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19 março, 2011

Convite “Hopi” à oração para restaurar-se o equilíbrio do Japão e da Mãe Terra


Os “Hopi” estão orando pelo povo do Japão e pelas pessoas em todo o mundo para que possam enfrentar a crise de um mundo em desequilíbrio.
Estamos todos em um momento de grande mudança de nossa Mãe Terra e esses eventos têm sido previstos por nossos Sábios. Através de nossas profecias e cerimônias, a terra sagrada deste mundo está agora chorando. E nossos filhos pedindo aos “Hopi” pelo equilíbrio da vida no futuro.
Nossos sábios nos orientaram em como atravessar estas mudanças. A Humanidade está escolhendo agora o caminho através do qual toda a vida seguirá o seu curso e nós tínhamos consciência de que essa hora chegaria.
Como “Hopis”, pedimos-lhes que se juntem a nós em oração para equilibrar-se a “Mãe Terra” e toda a vida.
Acreditamos que, através de nossas orações e orando-se de bom coração como recomendam nossos idosos, poderemos diminuir o impacto destes eventos.
Nós, como Hopi, juntamos nossas orações às do Dalai Lama e pessoas de todo o mundo para enviarmos a cura para o Japão, a Terra e toda a vida. Neste tempo de mudanças, pedimos aos povos de todo o mundo para retornarmos a uma forma mais equilibrada da vida.
Nós, “Hopis”, dizemos que há um caminho a seguir que nos permite passar por este momento de mudança. Caminhem suavemente sobre a nossa Terra, com respeito a Ela e toda a vida. Num retorno para conectarmos nosso coração ao coração do caminho para o futuro.
Juntem seus corações aos “Hopi” em honra a nossa Mãe Terra, plantando jardins, respeitando o curso sagrado da vida ao oferecer água e vida plena às futuras gerações de nossos filhos.”

Kwak wha, Lolmani (Obrigado, possam haver melhoras futuramente)

Lee Wayne, Loamayestewa
Kikmongwi, Chief of Shungopavi Village



TRADUÇÃO: SILVANA VIGNINI


27 dezembro, 2010

10 APONTAMENTOS DE PAZ!!!


1. Aprenda a desculpar infinitamente para que os seus erros,
 à frente dos outros, sejam esquecidos e perdoados.

2. Cale-se, diante do escárnio e da ofensa, sustentando o silêncio edificante,
 capaz de ambientar-lhe a palavra fraterna em momento oportuno.

3. Não cultive desafetos, recordando que a aversão por determinada criatura
 é, quase sempre, o resultado da aversão que lhe impuseste.

4. Não permita que o egoísmo e a vaidade, o orgulho e a discórdia se enraízem
 no seu  coração, lembrando que  toda a idéia de superestimação dos próprios valores é adubo nos espinheiros da irritação e do ódio.

5. Perante o companheiro que se rendeu às tentações de natureza inferior, deixe que a 
compaixão lhe ilumine
 os pontos de vista, pensando que, em outras circunstâncias, poderia você ocupar-lhe a 
indesejável
 situação e o lugar triste.

6. Não erga a sua voz demasiado e nem tempere a sua frase com fel para que a sua
 palavra não
 envenene as chagas do próximo.

7. Levante-se, cada dia, com a disposição de servir sem a preocupação de ser servido,
 de auxiliar 
sem retribuição e 
cooperar sem recompensa, para que a solidariedade espontânea te favoreça com
 os créditos
 e recursos da simpatia.

8. Esqueça a calúnia e a maledicência, a perversidade e as aflições que lhe dilaceram
 a alma, 
entendendo nas dores
 e obstáculos do mundo as suas melhores oportunidades de redenção.

9. Lembre-se de que os seus credores estão registrando a linguagem de seus exemplos e
 perdoar-lhe-ão as faltas e os
 débitos, à medida que você se fizer o benfeitor desinteressado de muitos.

10. Não julgue que o serviço da paz seja mero problema de boca mas, sim, testemunho
 de
 amor e renúncia, regeneração
 e humildade da própria vida, porque, somente ao preço de nosso próprio suor, na obra do
 bem, é que
 conseguiremos reconciliar-nos, mais depressa, com os nossos adversários, segundo a lição 
do Senhor.


AUTOR DESCONHECIDO