançaram muito em conhecimento, aprofundando-se em todas as ciências. Chegaram a realizar viagens espaciais e faziam intercâmbio com todos os planetas do sistema solar. Sua Sabedoria era muito avançada e já se entendiam pela Mente.



Os Atlantes evoluíram a tal ponto que tinham amplos conhecimentos das forças da natureza. Eram homens muito avançados, e com grande sabedoria oculta, praticando a magia em todas as suas formas.



Uniram-se em uma grande nação e fizeram dela um imenso império de Força e Sabedoria. Dizem os anais secretos que nenhum povo foi tão sábio quanto eles; construíram os maiores templos de uma esplêndida magnitude e usavam tudo o que era belo e valioso em suas construções indo buscar os materiais mais sofisticados onde quer que estivessem.



Elevavam-se no espaço em busca de uma grandiosidade maior para si e para a sua nação. Cresceram e multiplicaram-se, aumentando a cada dia o seu poder. Construíram naves espaciais que permaneciam no espaço em intercâmbios com outras civilizações e muitas vezes impunham terror às cidades que não lhes agradavam, destruindo-as com suas forças.



Chegaram a neutralizar a própria morte, conseguiram dominar a matéria. A ciência conseguiu alcançar uma culminância quase inacreditável. No entanto, tanto conhecimento técnico e científico acumulado começou a servir a propósitos condenáveis. Dizem que começaram a criar verdadeiros monstros manipulando genética e cirurgicamente homens e animais, os centauros e minotauros seriam alguns exemplos destas aberrações.



A Sociedade atlântica se subdividia em duas castas ou classes sociais: A dos homens-luz ou da face resplandescente (de face amarela)-mais espiritualizados, e a dos idealistas ou de face tenebrosa (de face vermelha). O processo de degradação moral originou a divisão da nação atlante. Contam os escritos tibetanos que os Idealistas ou homens de face tenebrosa (praticantes da magia negra) assumiram o controle político, obrigando os homens-luz a se refugiar nas montanhas interiores do continente.



Contam ainda os escritos arcaicos: “e o grande rei de Face resplandescente, o chefe de todos os de face amarela, entristeceu-se ao ver os pecados daqueles de face tenebrosa. Enviou os seus veículos aéreos (Vimânas) a todos os chefes irmãos os chefes das outras nações e tribos, com homens piedosos em seu interior, dizendo: preparai-vos. De pé, homens de boa lei! Atravessai o país enquanto ainda está seco. Os senhores da tempestade se aproximam. Seus carros se aproximam da terra. Os senhores da face tenebrosa (os feiticeiros) não viverão mais que uma noite e dois dias nesta terra paciente. Está ela condenada; e serão submergidos com ela. Os senhores inferiores dos fogos (os Gnomos e os elementais do fogo) estão preparando suas AgnYastras mágicas (armas de fogo construídas por meio de magia). Mas os senhores de Olhar tenebroso (olho mau) são mais fortes do que eles (os elementais), que são escravos dos poderosos. Estão aqueles versados em Astra (vidîa, o conhecimento mágico superior)”.



"Que os senhores da face resplandescente (adeptos da magia branca) procedam de modo que os Vimâvas (veículos aéreos) dos senhores da face tenebrosa caiam em suas mãos (ou em seu poder) a fim de que nenhum dos feiticeiros possa, avisados por eles (animais falantes), escapar das águas”.



* NOTA -os animais falantes eram maravilhosos, feitos artificialmente e de estrutura mecânica, animados por um Din (elemental). Falavam e davam aviso a seus amos (os feiticeiros) de todo perigo iminente. Segundo os relatos, somente o sangue de um homem puro podia destruí-lo.



“Que os de face amarela enviem sonos (hipnóticos) aos de face tenebrosa. Que eles ainda lhes evitem (aos feiticeiros), a dor e o sofrimento. Que todos os homens fiéis aos Deuses Solares (os de face amarela), paralisem todos os homens dependentes dos Deuses Lunares (os feiticeiros), para que não sofram nem escapem a seu destino. E que todos os de face amarela dêem sua água da vida (o sangue) aos animais falantes dos magos de face tenebrosa, para que não acordem os seus amos. É soada a hora, a noite negra está próxima. E o grande rei deixou pender sua face resplandescente e chorou...”.



"Quando os reis se reuniram, já havia começado o movimento das águas, e as nações já tinham passado sobre as terras enxutas. Estavam muito além do nível das águas. Seus reis as alcançaram nas suas Vimânas e as conduziram ao país do fogo e do metal (Nordeste)”.



"Choveram estrelas (meteoros) sobre os de Face tenebrosa; mas eles dormiam. Os animais falantes (os vigilantes mágicos) não se mexeram. Os Senhores inferiores (os elementais) aguardavam ordens, mas estas não chegaram porque os seus amos dormiam. As águas se elevaram e cobriram os vales de um extremo a outro da terra. As terras altas ficaram e os países para onde migraram os homens de face amarela e olhar reto (a gente sincera e franca). Quando os senhores da face tenebrosa despertaram e procuraram suas Vimânas para fugir das ondas que subiam, viram que tinham desaparecido”.



"Alguns magos de face tenebrosa, mais poderosos, que haviam despertado antes dos outros, perseguiram aqueles que os tinham despojado. Os perseguidores - cujas cabeças e peitos sobressaiam acima das águas (magos gigantescos), lhes deram caça durante três períodos lunares, e finalmente, alcançados pelas águas, foram mortos até o último homem”.