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19 maio, 2014

QUEM FICA E QUEM PARTE NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA



QUEM VAI FICAR E QUEM VAI PARTIR NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

O dogma cristão da salvação emana tanta incoerência que até uma criança consegue perceber que há algo errado na idéia de que todos, indistintamente, que aceitarem Jesus como salvador irão para o mesmo lugar espiritual, o céu. Ninguém em sã consciência pode acreditar que todas as pessoas, independentemente do seu nível de evolução, irão para o mesmo plano espiritual. A Providência Divina não é tola para jogar desta forma todas as pessoas no mesmo lugar. Não seria justo, além de que não haveria afinidade vibratória, colocar no mesmo plano, neste sentido, o covarde e o valente, o desleal e o leal, o corrupto e o justo, o mentiroso e o verdadeiro e toda sorte de defeitos e virtudes existentes no homem. O mesmo dogma também peca ao propagar o milagre da alquimia interior por mágica, vendendo que os defeitos das pessoas simplesmente desapareceriam ao atingir o novo plano de existência com um novo corpo, tudo como recompensa por terem aceitado Jesus, o passaporte para o livramento do inferno.


Dentre tantas especulações que envolvem o ano de 2012 não há uma que não converta ao princípio da mudança. Independentemente da religião ou crença espiritual todos que se envolvem com o assunto concordam que haverá algum tipo de transformação e assim como o dogma cristão peca ao vender a idéia, em relação ao novo plano, da coexistência entre os extremos e a transmutação interior por mágica, a propaganda espiritualista da transição planetária também peca ao vendê-la indiscriminadamente para toda a humanidade. Não são os lugares que fazem as pessoas, mas as pessoas que fazem os lugares. Os piores seres humanos que existem indo morar nos melhores lugares da Terra não se tornarão melhores apenas por estarem lá e a Providência Divina sabe disto. Assim, não haveria evolução da Terra e da humanidade se as mesmas pessoas que insistem em não evoluir continuassem habitando este novo mundo e convivendo com as pessoas que querem prosseguir na senda.

As referidas mudanças, neste sentido, não são grosseiras e repentinas. Não é algo que tenha datas certas com marcos definindo antes e depois e o ano de 2012 é apenas um referencial. As mudanças relacionadas a este período vêm acontecendo há alguns anos e principalmente começaram em 2005, quando começou a intensificação da separação entre os extremos, das pessoas voltadas à matéria das voltadas à espiritualidade. Como o ser humano é escravo da mente é escravo também do tempo e do espaço e por isso precisa conceituar e limitar para compreender, já que usa a mente para o conhecimento, não a consciência. A humanidade precisa de uma data certa, pois é a sua forma de compreensão, assim como precisa de formas, pois não compreende princípios. Quem está "sentindo" que as coisas estão mudando apenas em 2012 na verdade não está "sentindo" coisa alguma, pois há anos que tudo começou a mudar e se não percebeu isso antes precisa rever o desenvolvimento das suas faculdades psíquicas e espirituais.

A mudança em relação à transição planetária segue a lei da correspondência fazendo com que as transformações sejam em todos os corpos. O interno e o externo mudam. Quem acha que está mudando mas não teve alteração alguma no corpo físico, de fato não está mudando. Os corpos superiores de algumas pessoas estão mudando e precisarão de corpos inferiores que acompanhem esta mudança. Na prática isto se reflete na diminuição ou eliminação do consumo de álcool e de carne, pois a vibração do novo mundo e do novo homem não terá lugar para o consumo de álcool e de carne. O Eu Interior do homem, mais consciente, bem sabe disto e está preparando os corpos materiais para que passem a se nutrir de outra forma, mais saudável. As pessoas que se preparam para a evolução estão mais atentas ao seu Eu Interior, que vai naturalmente rejeitar o que não lhe faz bem, como o álcool e a carne. O corpo atual do homem está adaptado para consumir carne e para que deixe definitivamente seu consumo vai sofrer mutações.

A evolução da alma manifesta-se com a evolução do corpo físico e é uma via de mão dupla. Assim como o consumo de álcool e de carne vem sendo diminuído progressivamente, para findar-se na completa eliminação, ou sendo eliminado há outros elementos materiais objetivos que refletem a preparação individual para o novo mundo. Quanto ao hábito de fumar, ativa ou passivamente, não há que se perder tempo falando nisto, eis que notório o atraso espiritual das pessoas que são incapazes de perceber o quanto comprometem a própria inspiração da essência cósmica através do Ar. Outro ponto das mudanças no corpo material das pessoas são os problemas relacionados à eletricidade. Quando se fala em "Sol central da galáxia" deve entender-se também a mudança na estrutura da própria física do planeta. A eletricidade está mudando e quem está mudando para o novo mundo está tendo problemas com a eletricidade, pois a eletricidade de seu corpo já é diferente da eletricidade pela qual o homem estruturou seu mundo.

Esta questão pode ser percebida por situações simples que estão tendo cada vez mais recorrência entre as pessoas que estão interna e externamente se preparando para estas mudanças, como passar ao lado de um poste de energia elétrica e a lâmpada ligar se desligada e desligar se acesa, problemas com estabilizadores, fontes, chips de telefones celulares e eletricidade em geral. Nada que seja motivo para aparecer em algum programa de televisão para dar showzinho de mágica, mas algo sutil que as próprias pessoas vão percebendo no dia a dia com certa regularidade e observando que não acontece com as outras pessoas, que não estão se preparando para o novo mundo e cujos corpos ainda estão em consonância com o mundo atual, que logo será o mundo antigo. A transição planetária é mudança que envolve todo o planeta e não haveria mudança se as pessoas não mudassem. Evolução espiritual vem por Vontade e consciência; não por sorte, barganha ou jeitinho. Ninguém vai evoluir entrando de gaiato ou aproveitando barca alguma.

As pessoas que habitam a Terra possuem vários níveis de evolução espiritual. Todavia, dentre tantos níveis, tudo está sendo dividido bruscamente em dois níveis distintos: de um lado as pessoas que estão se preparando e já estão prontas para um novo mundo e do outro as pessoas que não estão se preparando, não estão prontas, não querem se preparar e insistem em não evoluir. A Terra, dotada de uma consciência inteligente e de Vontade própria, deseja evoluir e seguindo a lei da afinidade as pessoas que não quiserem se preparar e se adaptar a este novo mundo não encarnarão mais na Terra e passarão a encarnar em planetas que seguem o seu padrão vibratório, o da matéria densa e da densidade. Muito do nível de evolução de uma pessoa pode-se identificar pelo calor que tem naturalmente em seu peito. Os habitantes do novo mundo, dos seres que continuarão a habitar a nova Terra, já estão sendo gerados e são gerados pelas pessoas que têm o peito quente. As pessoas que têm o peito quente são os canais pelos quais estes espíritos estão vindo à Terra.

No que tange aos dois extremos dos níveis de evolução das pessoas na Terra pode-se colocar em um ponto o materialismo e no outro extremo a espiritualidade. O materialismo não é apenas o desejo de consumo, mas a afinidade com as coisas da matéria e da mente. São as pessoas cujo objetivo de vida e que tudo que fazem é voltado à matéria e ao Eu Exterior. Estes dois pontos estão ficando cada vez mais distantes. As pessoas voltadas à matéria e à mente estão cada vez mais voltadas à matéria e à mente e as pessoas voltadas à espiritualidade e à consciência cada vez mais voltadas à espiritualidade e à consciência. Assim será cada vez mais, mostrando que há duas humanidades na Terra. Duas humanidades dispostas a seguir caminhos diferentes e que naturalmente deverão habitar planetas diferentes, já que apenas uma poderá continuar na Terra, aquela que acompanhar a vibração do próprio planeta, que através do processo de evolução do orbe terrestre será o caminho da consciência, da conexão com o Eu Interior.

O tempo hoje não é de "salvar" alguém. Todas as pessoas que estão voltadas à matéria e à mente já tiveram inúmeras chances de evoluir, mas insistiram na estagnação espiritual e o seu tempo está acabando. São pessoas que hoje dedicam suas vidas ao ter e à matéria e que em suas tantas outras vidas passadas viveram exatamente da mesma forma e para o mesmo fim, por onde estão subjugadas pela lei da recorrência. Vivem hoje da mesma forma que sempre viveram; apenas com roupas diferentes, em países diferentes, falando idiomas diferentes, com religiões diferentes e através de formas diferentes, mas a essência é a mesma: a matéria. Estas pessoas irão colher o que plantaram e passarão a encarnar em lugares condizentes com o seu nível de evolução. O tempo é de ajudar quem quer despertar, não de ser tolo e perder tempo com quem não quer. Cada um colhe o que planta e quem não plantou o desenvolvimento espiritual não vai colher os frutos da evolução espiritual da humanidade e do planeta Terra. É simples.

Aí entra a questão da inviabilidade da transição planetária, a evolução do planeta, para todos. Não seria justo colocar no mesmo bom novo lugar as pessoas que viveram suas vidas para o desenvolvimento do Eu Interior e as pessoas que viveram suas vidas apenas para o Eu Exterior. A Providência Divina é justa e perfeita e não seria justo e perfeito que isto ocorresse, portanto, não ocorrerá. Cada espírito vai habitar o local condizente com o seu padrão vibratório. A Terra não viverá mais para o Ego, a matéria e a mente e assim não terá mais lugar para quem vive para o Ego, a matéria e a mente. As pessoas que não acompanharão a evolução do planeta estão tendo seus últimos dias para "aproveitar" tudo, até que tudo definitivamente mude. O céu e o inferno não são lugares criados por Deus. Deus não cria céu e inferno pra ninguém. Deus dá aos seres o potencial para que criem o seu próprio céu e dá o livre-arbítrio para que criem o próprio inferno. O céu dos terráqueos será a Terra que eles mesmos criarão com a sua Vontade.

O mundo está entregue e largado às pessoas voltadas à matéria e as pessoas voltadas à espiritualidade estão cada vez se retirando mais, vivendo em seus cantos, buscando a convivência, principalmente em pequenas comunidades, com pessoas envolvidas com o mesmo propósito. Antes, até bem pouco tempo atrás, havia interação entre os dois tipos de pessoas, as da matéria e as da espiritualidade. Hoje a interação é cada vez menor e diminuirá até desaparecer. As pessoas voltadas à matéria têm um tipo de vida e as pessoas voltadas à espiritualidade têm outra. Quem busca a espiritualidade não precisa mais ir ao bar, na balada, no show, na rave e na festa pra satisfazer o instinto gregário, pois já existem inúmeros grupos que se reúnem com o intuito da busca espiritual e onde a convivência lhe satisfaz o desejo de comungar com outras pessoas. Quem realmente quiser e for atrás verá que em todo canto há pessoas interessadas em se reunir com propósitos relacionados à espiritualidade, mesmo que sejam poucas.

Em termos de transição planetária muito se fala sobre a humanidade alcançar uma dimensão superior, no caso, a 5ª dimensão, sem que fique claro o que realmente é esta 5ª dimensão. A transição planetária da humanidade para a 5ª dimensão significa que as pessoas vão ter o seu Eu Exterior, a vida física, encarnada, mais em consonância com o seu Eu Interior, a vida espiritual; o que de fato é como toda pessoa deveria viver e é o que representa algum nível de evolução espiritual. As pessoas, por sua inconsciência, vivem duas vidas, uma do Eu Exterior e outra do Eu Interior e alcançando a 5ª dimensão as pessoas vão viver mais de acordo com o que realmente são em sua essência, sem, naturalmente, alcançar a perfeição, já que a elevação para a 5ª dimensão é apenas um passo na senda. O ponto principal da elevação para a 5ª dimensão é isto e não tem coisa alguma a ver com pessoas voando, emanando raios coloridos do terceiro olho, movendo continentes com a mente, transpassando paredes como fantasminhas e se tornando super-heróis.

A evolução para a 5ª dimensão é viver no plano material como se vive no plano espiritual, vivendo aqui como lá. A lição deste tempo é o autoconhecimento, para que cada um saiba quem é, de onde veio, para que veio, para onde vai e assim possa viver encarnado uma vida condizente com o seu Eu verdadeiro. É a lição final, já que o tempo para o conhecimento das coisas básicas da espiritualidade já foi dado. O tempo é de dar adeus às almas queridas que não encarnarão mais na Terra, as que por mais que sejam queridas não trabalharam o seu Eu Interior para seguirem junto com a humanidade e o planeta. As pessoas que hoje vivem na Terra não terão mais inúmeras vidas aqui pra evoluir e quem está morrendo despreparado para a evolução do planeta já não está mais encarnando na Terra. Através do desenvolvimento espiritual é possível saber quem não vai encarnar mais aqui e quando se trata de uma pessoa estimada isto faz com que se passe realmente a aproveitar cada segundo com esta pessoa como se fosse o último.

O novo mundo é para as pessoas que vivem para a evolução e para a conexão. Esta é uma forma de consciência que foi trabalhada por séculos, por várias vidas; as quais representam o tempo que foi dado para que todos evoluíssem e que está acabando. Existem compreensões acerca da espiritualidade que já passaram da hora de ser compreendidas e que não representam a preparação para o novo mundo. Ninguém é espiritualizado por acreditar em Deus, em reencarnação, em vida após a morte, ter compreensão e tolerância, não viver a lei de talião, ficar arrotando que "a religião aliena", "a mídia bitola" e "a Igreja massifica", não viver para a matéria e para o Eu Exterior e tantos outros conhecimentos primitivos da espiritualidade. Isso a humanidade teve milênios pra aprender e se quem ainda está neste nível de evolução não está preparado para o algo a mais do novo mundo, que será de abertura para evoluções e conexões do planeta Terra e da humanidade, muito menos está quem não alcançou estes conhecimentos primários.

A evolução é uma lei natural e tudo caminha para que a Terra evolua assim como acontece com os outros planetas. A dualidade é necessária, mas é preciso ajustar o nível do bem e do mal em um planeta para que a vida entre os extremos seja viável. A humanidade está chegando a um ponto em que o pólo negativo está inviabilizando a vida do pólo positivo e isto será acertado com a transição planetária. As pessoas precisam viver para escolher entre o bem e o mal, não para se esconder do mal. As promessas da espiritualidade de dias melhores para a Terra poderão se tornar realidade, mas isto representará a separação dos pólos extremos. Como são as pessoas que fazem o lugar que habitam e não existe mágica para transformar o interior de ninguém, não haveria evolução da humanidade e da Terra se as mesmas pessoas, com os mesmos defeitos e a mesma insistência em não evoluir e em viver em razão da matéria continuassem a habitar o mesmo local e é por isso que nem todos vão acompanhar a Terra e a humanidade na transição planetária.
http://rudyrafael.wordpress.com/contato/

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Solange Christtine Ventura


Fonte: http://www.curaeascensao.com.br

PALAVRAS FINAIS








Vivemos um momento crucial na Terra. Um embate decisivo de forças. A força do Cristo que nos puxa para os cimos e a resistência das trevas que nos atraem para baixo. Um autêntico duelo de titãs se trava nos bastidores da humanidade terrena. 

Não fosse a extensão da Misericórdia Celeste, e o planeta estaria totalmente dominado pelo mal.

A união de forças fraternais nesse momento implica na formação de trincheiras ativas do bem. O dístico que inspirou o codificador nunca foi tão apropriado como roteiro moral de segurança, equilíbrio e libertação: Trabalho, solidariedade e tolerância. Eis a ordem do Mais Alto que expressa a atitude da misericórdia aplicada.

Na contramão da ação benevolente de dar as mãos e nos fraternizar, está o império da maldade insuflando a descrença. Sem fé e confiança, o homem se estiola. Sem ideal e sem amor, a humanidade perece à míngua. Descrença é a força para baixo que exaure e consome a disposição de marchar e elevar-se. A ausência de fé legítima no bem produz a escassez e a penúria em assuntos da alma, mantendo-nos cativos nas celas da preguiça, da tristeza e do vazio existencial.

Um de seus efeitos mais perniciosos é fixar-nos no lado sombrio da vida e do próximo.
Na convivência, a descrença patrocina o esfriamento afetivo e favorece a indisposição para a proximidade e a cordialidade. É o sentimento que esfacela a confiança, bombardeia os pensamentos com a cobrança e incendia a crítica maledicente.

Quando focamos nossa mente nas mazelas alheias, despertamos em nós próprios os monstros da inveja, da disputa e da indiferença que alicerçam o piso emocional da rivalidade silenciosa.






A melhor palavra que define a ação misericordiosa de uns para com os outros é a indulgência.

O indulgente vê o mal de outrem e se resguarda na ação complacente de destacar-lhe seus valores e conquistas. Esse impulso de generosidade e altruísmo é a apólice de proteção mais inspiradora para as relações sadias e educativas regadas por afeto cristão.

A união depende desse ato promissor de perceber sem denegrir. É a arte de nos perdoarmos uns aos outros pelo que ainda somos no carreiro da evolução.

Os grupos doutrinários que não aplicam indulgência matam a esperança do pacifismo nas relações e constroem ninhos acolhedores para a discórdia.

União não significa caminharmos sempre juntos, mas poder contar sempre uns com os outros; não significa que tenhamos que aceitar as ideias alheias, porém, respeitar o direito que outrem tem de cultivá-las, sem asilar perturbação ou antipatia; e o mais importante: união não significa viver sentimentos que ainda não somos capazes, todavia, não permitirmos qualquer obstáculo para que o arrependimento ou a saudade não destruam ou reprimam o amor que, inegavelmente, nutrimos por alguém.

Estamos procurando corações dispostos a enaltecer a boa parte de quem quer que seja. A tarefa genuína do educador de almas é tirar de dentro dela a beleza reluzente, os lírios de esperança adormecidos em cada um de nós. O clamor das esferas superiores é estender as mãos uns aos outros incondicionalmente.

Sem amizade, será a derrocada do diálogo.

Sem diálogo, resta-nos a solidão dos pensamentos os quais emaranhamos em fantasias que alimentam a loucura da discórdia e da separação com motivos aparentemente justos a nosso favor.

Só quem se distancia do amor aplicado, reserva-se o insano direito de diagnosticar culpados pela perturbação e dissolução nos ambientes da doutrina. O somatório de nossas lutas morais é a única explicação aceitável para a borrasca que atinge a convivência.

Se não nos tolerarmos, não floresce a fraternidade, e sem ela, somos inevitavelmente atraídos para baixo, ao encontro das sombras que agasalhamos. Sem fraternidade, não haverá espaço para a atitude de alteridade em nosso íntimo.






Misericórdia é a diretriz que traduz amor incondicional. Se o Cristo nos aceita, estendendo benesses a todo instante em nossa caminhada, por que haveremos nós, operários imperfeitos de Sua Obra, de depreciar o valor de outrem que coopera fazendo o melhor que pode?

A destruição dos grupos espíritas caminha nesse passo: julgamento/ rotulação/ crítica/ maledicência/ mágoa/ inimizade/ indiferença/ conflitos imaginários/ obsessão/ cisão perturbadora.

Tudo começa no pensamento quando nos concedemos observar o argueiro no próximo sem enxergar a trave em nós próprios.

Desoprimamos o coração do peso da mágoa que provém, quase sempre, de julgamentos intolerantes que fazemos da ação alheia.

Conquanto caiba-nos o direito de discernir a conduta de outrem e dela discordar, compete-nos o dever de zelar pela manutenção dos melhores sentimentos cristãos para a pessoa em si. Que discordemos da conduta, mas continuemos a amá-lo. Divergência de opinião sem desistência do amor.

Na ordem cristã impera: julgamento/ compaixão/ assertividade/ oração/ acolhimento fraterno/ amabilidade/ amizade/ concórdia.

Agindo assim espalharemos o clima do otimismo e da crença uns nos outros criando ambientes revigorantes para nossa fragilidade e inconstância afetiva.

Lembre-se: quem quiser sentir Jesus mais perto de si nesses dias tormentosos da Terra, tenha sempre uma palavra de estímulo nos lábios e um gesto de amabilidade na atitude. Saiba retirar o diamante escondido do lodo. Desapegue das certezas acerca dos julgamentos e renove o campo mental para estar sempre a dizer mesmo sem palavras: estou aqui meu amigo, conte comigo!

Em um belo poema de luz, Paulo em sua segunda carta ao povo de Corinto, capítulo doze, versículo quinze, recitou: “Eu de muito boa vontade gastarei, e me deixarei gastar pelas vossas almas, ainda que, amando-vos cada vez mais, seja menos amado.”

Amemos sem cansar. Incondicionalmente.






Da servidora do Cristo e amante do bem,

Maria Modesto Cravo.




Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/palavras-finais/?PHPSESSID=694ec58aa78e7e004769eca9896eedde#ixzz329xcOcHL

29 maio, 2013

ANO 2057 – Chico Xavier, nos informa quando a terra será um mundo de regeneração (Artigo mais completo)

Chico Xavier, nos informa quando a terra será um mundo de regeneração
No livro Plantão de Respostas, Volume II, Chico Xavier diz: “Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2.057”.
Percebamos que o ano de 2.057 está dentro dos limites preconizado por Kardec.
O que nos leva a crer que, quando os princípios espíritas estiverem implantados em todo o planeta, haverá uma revolução cultural em tamanha proporção, que veremos o alvorecer do tão esperado Mundo de Regeneração.
Em 1932, através do capítulo acima UM NOVO CICLO EVOLUTIVO, Maria João de Deus (Mãe de Chico Xavier), informa:
“Nossos venerandos mentores espirituais sempre nos elucidam, explicando que a Terra se acha em vias de conhecer um novo ciclo evolutivo. Explicam-nos, então, que esses movimentos objetivam não só o cumprimento exato das provações individuais e coletivas dos homens e dos povos, como também representam um trabalho de drenagem sobre as multidões humanas, selecionando as almas então encarnadas nesse mundo” e, através do capítulo AS CORRENTES MIGRATóRIAS, informa: “Afirmam, portanto, os nossos guias que apenas começamos a presenciar os grandes acontecimentos que, fatalmente, terão de ocorrer nos anos vindouros.“
Em 1938, no capítulo acima LUTAS RENOVADORAS, Emmanuel informa:
“As guerras russo-japonesa e a européia de 1914 a 1918 foram pródromos de uma luta maior, que não vem muito longe, dentro da qual o planeta alijará todos os Espíritos rebeldes e galvanizados no crime, que não souberam aproveitar a dádiva de numerosos milênios, no patrimônio sagrado do tempo.“
E, em 1971, conforme capítulos do livro PLANTãO DE RESPOSTA, transcritos abaixo, Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2057.
Portanto, com base nestas informações supracitadas, entendemos que o processo de “TRANSICÃO DE PLANETA DE PROVAS E EXPIAÇÕES PARA O DE REGENERAÇÃO” teve início com a 2ª guerra mundial e deve estar concluído por volta de 2057.
Esta magnífica obra “A CAMINHO DA LUZ” não se limita a um simples registro histórico, apenas, mas, sobretudo, tem como finalidade precípua a demonstração do ciclo evolutivo a caminho da regeneração.
Podemos concluir, também, que Francisco Cândido Xavier é um dos principais missionários enviado à Terra, no início desse período de transição, para ratificar e complementar todas as informações necessárias, a fim de que possamos trabalhar em prol do nossos semelhantes e na iluminação do nosso íntimo, “finalidade divina do Espiritismo“.
Livro “PLANTÃO DE RESPOSTA” referente ao programa de televesiao em Dezembro de 1971 – “PINGA FOGO (II)”.
Capítulos do livro “Plantão De Respostas “ – Emmanuel/Francisco Cândido Xavier
*
* CONDIÇÕES DO PLANETA (I)
* Pergunta: O que a Doutrina Espírita pode dizer a respeito do fim dos tempos, isto é, como ocorrerá a transformação do planeta em planeta de provas e expiações para o de regeneração?
*
* Resposta: Através da busca da espiritualização, superação das dores e construção de uma nova sociedade, a humanidade caminha para a regeneração das consciências.
*
Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2057. Cabe, a cada um, longa e árdua tarefa de ascensão. Trabalho e amor ao próximo com Jesus, este é o caminho.
* CONDIÇÕES DO PLANETA (II)
* Pergunta: Qual a classificação do Planeta Terra na Hierarquia Universal? é verdade que a humanidade se encontra ainda no estágio animal e não hominal?
* Resposta: Planeta de Prova e Expiação. Segundo Allan Kardec, a Terra deixará de ser um mundo de dor, de provas e de expiações, para ser um mundo de Regeneração, de reequilíbrio, de felicidade. Encontramo-nos em processo de evolução.
Encarnado no corpo do homem, o espírito lhe traz o princípio intelectual e moral que o torna superior aos animais. Purificando-se, o espírito se liberta pouco a pouco da influência da matéria. Sob essa influência aproxima-se do bruto, mas não deixa de pertencer ao reino hominal. Isento dela, elevar-se-á à sua verdadeira destinação, ou seja, a de espírito puro.
Bezerra de Menezes, nos informa quando o espiritismo será implantado na terra.
No livro (*)Atitude de Amor, Editora Dufaux, psicografia de Wanderley Soares de Oliveira, Bezerra de Menezes nos esclarece que para o Espiritismo ser implantado na Terra houve um planejamento na espiritualidade (como não poderia deixar de ser), e que a implantação teve uma delimitação de três períodos distintos de 70 anos.
O primeiro período de 70 anos (de 1.857 a 1.927) teve como foco a consolidação do fato de que o Espiritismo não é uma crença fundamentada em idéias humanas, mas, sim, o Espiritismo é a Doutrina dos Espíritos.
O segundo período (de 1.928 a 1.997) teve como objetivos a proliferação dos Centros Espíritas e a difusão do conhecimento espírita. Foi o período em que ficamos especialistas em fazer belos discursos, sem praticá-los! Passamos a ter conhecimento, mas, sem as correspondentes atitudes.
O terceiro e último período de 70 anos (1.998 a 2.067) é o que estamos vivendo neste momento! O que implica o quão essencial é crermos que nossa atual reencarnação é a mais importante de todas as existências que até hoje tivemos.
Sobre este último período, diz Bezerra de Menezes que é o período das atitudes, isto é, este é o momento de praticarmos o que até agora aprendemos com o Espiritismo.
Por exemplo, se temos um belo discurso sobre fraternidade, chegou a hora de sermos fraternos. Como disse Richard Simonetti, “Chegou a hora do conhecimento descer da cabeça para o coração”, ou como disse nosso também confrade Carlos Abranches: “Precisamos raciocinar com o coração e amar com o cérebro”.
Conclusão – III: Bezerra de Menezes nos informa que a implantação do Espiritismo na Terra será no período de 1.997 a 2.067, período este dentro dos limites de tempo em que Kardec afirma que o Espiritismo será Crença Comum.
Atitude deAmor
(Mensagem do espírito Bezerra de Menezes, no livro Seara Bendita, psicografado por Maria José da Costa Soares de Oliveira e Wanderley Soares de Oliveira, MG: Editora INEDE, 2000)
“Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis?
não fazem os publicanos também o mesmo?” – Mt. 5:46″

A palavra de Bezerra:
O período da maioridade
Na primeira noite após o memorável Congresso Espírita Brasileiro (1), fomos convocados para ouvir a palavra sóbria e cândida do paladino da unificação, Bezerra de Menezes, em ativo núcleo de nosso plano destinado aos empreendimentos voltados para o Consolador.
Ainda invadidos pelos sentimentos sublimes despertados pelo inesquecível conclave, ora encerrado na cidade de Goiânia trazíamos nossa mente imersa em profundas meditações acerca do quanto a ser feito ante as perspectivas descerradas.
No momento azado, dirigimo-nos para o salão onde se daria o conclave. Chegamos minutos antes no intuito de rever companheiros queridos que labutavam em plagas distantes e que, a convite de Bezerra, mantiveram-se ali após o congresso exclusivamente para ouvir-lhe a palestra.
A lotação era para cinco mil participantes e não havia lugares desocupados. Eram os trabalhadores do evento ora realizado, militantes da Seara em outros continentes, poetas, educadores, seareiros dos primeiros tempos, personagens da história brasileira, enfim, grupo imenso; todos comprometidos com os destinos do Espiritismo. Representações de caravaneiros de todos os estados brasileiros e dos países participantes do magno evento também estavam presentes, além dos servidores anônimos que se prestaram aos mais variados serviços de amparo e defesa pelo bem da tarefa concluída no plano físico.
Seria impossível relacionar todos, mas com intuitos que atendem a nosas ponderaçòes do momento destacamos a presença de Robert Owen (o filho), César Lombroso, Humberto Mariotti, Milton O’Relley, Anita Garibaldo, Helena Antipoff, Edgard Armond, Torteroli, Jean Baptiste Roustaing, Benedita Fernandes, Deolindo Amorim, Herculano Pires, Carlos Imbassahy, Freitas Nobre, Toulouse Lautrec, Tarsila do Amaral, Frederico Fígner, cassimiro de Abreu, Olavo Bilac, Castor Alves, Antônio Wantuil de Freitas, Alziro Zarur, Rui Barbosa, Antônio Luiz Sayão, Antônio(?) Olímpio Telles de Menezes, Cairbar Schutel.
Fomos chamados para o instante aguardado. Uma pequena e singela mesa com um belíssimo ornamento de flores embelezava o palco ao lado de potente aparelho sonoro dirigido ao grande público presente. Tudo guardando extrema simplicidade. Sem cerimônias e delongas, após oração comovida por parte de nosso condutor é passada a oportunidade ao imbatível “médico dos pobres”. (2):
Irmãos, Jesus seja nossa inspiração e Kardec a luz de nossos raciocínios.
O cinqüentenário do acordo de unificação, o Pacto áureo, ainda agora enaltecido pela comunidade espírita mundial, é vitória de incomensurável quilate espiritual para a glória do Espiritismo. Os esforços não foram em vão.
Passado o conclave nosso olhar se volta, mais que nunca, para o futuro.
Sem demérito de qualquer espécie a corações que têm feito o melhor que podem, os que aqui se encontram presentes conhecem de perto a extensão das necessidades com as quais estamos lidando.
E ainda agora, enquanto muitos se encontram inebriados com a nobre comemoração face às conquistas logradas em meio século de serviço austero, atentemos para o quanto nos falta caminhar, a fim de merecermos com justiça o título de Cristãos da nova era.
Desde as primeiras idéias para a formação das bases organizativas do movimento, são passados quase cem anos. O progresso é evidente.
Entretanto, não será demais e insano afirmar que, a despeito das conquistas, encontramo-nos na infância de nisso movimento libertador ante a envergadura da missão a nós confiada na humanidade.
A progressão do ideário espírita está em boas mãos e a falange verdade continua o programa com sucesso, não obstante os empecilhos que são variados.
Inteiremo-nos com acerto sobre o que o momento espera de todos e façamos o que for preciso, a fim de impedirmos o prolongamento da conveniência prejudicial ao prosseguimento de planos maiores.
Os primeiros setenta anos do Espiritismo constituíram o período da consagração da origens e das bases em que se assentam a Doutrina, que lhe conferiram legitimidade. Heróis da tenacidade e fibra moral, dispostos a imolar-se pela causa, venceram o preconceito do tempo e a pressão da inferioridade humana no resguardo e defesa da empreitada de Allan Kardec. O último lance que delimitou esse período foi o Congresso Internacional de Espiritismo realizado em Paris (3), onde o arauto do bem, Leon Dénis, suportou a lâmina sutil da mentira e consolidou o perfil definitivo do Espiritismo como Doutrina dos Espíritos, eximindo-a de desfigurações que em muito prejudicariam sua feição educativa e conscientizadora.
O segundo período de mais setenta anos, que coincide com o fechamento do século e do milênio, foi o tempo da proliferação. Uma idéia universal jamais poderia ficar confinada a grupos de estudo ou experimentos da fenomenologia mediúnica de materialização; fazia-se necessária a intensificação dos conhecimentos dentro de um crescimento ordenado e defensivo na elaboração de um perfil filosófico. Eis o mérito das entidades promotoras da unificação e da multiplicação de centros espíritas. Sob o regime de controle e zelo foram predicados os seus objetivos primaciais. A literatura subsidiária provocou o questionamento, a discussão, o estudo, e com isso o aprendizado dilatou-se.
A primeira etapa consagrou o Espiritismo como ideário do bem, atraindo a simpatia e superando o preconceito; a segunda ensejou a difusão. Penetramos agora o terceiro portal de mais setenta anos, etapa na qual pretende-se a maioridade das idéias espíritas.
É necessário atestar a vitalidade dos postulados espiritistas como alavanca de transformações sociais e humanas. Sua influência na cultura, nas artes, na ciência, nas leis, na filosofia e na religião conduzirá as comunidades, que lhe absorverem os princípios, a novos rumos para o bem do homem através da mudança do próprio homem.
Esse novo tempo deverá, igualmente, conduzir a efeitos salutares a nossa coletividade espírita, criando entre nós, seus adeptos, o período da atitude. O velho discurso sem prática deverá ser substituído por efetiva renovação pela educação moral. É a etapa da fraternidade na qual a ética do amor será eleita como meta essencial, e a educação como o passo seguro na direção de nossas finalidades.
Jesus definiu seus discípulos por muito se amarem, o Espírito verdade assinalou o “amai-vos e instruí-vos” como plataforma do verdadeiro espírita, e esses ensinos deverão constituir a base do programa transformador para nossas metas ante a era nova.
Assim como nas demais fases foram programadas reencarnações missionárias, a exemplo do que sucedeu no iniciar dos séculos XIX e XX, igualmente se apronta uma geração nova para os novéis ofícios da causa, dentre os quais muitos de vós aqui presentes estão esclarecidos sobre seu auspicioso retorno às fileiras do Consolador em missões de solidariedade e renovação, enquanto os que guardam maiores compromissos na vida extra-física estão conscientes dos desafios que a todos nos esperam.
Descrevamos algo de essencial acerca dessas batalhas que enfrentaremos, para não localizarmos o “joio” onde está o “trigo” e definirmos melhor as estratégias de ação.
Todos os que estão hoje em postos da administração pública brasileira, em dissonância com a ética e com os objetivos superiores para os quais reencarnaram, de bem conduzir os interesses deste País, serão, um a um a seu tempo, “removidos” para acertarem contas com as suas consciências e a espiritualidade superior.
É o que se viu e se vê todos os dias na mídia.
O FUTURO DO BRASIL Mensagem de André Luiz
André Luiz & Francisco Cândido Xavier
(*) Mensagem de 1952. Ver nota no final
O mundo caminha para grandes conquistas e também grandes catástrofes. O engenho de guerra que assombrou o mundo com a destruição moral e material de Hiroshima e Nagashaki será a causa de desentendimentos no mundo inteiro. No Brasil, um líder operário terá morte violenta, pois as forças espirituais que vivem no cosmos pedem ao Supremo Criador justiça por tudo o que foi feito de bárbaro em nome do Supremo Criador e da Pátria.
Com o desaparecimento deste, o Brasil vai passar por momentos difíceis, diversos movimentos armados vão abalar profundamente a estrutura nacional. No meio a isto virá um homem da terra do Mártir Tiradentes, e, apesar as pressões, muito irá fazer pelo Brasil, inclusive será o criador de uma Cidade Jardim, tal qual o Éden, diferente de todas as cidades, mas será substituído por outro que muita confusão irá criar e , na sua saída injustificada vai deixar a nação abalada e deste abalo vai começar o período crítico, até que o homem do patriotismo, vindo também da terra de Tiradentes irá cercar se de outros e vão derrubar a viga mestra da confusão e então muita coisa nova vai acontecer.
Homens , mulheres e crianças vão sofrer conseqüências justas e injustas provocadas por erros anteriores. O regime será combatido e até abalado, mas, muitas nações a dar crédito e respeito ao Brasil.
Com a mudança dos homens, muitos que foram o esteio da situação, serão chamados a prestar contas a Deus,então o sol, as enchentes e o frio vão criar a fome e o desespero, não só no Brasil, mas também no mundo.
Mas, no fim de tudo, vai aparecer um homem franco, sincero e leal, que montado em seu cavalo branco e com sua espada, dará uma nova dimensão e personalidade aos destinos do Brasil, corrigindo injustiças e fazendo voltar a confiança e esperança no futuro do Brasil.
Será combatido e criticado por seu temperamento e atitudes, mas ele contará com a proteção das Forças Supremas que habitam o Cosmos, e o Brasil será verdadeiramente o coração do mundo e, apesar de crises e ameaças, internas e externas, que irão aparecer, ele será sempre o fiel da balança pela sua fé e esperança no destino do Brasil a ele confiado.
(*) – Mensagem de André Luiz, transcrita por Chico Xavier. Recebida no Centro Espírita Jesus de Nazaré, em Congonhas do Campo, aos 23 dias de dezembro de 1952. O líder operário mencionado é Getúlio Vragas, e o que abandona o poder é Jânio Quadros. Há referências a Juscelino Kubitcheck, à criação de Brasília (cidade jardim) e à época da ditadura. Há referências a Tancredo Neves (com a morte dele e a ascenção de Sarney a ditadura efetivamente acabou), e agora muita coisa está acontecendo. Há referências a problemas de fome, enchentes e secas e a um líder que ainda há de vir.
Missão espiritual no Brasil
É indiscutível a missão do Brasil, como nação livre e soberana, no campo do socorro e assistência aos povos irmãos em penúria, seja intermediando a paz, porventura, entre as oponentes em conflito, seja colaborando material e socialmente com as mesmas em suas dificuldades, principalmente às mais modestas no concerto dos povos.
Ainda agora, nosso país tem envidado esforços no sentido de colaborar com o Haiti, na América Central, ainda em franca distonia política.
Porém, sua missão não se circunscreve apenas ao campo da assistência material e política às demais nações da Terra, mas também, à assistência espiritual.

Trata-se de magna missão que lhe foi outorgada por Jesus, como, aliás, está registrado no livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, de autoria de Humberto de Campos e psicografia de Chico Xavier.
Conforme ali está registrado, Jesus dignou-se de transplantar a árvore de seu Evangelho de Amor e redenção para a pátria do Cruzeiro, então Terra de Santa Cruz.
Assim, sob a égide do próprio Cristo, na terra dadivosa do Cruzeiro prolifera não apenas o maná que aplaca a fome do corpo, mas também a sede do espírito.
Colhe-se da obra citada, sob o título Esclarecendo, em seguida ao prefácio de Emmanuel, da verve do destacado ex membro da Academia Brasileira de Letras, as sensibilizantes expressões (Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho – 14ª edição – FEB):
“…Mas, se numerosos pensadores e artistas notáveis lhe traduziram a grandiosidade de mundo novo, contudo “lá fora” as inesgotáveis reservas do gigante da América, todo esse espírito analítico não passou da esfera superficial das apreciações, porque não viram o Brasil espiritual, o Brasil evangélico, em cujas estradas, cheias de esperança, luta, sonha e trabalha o povo fraternal e generoso, cuja alma é a “flor amorosa de três raças tristes”, na expressão harmoniosa de um dos seus poetas mais eminentes.
As reservas brasileiras não se circunscrevem ao mundo de aço do progresso material, que impressionou fortemente o espírito de Humboldt, mas se estendem, infinitamente, ao mundo de ouro dos corações, onde o país escreverá a sua epopéia de realizações morais, em favor do mundo.
Jesus transplantou da Palestina para a região do Cruzeiro a árvore magnânima do seu Evangelho, a fim de que os seus rebentos delicados florescessem de novo, frutificando em obras de amor para todas as criaturas…”
E, para o tom revigorante da realidade do ordenado por Jesus, do Plano Maior, o consagrado autor de “Sombras que Sofrem”, acrescenta:
“…Nessa abençoada tarefa de espiritualização, o Brasil caminha na vanguarda. O material a empregar nesse serviço não vem das fontes de produção originariamente terrena e sim do plano invisível, onde se elaboram todos os ascendentes construtores da Pátria e do Evangelho…”
Emmanuel, endossando as informações de Humberto de Campos, no prefácio da obra, informa:
“…O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro…
…Se outros povos atestaram o progresso, pelas expressões materialistas e transitórias, o Brasil terá a sua expressão imortal na vida do espírito, representando a fonte de um pensamento novo, sem as ideologias de separatividade, e inundando todos os campos das atividades humanas com uma nova luz…”

Como prova de aplicação prática desse sagrado dever cristão de nosso país para com os demais povos do orbe, registramos, ao ensejo, o caso abaixo, do livro Inesquecível Chico, de Romeu Grisi e Gerson Sestini” (Edição GEEM, 2008, às páginas 136/137), obra biográfica a que já me referi neste jornal, em outro artigo:
“Perguntei ao médium, em certa ocasião, algo que sempre me vinha à mente, aguçando a curiosidade:

— Chico, em nossas reuniões mediúnica, na época da 2ª Guerra Mundial, recebíamos entidades que haviam desencarnado nos combates.

Minha mãe, de modo especial, tinha mais facilidade de atraí-las para serem socorridas.

Sabemos que André Luiz se refere, em uma de suas obras, a esse tipo de socorro naquele período.
Contudo, depois de certo tempo, estas comunicações cessaram por completo.

Qual seria o motivo?

— Existem razões para você relacionar esse fato, Romeu. Depois de desencarnado o conflito, os centros espíritas do Brasil foram convocados pela Espiritualidade a prestar socorro às entidades que desencarnavam aos milhares na Europa, que sabemos ter fortes laços espirituais com o nosso País, sobrecarregando a atmosfera espiritual daquele continente.
As barreiras espirituais que separam as nações de então foram abertas e os médiuns, nas sessões, serviram de instrumentos para que tais comunicações se dessem.

É notável destacar, contudo, que muitas casas espíritas só tiveram conhecimento da simultaneidade do trabalho realizado, através de comentários que se seguiram entre os confrades.

Passado o tempo necessário para que essas atividades se realizassem, as barreiras espirituais entre as nações se fecharam, motivo pelo qual as comunicações deixaram de ocorrer, como você queria saber.”

Weimar Muniz de Oliveira – Juiz Federal) É presidente do Lar de Jesus, vice-presidente da Abrame – Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas – e diretor da Federação Espírita do Estado de Goiás – Feego Missão espiritual no Brasil
A Missão do Brasil
Por todo o mundo, muitos corações empedernidos fecham-se aos apelos da caridade e da necessidade de se dividir mais igualitariamente as riquezas materiais que existem no globo e entre dias de ação de graças, comemorações de datas pátrias, oferendas a ídolos de pedra, milhões de crianças, homens e mulheres sucumbem à humilhação do pós-guerra, ao massacre da fome, a dor de um ente violentado e a prostituição. E no Brasil, na terra do cruzeiro ,país continental escolhido pelo angelical Ismael para sediar a grande missão apostolar de ser fonte de bênçãos entre as diversas raças e religiões, oscila no psiquismo nacional, estágios de descrença e euforia social .
Neste roteiro de desafios desanimadores, retornam a Terra muitos servidores da Boa Nova, nos campos da filosofia, das ciências e das religiões fraternais. E para o Brasil, distante de conceitos de privilégios ou castas, se revezam vanguardeiros que se apresentam nas muitas áreas de atuação humana, marcando passagem pela sinceridade daquilo que falam e vivenciam.
***

Meus filhos lancemos fora os costumes desregrados e mesquinhos das épocas de alienação e revolta, que fizeram surgir rebeliões sociais a titulo de revolução do povo.
Afastemo-nos da cobiça desenfreada, onde o vil metal supera a honestidade e a dignidade dos Homens.
Apartemo-nos das falácias das elites igreijistas, serviçais de mamon, que pregam o separatismo e a intolerância até mesmo para com as chamadas minorias, irmãos nossos que merecem respeito e tolerância em suas opções.
***
Neste contexto de transição espiritual, sobressai aos nossos olhos espirituais, a pátria brasileira a qual muito amamos e servimos em nossa ultima passagem pela Terra, e que aqui nos confins da espiritualidade, recebe particular afeto de nossa bendita Maria, a amorável mãe de Jesus, em virtude de se encontrarem encarnados no Brasil, alguns milhares de caravaneiros de sua equipe espiritual.
O Brasil há muito possui a missão de unir mentes no caminho da salvação caritativa e por isso deve acordar definitivamente deste sono, hora de euforia, hora de lassidão.
A nação é mais do que a alegria passageira oriunda dos títulos nos esportes populares, euforias carnavalescas, imediatismos consumistas, fatores que indiscutivelmente respeitamos, mas que tem gerado a médio e longo prazo, estímulos ao comodismo, ao esquecimento dos grandes problemas nacionais e com isso gerando campo fértil para a tese do menor esforço, da alienação e a incessante busca pelo poder que projeta nas sombras, a erva daninha do narcotráfico e da corrupção galopante que se espalha nos três poderes, conferindo péssimo exemplo as base da pirâmide social, o que sem duvidas propicia discursos hipócritas, messiânicos e populistas.
***
Neste momentos de desafios morais e intelectuais, a Doutrina Cristã Espírita, codificada por Allan Kardec, não é a única forma de auxiliar a espiritualizar os sentimentos, mas é aquela que melhor esclarece quanto às responsabilidades individuais e seus resgates cármicos.
Todas as religiões e filosofias que no mundo estimulam a bondade e a compreensão são bem aventuradas, mas o tempo urge para muitos de nossos irmãos alguns deles em ultimas oportunidades reencarnatórias necessitando de esclarecimentos mais racionais e diretos.
Filhos amai-vos e instrui-vos como ensinaram as venerandas vozes a Allan Kardec. Evangelizemos a criança, o moço e o adulto e não nos afastemos nem do apoio material, nem do amparo espiritual que são fontes benditas para nossa evolução.
***
No passado , a Palestina foi aquinhoada com a presença de Jesus e fechou as portas do templo intimo, optando pelas aparências e pelo personalismo, não façamos o mesmo com o Brasil.
O Brasil recebeu a missão de edificar vidas e ser o celeiro material e espiritual do mundo, mas se o povo buscar apenas a projeção material, tal como muitos impérios de gelo, sucumbirá ao sentimento devaidade pátria, negando o Cristo e endividando-se ainda mais perante os párias da nação.
Compadeçamo-nos das nossas crianças que perambulam nas ruas consumindo tóxicos devastadores. Idosos que jazem em catres infectos. Presidiários em depósitos de sevícias. Pais sem esperanças. Evitemos as teias do individualismo que propicia a cumplicidade com o aborto delituoso, as promoções de leis favoráveis à eutanásia, a pena de morte e a comunhão com o que há de pior em nosso primitivismo animal.
Irmãos acordemos enquanto ainda balouça nos quadrantes nacionais a bandeira do amor e da esperança pedindo-nos vivenciar o Evangelho do Cristo, com muito trabalho, solidariedade e tolerância.
Que assim Deus nos permita auxiliar. Do irmão humílimo de sempre,
Bezerra de Menezes
Livro: “Brasil, Coração do Mundo – Pátria do Evangelho”.
Espírito: Humberto de Campos. Psicografia: Francisco Candido Xavier.
PREFÁCIO
Emmanuel
Meus caros filhos. Venho falar-vos do trabalho em que agora colaborais com o nosso amigo desencarnado, no sentido de esclarecer as origens remotas da formação da Pátria do Evangelho a que tantas vezes nos referimos em nossos diversos comunicados. O nosso irmão Humberto tem, nesse assunto, largo campo de trabalho a percorrer, com as suas facilidades de expressão e com o espírito de simpatia de que dispõe, como escritor, em face da mentalidade geral do Brasil.
Os dados que ele fornece nestas páginas foram recolhidos nas tradições do mundo espiritual, onde falanges desveladas e amigas se reúnem constantemente para os grandes sacrifícios em prol da humanidade sofredora. Este trabalho se destina a explicar a missão da terra brasileira no mundo moderno. Humboldt, visitando o vale extenso do Amazonas, exclamou, extasiado, que ali se encontrava o celeiro do mundo. O grande cientista asseverou uma grande verdade: precisamos, porém, desdobra-la, estendendo-a do seu sentido econômico à sua significação espiritual.
O Brasil não está somente destinado a suprir as necessidades materiais dos povos mais pobres do planeta, mas, também, a facultar ao mundo inteiro uma expressão consoladora de crença e de fé raciocinada e a ser o maior celeiro de claridades espirituais do orbe inteiro. Nestes tempos de confucionismo amargo, consideramos de utilidade um trabalho desta natureza e, com a permissão dos nossos maiores dos planos elevados, empreendemos mais esta obra humilde, agradecendo a vossa desinteressada e espontânea colaboração. Nossa tarefa visa a esclarecer o ambiente geral do país, argamassando as suas tradições de fraternidade com o cimento das verdades puras, porque, se a Grécia e a Roma da antiguidade tiveram a sua hora, como elementos primordiais das origens de toda a civilização do Ocidente; se o império português e o espanhol se alastraram quase por todo o planeta; se a França, se a Inglaterra têm tido a sua hora proeminente nos tempos que assinalam as etapas evolutivas do mundo, o Brasil terá também o seu grande momento, no relógio que marca os dias da evolução da humanidade.
Se outros povos atestaram o progresso, pelas expressões materializadas e transitórias, o Brasil terá a sua expressão imortal na vida do espírito, representando a fonte de um pensamento novo, sem as ideologias de separatividade, e inundando todos os campos das atividades humanas com uma nova luz. Eis, em síntese, o porquê da nossa atuação, nesse sentido.
O nosso irmão encontra mais facilidade para vazar o seu pensamento em soledade com o médium, como se ainda se encontrasse no seu escritório solitário; daí a razão por que as páginas em apreço foram produzidas de molde a se aproveitarem às oportunidades do momento. Peçamos a Deus que inspire os homens públicos, atualmente no leme da Pátria do Cruzeiro, e que, nesta hora amarga em que se verifica a inversão de quase todos os valores morais, no seio das oficinas humanas, saibam eles colocar muito alto a magnitude dos seus precípuos deveres. E a vós, meus filhos, que Deus vos fortaleça e abençoe, sustentando-vos nas lutas depuradoras da vida material.

LIVRO: “BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO”
ESPÍRITO: Humberto de Campos
esclarecendo
HUMBERTO DE CAMPOS. (*)
Todos os estudiosos que percorreram o Brasil, estudando alguns detalhes dos seus oito milhões e meio de quilômetros quadrados, se apaixonaram pela riqueza das suas possibilidades infinitas. Eminentes geólogos definiram-lhe os tesouros do solo e naturalistas ilustres lhe classificaram a fauna e a flora, maravilhados ante as suas prodigiosas surpresas. Nas paisagens suntuosas e inéditas, onde o calor suave dos trópicos alimenta e perfuma todas as coisas, há sempre um traço de beleza e de originalidade empolgando o espírito do viajor sedento de emoções.
Mas, se numerosos pensadores e artistas notáveis lhe traduziram a grandiosidade de mundo novo, contando “lá fora” as inesgotáveis reservas do gigante da América, todo esse espírito analítico não passou da esfera superficial das apreciações, porque não viram o Brasil espiritual, o Brasil evangélico, em cujas estradas, cheias de esperança, luta, sonha e trabalha o povo fraternal e generoso, cuja alma é a “flor amorosa de três raças tristes”, na expressão harmoniosa de um dos seus poetas mais eminentes.
As reservas brasileiras não se circunscrevem ao mundo de aço do progresso material, que impressionou fortemente o espírito de Humboldt, mas se estendem, infinitamente, ao mundo de ouro dos corações, onde o país escreverá a sua epopéia de realizações morais, em favor do mundo.
Jesus transplantou da Palestina para a região do Cruzeiro a árvore magnânima do seu Evangelho, a fim de que os seus rebentos delicados florescessem de novo, frutificando em obras de amor para todas as criaturas. Ao cepticismo da época soará estranhamente uma afirmativa desta natureza.
O Evangelho? Não seria mera ficção de pensadores do Cristianismo o repositório de suas lições? Não foi apenas um cântico de esperança do povo hebreu, que a Igreja Católica adaptou para garantir a coroa na cabeça dos príncipes terrestres? Não será uma palavra vazia, sem significação objetiva na atualidade do globo, quando todos os valores espirituais parecem descer ao “sepulcro caiado” da transição e da decadência? Mas, a realidade é que, não obstante todas as surpresas das ideologias modernas, a lição do Cristo aí está no planeta, aguardando a compreensão geral do seu sentido profundo. Sobre ela, levantaram-se filosofias complicadas e as mais extravagantes teorias salvacionistas.
Em seu favor, muitos milhares de livros foram editados e algumas guerras ensangüentaram o roteiro dos povos. Entretanto, a sublime exemplificação do Divino Mestre, na usa expressão pura e simples, só pede a humildade e o amor da criatura, para ser devidamente compreendida. Do seu entendimento decorre aquele “Reino de Deus” em cada coração, de que falava o Senhor nas suas meigas pregações do Tiberíades _ reino de amor fraternal, cuja luz é o único elemento capaz de salvar o mundo, que se encaminha para os desfiladeiros da destruição.
E os verdadeiros aprendizes, os crentes sinceros no poder e na misericórdia do Senhor, esperam, com os seus labores obscuros, o advento da cristianização da humanidade, quando os homens, livres de todos os símbolos sectários de separatividade, puderem entender, integralmente, as maravilhas ocultas da obra cristã. Nas suas dolorosas provações dos tempos modernos, quando quase todos os valores morais sofrem o insulto da mais ampla subversão, esses espíritos heróicos e humildes sabem, na sua esperança e na sua crença, que, se Deus permite a prática de tantos absurdos, por parte dos poderosos da Terra, que se embriagam com o vinho da autoridade e da ambição, é que todas essas lutas nada mais representam do que experiências penosas, por abreviar a compreensão geral das leis divinas no porvir. E, serenos na sua resignação e na sua sinceridade, conhecem, ainda, que as lições do Evangelho não são símbolos mortos e aguardam, cheios de confiança no mundo espiritual, a alvorada luminosa do renascimento humano.
Nessa abençoada tarefa de espiritualização, o Brasil caminha na vanguarda. O material a empregar nesse serviço não vem das fontes de produção originariamente terrena e sim do plano invisível, onde se elaboram todos os ascendentes construtores da Pátria do Evangelho.
Estas páginas modestas constituem, pois, uma contribuição humilde à elucidação da história da civilização brasileira em sua marcha através dos tempos. Têm por único objetivo provar a excelência da missão evangélica do Brasil no concerto dos povos e que, acima de tudo, todas as suas realizações e todos os seus feitos, forros dos miseráveis troféus das glórias sanguinolentas, tiveram suas origens profundas no plano espiritual, de onde Jesus, pelas mãos carinhosas de Ismael, acompanha desveladamente a evolução da pátria extraordinária, em cujos, céus fulguram as estrelas da cruz. São elas, ainda, um grito de fé e de esperança aos que estacionam no meio do caminho. Ditadas pela voz de que já atravessou as estradas poeirentas e tristes da Morte, dirigem-se aos meus companheiros e irmãos da mesma comunidade e da mesma família, exclamando:
_ Brasileiros, ensarilhemos, para sempre, as armas homicidas das revoluções!… Consideremos o valor espiritual do nosso grande destino! Engrandeçamos a pátria no cumprimento do dever pela ordem, e traduzamos a nossa dedicação mediante o trabalho honesto pela sua grandeza! Consideremos, acima de tudo, que todas as suas realizações hão de merecer a luminosa sanção de Jesus, antes de se fixarem nos bastidores do poder transitório precário dos homens! Nos dias de provação, como nas horas de venturas, estejamos irmanados numa doce aliança de fraternidade e paz indestrutível, dentro da qual deveremos esperar as claridades do futuro. Não nos compete estacionar, em nenhuma circunstância, e sem marchar, sempre, com a evolução e com a fé realizadora, ao encontro do Brasil, na sua admirável espiritualidade e na sua grandeza imperecível!
____
(*) Espírito.
LIVRO: “BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO PÁTRIA DO EVANGELHO”
ESPÍRITO: Humberto de Campos.
A PÁTRIA DO EVANGELHO
Humberto de CampoS
D. Henrique de Sagres abandonou as suas atividades na Terra em 1460.
Estava realizado, em linhas gerais, o seu grande destino. Da sua casa modesta da Vila-Nova do Infante, onde se encontra ainda hoje uma placa comemorativa, como perene homenagem ao grande navegador, desenvolvera ele, no mundo inteiro, um sentimento novo de amor ao desconhecido. Desde a expedição de Ceuta, o Infante deixou transparecer, em vários documentos que se perderam nos arquivos da Casa de Avis, que tinha a certeza da existência das terras maravilhosas, cuja beleza haviam contemplado os seus olhos espirituais, no passado longínquo.Toda a sua existência de abnegação e asce­tismo constituíra uma série de relâmpagos luminosos no mundo de suas recordações. A prova de que os seus estudos particulares falavam da terra desconhecida é que o mapa de André Bianco, datado de 1448, mencionava uma região fronteira à África. Para os navegadores portugueses, portanto, a existência da grande ilha austral já não era assunto ignorado.
Novamente no Além, o antigo mensageiro do Mestre não descansou, chamando a colaborar com ele numerosas falanges de trabalhadores devotados à causa do Evangelho do Senhor. Procura influenciar sobre o curto reinado de D. Duarte estendendo, com os seus cooperadores, essa mesma atuação ao tempo de D. Afonso V, sem lograr uma ação decisiva a favor das empresas esperadas. Aproveitando o sonho geral dos tesouros das Índias, a personalidade do Infante se desdobra, com o objetivo de descortinar o continente novo ao mundo político do Ocidente. Enquanto a sua atuação encontra fraco eco junto às administrações de sua terra, o povo de Castela começa a preocupar-se seriamente com as idéias novas, lançando-se à disputa das riquezas entrevistas. Eleva-se então ao poder D. João II, cujo reinado se caracterizou pela previdência e pela energia realizadora. Junto do seu coração, o emissário invisível encontra grandes aspirações, irmãs das suas. O Príncipe Perfeito torna-se o dócil instrumento do mensageiro abnegado. A mesma sede de além lhe devora o pensamento. Expedições diversas se organizam.
O castelo de São Jorge é fundado por Diogo de Azambuja, na Costa da Mina; Diogo Cão descobre toda a costa de Angola; por toda parte, sob o olhar protetor do grande rei, aventuram-se os expedicionários. Mas o espírito, em todos os planos e circunstâncias da vida, tem de sustentar as maiores lutas pela sua purificação suprema. Entidades atrasadas na sua carreira evolutiva se unem contra as realizações do príncipe ilustre. Depois do desastre no Campo de Santarém, no qual o filho perde a vida em condições trágicas, surgem outras complicações entre a sua direção justiceira e os nobres da época, e D. João II morre envenenado em Alvor, no ano de 1495.
Todavia, os planos da Escola de Sagres estavam consolidados. Com a ascensão de D. Manuel I ao poder, nada mais se fez que atingir o fim de longa e laboriosa preparação. Em 1498, Vasco da Gama descobre o caminho marítimo das Índias e, um pouco mais tarde, Gaspar de Corte Real descobre o Canadá. Todos os navegadores saem de Lisboa com instruções secretas quanto à terra desconhecida, que se localizava fronteira à África e que já havia sido objeto de protesto de D. João II contra a bula de Alexandre VI, que pretendia impor-lhe restrições ao longo do Atlântico, por sugestão dos reis católicos da Espanha.
No dia 7 de março de 1500, preparada a grande expedição de Cabral ao novo roteiro das Índias, todos os elementos da expedição, encabeçados pelo capitão-mor, visitaram o Paço de Alcáçova, e na véspera do dia 9, dia este em que se fizeram ao mar, imploraram os navegadores a bênção de Deus, na ermida do Restelo, pouso de meditação que a fé sincera de D. Henrique havia edificado. O Tejo estava coberto de embarcações engalanadas e, entre manifestações de alegria e de esperança, exaltava-se o pendão glorioso das quinas.
No oceano largo, o capitão-mor considera a possibilidade de levar a sua bandeira à terra desconhecida do hemisfério sul. O seu desejo cria a necessária ambientação ao grande plano do mundo invisível. Henrique de Sagres aproveita esta maravilhosa possibilidade. Suas falanges de navegadores do Infinito se desdobram nas caravelas embandeiradas e alegres. Aproveitam-se todos os ascendentes mediúnicos. As noites de Cabral são povoadas de sonhos sobrenaturais e, insensivelmente, as caravelas in­quietas cedem ao impulso de uma orientação imperceptível. Os caminhos das índias são abandona­dos. Em todos os corações há uma angustiosa expectativa. O pavor do desconhecido empolga a alma daqueles homens rudes, que se viam perdidos entre o céu e o mar, nas imensidades do Infinito.
Mas, a assistência espiritual do mensageiro invisível, que, de fato, era ali o divino expedicionário, derrama um claror de esperança em todos os ânimos. As primeiras mensagens da terra próxima recebem-nas com alegria indizível. As ondas se mostram agora, amiúde, qual colcha caprichosa de folhas, de flores e de perfumes. Avistam-se os píncaros elegantes da plaga do Cruzeiro e, em breves horas, Cabral e sua gente se reconfortam na praia extensa e acolhedora. Os naturais os recebem como irmãos muito amados. A palavra religiosa de Henrique Soares, de Coimbra, eles a ouvem com veneração e humildade. Colocam suas habitações rústicas e primitivas à disposição do estrangeiro e reza a crônica de Caminha que Diogo Dias dançou com eles nas areias e Porto Seguro, celebrando na praia o primeiro banquete de fraternidade na Terra de Vera Cruz.
A bandeira das quinas desfralda-se então gloriosamente nas plagas da terra abençoada, para onde transplantara Jesus a árvore do seu amor e da sua piedade, e, no céu, celebra-se o acontecimento com grande júbilo. Assembléias espirituais, sob as vistas amorosas do Senhor, abençoam as praias extensas e claras e as florestas cerradas e bravias. Há um contentamento intraduzível em todos os co­rações, como se um pombo simbólico trouxesse as novidades de um mundo mais firme, após novo dilúvio.
Henrique de Sagre, o antigo mensageiro do Divino Mestre, rejubila-se com as bênçãos recebidas do céu. Mas, de alma alarmada pelas emoções mais carinhosas e mais doces, confia ao Senhor as suas vacilações e os seus receios:
- Mestre – diz ele – graças ao vosso coração misericordioso, a terra do Evangelho florescerá agora para o mundo inteiro. Dai-nos a vossa bênção para que possamos velar pela sua tranqüilidade, no seio da pirataria de todos os séculos. Temo, Senhor, que as nações ambiciosas matem as nossas esperanças, invalidando as suas possibilidades e destruindo os seus tesouros. . .
Jesus, porém, confiante, por sua vez, na proteção de seu Pai, não hesita em dizer com a certeza e a alegria que traz em si:
- Helil, afasta essas preocupações e receios inúteis. A região do Cruzeiro, onde se realizará a epopéia do meu Evangelho, estará, antes de tudo, ligada eternamente ao meu coração. As injunções políticas terão nela atividades secundárias, porque, acima de todas as coisas, em seu solo santificado e exuberante estará o sinal da fraternidade universal, unindo todos os espíritos. Sobre a sua volumosa extensão pairará constantemente o signo da minha assistência compassiva e a mão prestigiosa e potentíssima de Deus pousará sobre a terra de minha cruz, com infinita misericórdia. As potências imperialistas da Terra esbarrarão sempre nas suas claridades divinas e nas suas ciclópicas realizações. Antes de o estar ao dos homens, é ao meu coração que ela se encontra ligada para sempre.
Nos céus imensos, havia clarões estranhos de uma bênção divina. No seu sólio de estrelas e de flores, o Supremo Senhor sancionara, por certo, as bondosas promessas de seu Filho.
E foi assim que o minúsculo Portugal, através de três longos séculos, embora preocupado com as fabulosas riquezas das Índias, pôde conservar, contra flamengos e ingleses, franceses e espanhóis, a unidade territorial de uma pátria com oito milhões e meio de quilômetros quadrados e com oito mil quilômetros de costa marítima. Nunca houve exemplo como esse em toda a história do mundo. As possessões espanholas se fragmentaram, formando cerca de vinte repúblicas diversas. Os Estados americanos do norte devem sua posição territorial às anexações e às lutas de conquista. A Louisiana, o Novo México, o Alasca, a Califórnia, o Texas, o Oregon, surgiram depois da emancipação das colônias inglesas. Só o Brasil conseguiu manter-se uno e indivisível na América. entre os embates políticos de todos os tempos. É que a mão do Senhor se alça sobre a sua longa extensão e sobre as suas prodigiosas riquezas. O coração geográfico do orbe não se podia fracionar.
Livro: “Brasil, Coração do Mundo – Pátria do Evangelho”.
Espírito: Humberto de Campos. Psicografia: Francisco Candido Xavier.

07 janeiro, 2013

Vocês já conhecem o Matias Stefano? O rapaz argentino que se lembra da própria história (reencarnações)
e da história da humanidade?
Há muito sobre ele na Internet, é só digitar o nome e ver o filme Ater Tumti - a Herança Universal. Vale a pena.
Abr,
Beth







MATIAS STEFANO - MENSAGEM COMPLETA

"Um chamado do Coração para que sua Vida caminhe baseada nos seguintes parâmetros e percepções"

DE AGORA ATÉ O DIA 10 DE DEZEMBRO DE 2012
Nos dias que vão de agora até o dia 09 de dezembro de 2012, você irá sentir, de modo cada vez mais potente, o auge da pressão energética e da aceleração do tempo que a travessia da Terra pela Ponte de Einstein-Rossen exige.  
Você perceberá, então, o chamado do Coração para que sua Vida caminhe baseada nos seguintes parâmetros e percepções:
A) Vida Simples, centrada no Aqui e Agora, desvencilhada do velho mundo e baseada na Liberdade.
Pratique uma Vida Simples: Coloque em seu coração as sábias palavras de São Francisco de Assis: preciso de pouco e do pouco que preciso, preciso pouco.
Suas orientações seriam: diminua seu ritmo de vida, dispense sua agenda, coloque momentos de silêncio no seu dia a dia e momentos de interiorização, reduza suas coisas materiais, suas posses, modere seus níveis de consumo e reveja quais são realmente suas necessidades.
Alimente-se de forma saudável e moderada e, na medida do possível, vá reduzindo aos poucos suas obrigações e afazeres (inclusive os de origem da consciência e do espírito) e tudo aquilo que lhe exija esforço.
Esteja no Aqui e Agora:
Reduza o máximo possível as “viagens no tempo” (do passado para o futuro e vice-versa), pois com isso você tem um gasto de energia preciosa de que você vai precisar para sua Metamorfose.
No seu cotidiano, desvencilhe-se dessa droga chamada futuro – que o impulsiona a deixar para amanhã a Felicidade e a Liberdade que você pode viver HOJE – no Aqui e Agora- e procure se centrar cada vez mais no momento presente: quando estiver mastigando a comida, ao escovar os dentes, ao caminhar pela rua, por exemplo...
Desconecte-se do desastre do velho mundo: desligue-se de tudo que for velho e que ainda está à sua volta, tornando impossível que você consiga melhorar seu ânimo e conquistar sua paz interior.
O mundo exterior é como um furacão cuja intensidade e magnitude serão cada vez maiores. E, mesmo que você se coloque no centro desse furacão, no olho do furacão, vai perceber que conseguirá tranquilidade, calma e serenidade, mesmo no meio do turbilhão.
E, nesse estado de paz, dirija suas energias não para lutar contra o que já envelheceu e ficou obsoleto em seu Coração, mas para criar todo o novo que está aí mesmo.
Para isso é muito importante que coloque um fim, tanto no seu vício pelos chamados meios de comunicação (informativos de televisão, rádio e jornais…), como às discussões e críticas com os que o rodeiam sobre os acontecimentos no mundo exterior (conflitos, crises e todas as milhares de controversas da atualidade)”.
Assuma o desafio da conquista da Liberdade:
Chegou o momento para deixar de exigir a melhora das condições carcerárias para, em seu lugar, sair do cárcere.
As grades dessa prisão são virtuais e foi você mesmo quem as criou com seus medos, culpas, pesos e lembranças do passado, com suas autolimitações mentais, preocupações, julgamentos, acomodação e controle e com a necessidade de reconhecimento, segurança e proteção.
Coloque agora em seu Coração:
Chegou o momento da Liberdade!
E a Liberdade não é isso que a Humanidade idealizou em sua mente, a Liberdade é, na verdade, a absoluta falta de medos, que em seu Coração serão substituídos por uma enorme Confiança na Providência, na Vida, na Perfeição do que você É e na Sabedoria Inata que todos nós temos.
Volte-se pra dentro de si mesmo e perceba que você não tem que mudar nada: tudo é Perfeito!
A Terceira Dimensão tem sua razão de ser e sempre existirá na Criação (como qualquer nota musical, por exemplo, o “mi” na escala musical).
Devido ao livre arbítrio, sempre haverá dimensões espirituais que irão querer encarnar na terceira dimensão para viver as experiências vibracionais da tridimensionalidade.
Portanto, não pretenda eliminá-la ou mudá-la só porque, para você, em seu processo evolutivo, esse tipo de experiência já são águas passadas.
Pratique a Aceitação e acredite firmemente que nada tem que mudar: porque tudo é Perfeito!
O que você está começando a viver não é uma mudança, é uma Metamorfose evolutiva que vem de dentro de você e é compartilhada, no momento presente – Aqui e Agora – com a Mãe Terra e com outras dimensões espirituais encarnadas em seres humanos.
Perceba a diferença entre mudança e Metamorfose e se fixe nesta última. Se para você é difícil, siga o exemplo da lagarta que vai se transformar em borboleta.
A lagarta não questiona sua metamorfose, nem espera que o que esteja à sua volta não goste ou não aceite sua metamorfose. Ela sente seu chamado interior com naturalidade e recolhe-se em silêncio em seu casulo para ativar os componentes adormecidos de seu DNA e se transforma em borboleta para começar uma Nova Vida.
Se você espera por mudanças, essa expectativa irá descentrá-lo e desorientá-lo.
E se você as espera é porque seu Coração ainda não tem a convicção da Aceitação, neste caso, a Aceitação do velho mundo e de sua velha vida.
Preste atenção nisto: o velho mundo é tão Perfeito quanto o novo. Tudo se encaixa e tem seu lugar no Cosmos e na Criação, a Terceira Dimensão também, e no mundo que levou milhares de anos desenvolvendo suas experiências de vida e consciência.
A Vida e a Consciência são Uma, mas se desdobram no livre arbítrio e na Diversidade Vital e de consciência, que são fruto do Amor, de que a Vida e a Consciência são manifestação.
A única diferença entre o velho mundo e o Novo Mundo é que há algo em você que o impulsiona a viver e a vibrar de outro modo: a Metamorfose não decorre da necessidade da Terceira Dimensão, decorre de sua exigência interior de Evolução e de viver a experiência de uma Nova Vida.
Você não verá nenhuma mudança, mas através do livre arbítrio, você vai viver na primeira pessoa, ou seja, em você, dentro de você, uma Metamorfose evolutiva tão profunda quanto natural.
Ancore essa sabedoria dentro de você até o dia 09 de dezembro, pois você necessitará dessa confiança para o que virá depois.
Tome consciência da Unidade e conecte-se com a Mãe Terra
Os seres humanos e a Humanidade fazem parte de um ser vivo de maior escala: a Terra.
Para compreender e apreender a sinergia e interação entre a vida humana e a Terra basta observar a própria conformação física de cada pessoa e da infinidade de formas de vida (tecidos, células, bactérias,…) que em seu interior convivem e interagem com o ser vivo, de maior escala, que cada ser humano é.
Ao longo de milênios, a Humanidade tem se esquecido de sua interação com a Terra e a lógica natural de simbioses e desenvolvimento mútuo que carregam.
Longe disso e repetindo a analogia da corporal idade física, o ser humano vem se comportado como esses organismos ou bactérias que, ao invés de cuidar da saúde das pessoas, são origem e causa de enfermidades e doenças...
Para que você entenda o que é, vou dar uma dica: pense por um momento que você um planeta.
Você sabe que em sua superfície e em seu interior (por exemplo, no intestino) vivem milhares de milhões de pequenos seres vivos chamados bactérias.
Elas, além de não lhe causar dano, contribuem para sua saúde e para o crescimento. São, por exemplo, a flora bacteriana da pele e dos intestinos que ajudam a manter o pH da pele e desenvolver seu sistema imunológico.
Vocês prestam um serviço ao outro e podem conviver em paz e harmonia.
Infelizmente, algumas bactérias se esquecem de sua função, tornam-se nocivas (patógenas), provocando doenças.
Nesse caso, seu organismo é obrigado a eliminá-las através da reação do seu sistema imunológico ou com o uso de medicamentos.
Esse exemplo é para que você entenda que os seres humanos vieram como bactérias saprófitas (que se alimentam, ou que vivem, de coisas podres) para prestar um serviço ao planeta.
Nessa simbiose, os dois podem crescer e se desenvolver.
Mas, infelizmente, a grande maioria dos seres humanos inverteram os termos e criaram os danos do planeta.
Começaram a fazer o que mais interessava a eles próprios, às suas vontades e desejos, esquecendo-se dos danos que causariam ao planeta.
Como será melhor detalhado mais à frente, o ser vivo Terra, no contexto de seu próprio processo de ascensão está prestes a atingir o ponto da mudança de sua frequência vibracional e começar a viver uma nova escala dimensional.
A Nova Terra será daqui a pouco tempo uma realidade.
Esse será um acontecimento esplêndido.
O sistema solar e a galáxia terá um efeito imediato sobre os seres humanos : a exigência de usar seu livre arbítrio para decidir se querem ou não acompanhar a Terra em seu salto dimensional, se desejam ou não adaptar-se e colocar seu Coração no compasso da nova vibração do planeta e seu novo Batimento.
Em caso afirmativo, será imprescindível uma mudança de consciência, passado da consciência egoica (o que acabou causando, entre outras coisas, o esquecimento da simbiose e interação com o planeta, acima mencionadas), a uma Consciência de Unidade –planetária, galáctica,…- que torne possível a convivência sinérgica com a Nova Terra, o Sol, o sistema solar e o conjunto da Via Láctea.
Essa é a Metamorfose que se aproxima para a Humanidade: os seres humanos que queiram continuar convivendo com a Terra terão que assumir essa transformação de consciência – o despertar a uma consciência planetária e galáctica- e lembrar-se como se vive em harmonia com o meio ambiente, a Natureza e todos os seres vivos, incluindo os próprios humanos entre si.
Para o ser humano também chegou o momento da transformação e da Evolução!
ENTRE 10 E 20 DE DEZEMBRO DE 2012
A Ordem Natural que rege a Criação e o Cosmos intervirão nesse processo de Metamorfose através do início de um novo ciclo cosmogônico que possibilitará a chegada ao sistema solar -o Sol, a Terra e a Humanidade- de correntes e forças energéticas de muita pureza –autêntica Energia de Amor- que, além de ajudar à Metamorfose vibracional da Terra e acesso à nova Dimensão, ajudará a transformação da consciência dos seres humanos, embora respeitando sempre seu livre arbítrio.
Nesse contexto, entre 10 e 11 de Dezembro, a Mãe Terra, um espetacular ser vivo com seu próprio processo e evolução consciencial, irá completar sua passagem pelo anel “gusano” (N.T.: não sei a tradução ideal, pois o termo se refere à palavra “verme”) e completar sua metamorfose: a sua vibração não será mais de terceira dimensão e sim de quarta.
E os batimentos do coração da Terra estará alinhado com os do Centro Galáctico e do Cosmos.
O chamado “alinhamento” não é tanto um fenômeno exterior ( a Terra alinhada com os outros planetas e astros), é um processo interior, de sintonia de Coração a Coração: o Coração da Mãe Terra se alinhará com o do Sol e o Centro Galáctico, assim como os relógios de pêndulo se ajustam com o “tic-tac”, através do chamado “efeito de onda”.
E será por causa desse alinhamento que as energias procedentes do Coração ou Centro do Universo e da Via Láctea chegarão à Terra de forma direta, sem as interferências ocorridas até agora, devido ao compasso do Coração do planeta não estar alinhado com eles.
Serão muitas as manifestações exteriores desses acontecimentos, desde a elevação da frequência eletromagnética do planeta ( a chamada Ressonância Schumann, já estudada em 1952 por Winfried Otto Schumann, embora tenha sido Nicolás Tesla que a apresentou pela primeira vez) ao enfraquecimento do magnetismo terrestre, passando por uma forte energização de toda a Natureza.
Entre os dias 12 e 20 de dezembro, o planeta e todos os seus habitantes receberão uma grande onda de energia de Amor e consciência muito pura que será polarizada à Terra de forma conjunta por Júpiter e pelo Sol:
O Grande Trígono de Júpiter (dando início à sua transformação –ignição- em um novo Sol dentro do sistema solar, processo que ainda demorará alguns milhares de anos para se completar ) acontecerá no dia 12 de dezembro, esse planeta presenteará Amor e Consciência -quando já estiver caminho de se converter em estrela-, a todo sistema solar em geral e a Mercúrio, Vênus, Terra e Marte, em particular.
Essa conjunção de todos eles colocará à disposição de todas as formas de vida que moram na Mãe Terra, força e consciência para se alinharem e sincronizarem seu Coração com o dela, já alinhado cosmogonicamente.
E essa sincronização produzirá, por sua vez, a conexão ionogenomática de seus respectivos DNAs, por meio das sequências fractais nelas existentes e que, como a estrutura “macro” e “micro”, ligadas a cada forma de vida com o DNA do planeta, assim como a deste último com o do Sol, do sistema solar e da galáxia como um todo.
ENTRE O DIA 21 E O DIA 23 DE DEZEMBRO DE 2012
Nesse magnífico cenário haverá seres humanos que sentirão necessidade interior de viver um período de recolhimento, silêncio, meditação,… (cada um à sua maneira e do seu jeito, conforme suas próprias circunstâncias) que durará três dias (72 horas), de 21 a 23 de dezembro.
Usando novamente o exemplo da Natureza, voltamos a citar o exemplo da lagarta que na escuridão do seu casulo espera pela mudança do seu DNA, ativando componentes seus componentes adormecidos para se transformar na borboleta.
É isso que alguns chamam de “três dias de escuridão”.
Não será uma escuridão exterior, será uma escuridão interior, no recolhimento interno: una experiência interior e evolutiva e que não será traumática. Que ninguém fique amedrontado esperando por fenômenos cataclísmicos exteriores.
E será nesses três dias de recolhimento que ocorrerá a citada conexão ionogenomática do DNA dos seres humanos que vivem através das sequências fractais nele existentes.
Podemos descrever esse acontecimento com a “distensão” de seus fios, ou fibras, como quando se desabrocha uma flor, o que acelerará a ativação dos componentes adormecidos do DNA, preparando-os para experimentar a Metamorfose.
Essa distensão acontecerá tanto com a chegada da energia exterior como com a Harmonia e o Silêncio interior que experimentarão os seres humanos que, ao receber essa energia, irão interagir com ela a partir de seu próprio processo de expansão de consciência.
Permitindo, então, que sejam liberados componentes do DNA que até agora estavam presos e contidos ( “estressados”), produzindo a aceleração de sua ativação.
ENTRE O DIA 24 DE DEZEMBRO DE 2012 E O DIA 17 DE MARÇO DE 2013
No fim dos “três dias de escuridão” esses seres humanos terão acelerado a ativação de seu DNA e começado a mudar sua frequência vibracional com a chave do Amor, em consonância e em sincronização com o que foi vivenciado pela Mãe Terra.
Quais serão os impactos desse fato neles?
Basicamente os seguintes:
Consciência de Unidade e Rede: Percepção cada vez mais nítida, tanto da Unidade quanto com a Rede Consciencial, nos seus diferentes níveis e escalas, que liga e entrelaça os seres humanos dentro da Humanidade e esta com a Mãe Terra, ao planeta com o sistema solar e assim sucessivamente.
Multidimensionalidade: Ativação da memória da natureza multidimensional do nosso ser, o que permitirá a conexão com planos mais sutis de consciência e existência, onde também vivemos, incluindo o contato com nossos Irmãos de Luz de outros mundos, planetas, sistemas solares e galáxias.
Tendência crescente a “não fazer”: 
A Humanidade até hoje acredita que se nasce para “fazer” e que “nascer” é sinônimo de “fazer”.
É um paradigma culturalmente muito arraigado o fato de pensarmos que viemos e estamos aqui, nesta vida e neste mundo, para fazer coisas, alcançar metas e objetivos, produzir, construir o que quer que seja…
E é nesse “fazer” -ligado inevitavelmente a trabalhos, empenhos, esforços, programações e controles- que se busca a realização pessoal (cada qual a seu modo, conforme sua informação), o sentido da vida e até o sonho de um futuro coletivo no marco da chamada civilização.
Metaforicamente falando, trata-se da célebre maldição bíblica de “ganharás o pão com o suor do seu rosto”.
Entretanto, os seres humanos que viverem o que estamos falando aqui sentirão uma tendência crescente a “não fazer” e “verão” com muita clareza que “nascer” é “não fazer”, que se nasce para Viver e que Viver é simplesmente isso, Viver: não fazer, Viver…viver “Vivendo” , quando não se tem consciência nem do passado nem do futuro e que baseia a vida exclusivamente no Aqui e Agora.
Parece difícil?
Não se preocupe, pois sua Metamorfose lhe mostrará de forma simples e natural o que significa: Viver e não fazer.
E o fará por meio da Sabedoria que se manifesta nas pombas, nas flores, nas árvores e em toda a Natureza.
A mesma Sabedoria que faz por você o que seu cérebro é incapaz de fazer conscientemente: cuidar da circulação do sangue, fazer com que funcione o aparelho digestivo, bater seu coração, que infle seus pulmões, que cuide do funcionamento do seu sistema imunológico e que cure suas feridas .
Com a Metamorfose, essa Sabedoria natural emanará do cérebro do seu coração e se manifestará plenamente em você, de você para você.
ENTRE OS DIAS 18 E 20 DE MARÇO DE 2013
A experiência dos três dias de escuridão, já citada, voltará a acontecer ao longo das 72 horas que antecedem o equinócio da primavera de 2013, previsto para as 11 horas e 2 minutos do dia 20 de março.
Novamente, muita necessidade de silêncio, recolhimento e de ficar contido em seu “casulo”.
Você, então, perceberá que não terá realmente saído de seu “casulo” no dia 23 de dezembro, mas que terá permanecido ali dentro por esses três meses.
E que agora, agora sim, haverá sido completada a ativação dos componentes adormecidos do seu DNA e, então, você estará pronto para abandoná-lo com a Metamorfose terminada, completa, transformando-se na “borboleta”.
Você terá concluído a travessia de sua própria Ponte de Einstein-Rossen e ela, a partir do dia 21 de março, abrirá diante de você um ún