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28 julho, 2011

É CUMPRIDA A 5ª PROFECIA MUNDIAL

"Tua terra natal é o infinito. Teu real período de vida é a eternidade ” Yogananda






É CUMPRIDA A 5ª PROFECIA MUNDIAL
Mensagem de Meredith Murphy
25 de Julho de 2011







Mensagem dos Antepassados Lakota através da Mulher da Lua Concha do Mar

A quietude e o movimento envolvem-se na sua dança interminável.

O saber interior é o que vos guia agora: você sabe e escuta.



A maneira de honrar o seu coração é renascer dentro de si. Os antepassados e aqueles que vocês foram e são, estão a aparecer no vosso campo de energia informando sobre este ponto de foco no tempo e no espaço. É este regresso que vos assinala a sintonia do vosso foco com as energias da Terra Nova. É quando a vossa vibração se eleva até um certo ponto que estas outras versões de vocês se podem conetar convosco, encontrá-los. Assim, percebam que, enquanto sabem e são informados pela imensidão que vocês são, é um ponto de referência no vosso caminho. É algo a que podeis sorrir, percebendo que se estão a movimentar na direção deste sonho Utópico da Unidade partilhado, do Amor e dos Novos Começos do 5º Mundo da Paz.



O amanhecer deste Mundo Novo acontece como um nascimento de luz dourada dentro de vocês. É esta luz que transmite então a vossa presença aos outros. Os animais e as flores sempre souberam quem vocês são.



Agora talvez o sintam mais? Existe uma troca telepática que ocorre entre o vosso corpo de energia e os outros com quem partilham este bonito planeta azul e verde. Trata-se de uma revelação dinâmica de iluminação e de entusiasmo, uma dança de harmónicos trazendo maior ressonância e a expressão do Um EU SOU, do Grande Sol Central, das energias da Fonte da qual vocês são todos uma vibrante emanação essencial.



Vão em frente para esta novidade.



Percebam que a profecia de 2012 é AGORA.



Está aqui. Viva.



As comunidades dos antigos que entendiam como viver em harmonia vivem dentro de vocês.

Vocês são aquelas comunidades e estão a ser re-lembrados, re-montados e existe um refrescar da energia agora mesmo – uma alquimia cósmica e terrena do que ressoou nesta frequência antes, informada pelas muitas visões e pela inspiração que é deste momento presente.



E assim, irão achar que são atraídos para coisas que são tanto velhas como novas ao mesmo tempo. Que estarão a atualizar e a relembrar a todos os que foram embora e simultaneamente a criar quem são e a vossa nova vida agora. A revelação cósmica está agora a espiralar, não é linear e no mundo novo ninguém sabe mais do que o outro; todos sabem para o que se voltam e que têm olhos para ver e ouvidos para ouvir e coração para sentir. E dentro do coletivo está toda a sabedoria de todos os tempos. De modo que, neste tempo do tempo, haverá grande colaboração épica e maneiras de ser admiravelmente fluidas. Mais movimento e períodos maiores de foco intenso seguidos de descanso e então muda e novos períodos de foco intenso. Realizarão mais fazendo mais, escolhendo e focando-vos mais, estando em harmonia e então haverá maior facilidade e mais tempo passado a reconhecerem-se uns aos outros, celebrando, apreciando e sendo simplesmente em harmonia com a beleza da vida e a natureza fundamental da Unidade que é agora a vossa identidade.



Como este Um, a qualidade da vida é infinita. Gradualmente, resolverão a dualidade restante dentro de vocês e, à medida que realizam a vossa capacidade de integrar energeticamente e de aceder ao infinito, o potencial ilimitado disponível vai aumentar. Viverão mais, se assim o escolherem, e experimentarão grandes fases de criatividade que ultrapassam os vossos sonhos mais extravagantes de auto-expressão. Aprenderão a imaginar ideias mais ousadas e expansivas. Irão surpreender-se a si mesmos à medida que param de escalar para baixo os vossos ideias e valores e, em vez disso, criarem a partir do mais profundo dos ideais e sonhos preciosos que vocês têm. À medida que crescentemente esclarecem o vosso próprio ser em equilíbrio e harmonia, vêem com novos olhos. Aprendem a sentir a natureza cósmica do vosso ser, embora permanecendo aterrados neste lindo planeta.



Não se preocuparão com alimentos, sustento, abrigo ou comunidade pois estas coisas virão simplesmente de todas as formas para apoiarem a vossa prosperidade e irão vivenciar afinidade cada vez maior com esta felicidade de novo, à medida que resolvem a dualidade que resta dentro de vocês, envolvendo o vosso eu no suave olhar amoroso que é a Fonte a olhar através de vocês para a beleza que são.



Então, vocês vêem, está aqui.



O grandioso trabalho foi realizado e a profecia foi cumprida. Estão agora a começar a meio deste imenso caos de dissolver o velho mundo os novos começos de paz. É aqui. O 5º mundo nasceu. Se olharem para dentro de vocês e forem capazes de sentir uma afinidade com ele, saberão que isto é verdade.



Vai levar tempo para todos os que vivem neste planeta fazerem o seu próprio caminho, resolvendo a dualidade existente na sua própria energia e alguns não vão sentir até vaguearem através disto e vão sair. Muitos estão já a fazê-lo e alguns estão a voltar para trás novamente como crianças; o desejo de ser parte deste maravilhoso re-nascer da alegria é muito forte.



É calmo, este novo começo. Podem desejar cantar e dançar. Façam-no. (Sorriso) Percebam que os que não podem sintonizar-se com as novas frequências não as podem sentir e sejam muito, muito gentis com eles, pois a frequência em que eles estão sintonizados não consegue sentir, está a transmitir o desaparecimento, o desenrolar do que foi e isto pode ser muito assustador e, no mínimo, mesmo para aqueles que se sentem de algum modo isolados ou estáveis – perturbador.



Acostumem-se com formas de permanecerem sintonizados com a frequência da Terra Nova. Cultivem a luz que são. Têm agora uma surpreendente jornada diante de vocês – as vossas Famílias de Luz e uns aos outros – para re-imaginarem tudo.



Existe grandeza a despontar; e vocês estão presentes.



Eu falo pelos Antepassados na Nação Lakota. Eu Sou a Mulher da Lua Concha do Mar. Nós estamos também aqui, tal como muitos outros. Nós estamos dentro de vocês e temos estado sempre convosco – nunca partimos. Simplesmente não nos podiam ver ou sentir mais e, assim como outras culturas e civilizações, pareceu que nos tínhamos esvanecido ou desaparecido. Chegou a hora e agora na nova terra as sementes que plantamos vão alimentar-nos a todos nós.



Esta é a profecia da paz. E o tempo está aqui, agora. Viva.

18 abril, 2011

RESUMO DO LIVRO: A PROFECIA CELESTINA - JAMES REDFIELD








1) MASSA CRÍTICA



A Primeira Visão é a visão do despertar. Contemplamos nossa vida e percebemos que existem mais coisas acontecendo do que imaginávamos. Além das nossas rotinas e desafios do dia-a-dia, podemos detectar a influência do Divino: coincidências significativas que parecem estar nos enviando mensagens e nos conduzindo a uma direção particular. No início apenas vislumbramos essas coincidências enquanto passamos rapidamente por elas, praticamente sem notá-las.



Finalmente, porém, começamos a diminuir a velocidade e examinar mais de perto esses eventos. Receptivos e alertas, somos mais capazes de detectar o evento sincronístico seguinte. As coincidências parecem fluir e refluir, algumas vezes avançando rapidamente numa rápida sucessão, outras nos deixando quietos. Contudo, sabemos que descobrimos o processo da alma que guia nossa vida para frente. As Visões remanescentes mostram como aumentar a freqüência dessa misteriosa sincronicidade e descobrir o destino final em direção ao qual estamos sendo levados.



2) O AGORA MAIS LONGO



A Segunda Visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa. Depois do colapso da visão de mundo medieval, perdemos a segurança oriunda da maneira como a Igreja explicava o universo. Por conseguinte, há quinhentos anos atrás, decidimos coletivamente nos concentrarmos em dominar a natureza, em usar nossa ciência e tecnologia para nos acomodarmos no mundo. Pusemo-nos então a criar uma segurança secular destinada a substituir a certeza espiritual que perdêramos.



Para nos sentirmos mais seguros, sistematicamente afastamos e negamos os aspectos misteriosos de vida no planeta. Fabricamos a ilusão de que vivíamos num universo totalmente explicável e previsível, no qual eventos acidentais não tinham nenhum significado. Para manter a ilusão, tendemos a negar qualquer indício do contrário, a restringir a pesquisa científica dos eventos paranormais, e a adotar uma atitude de absoluto ceticismo. Explorar as dimensões místicas tornou-se quase um tabu. Aos poucos, contudo, um despertar teve início. Nosso despertar não é nada menos do que nos libertarmos da preocupação secular da era moderna, e abrirmos nossa mente para uma visão nova e mais verdadeira do mundo.



3) UMA QUESTÃO DE ENERGIA



A Terceira Visão descreve nossa visão do universo como energia dinâmica. Ao contemplarmos o mundo que nos cerca, não mais podemos pensar que tudo é composto de substância material. A partir das inúmeras descobertas da física moderna e da crescente síntese com a sabedoria do oriente, estamos começando a perceber o universo como um vasto campo de energia, um mundo quântico no qual todos os fenômenos estão interligados e respondem uns aos outros. A partir da sabedoria do pensamento oriental, sabemos que temos acesso a essa energia universal. Podemos projetá-la para fora com nossos pensamentos e intenções, influenciando nossa realidade e a realidade dos outros.



4) A LUTA PELO PODER



A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos com freqüência rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disso, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando a energia de outros seres humanos. Fazemos isso tentando manipular ou dominar a atenção dos outros. Quando conseguimos conquistar à força a atenção de uma pessoa, somos impulsionados pela energia dela, o que nos torna mais fortes mas enfraquece a outra pessoa. Com freqüência os outros se rebelam contra essa usurpação da sua força, gerando uma luta pelo poder. Todos os conflitos do mundo têm origem nessa luta pela energia humana."



5) A MENSAGEM DOS MÍSTICOS



A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina. Ao explorar e seguir nossa divindade interior, podemos estabelecer um contato pessoal com um tipo de experiência chamada mística. Em nossa busca deste estado alterado, distinguimos entre a descrição intelectual desta consciência e a consciência em si. Sob este aspecto, aplicamos certas medidas experimentais que indicam que estamos em conexão com esta energia espiritual. Por exemplo, sentimos o corpo leve? Sentimos uma leveza nos pés? Experimentamos uma intensificação da percepção como cores, aromas, sabores, sons e um senso de beleza mais vívidos? Experimentamos um senso de unidade, uma total segurança? E acima de tudo, vivenciamos o estado de consciência que chamamos de amor? Não em relação a alguém ou a alguma coisa, mas como uma constante sensação que sustenta nossa vida. Não queremos mais apenas falar a respeito da consciência mística.



Temos a coragem de pôr em prática essas medidas para realmente buscar esta união com o divino. É esta conexão com a energia total que resolve todos os conflitos. Não mais precisamos da energia dos outros.



6) ESCLARECENDO O PASSADO



Quanto mais permanecemos ligados, mais tomamos consciência dos momentos em que perdemos a ligação, geralmente quando estamos sob tensão. Nestes momentos, podemos perceber nossa maneira particular de roubar energia dos outros. Tão logo nos tornamos conscientes das nossas manipulações, nossa ligação torna-se mais constante e podemos então descobrir nosso caminho de crescimento na vida, bem como nossa missão espiritual, o modo pessoal pelo qual podemos contribuir para o mundo.



7) ENTRANDO NA CORRENTE



A Sétima Visão é a conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo à realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica. Dia a dia, contudo, nosso crescimento se dá através do entendimento e do acompanhamento das questões menos importantes que se originam nas nossas metas mais amplas. Tão logo formulamos corretamente às perguntas, as respostas sempre aparecem através de misteriosas oportunidades. Cada sincronicidade, por mais que conduza ao crescimento, sempre nos deixa com uma outra questão fundamental, de modo que nossa vida avança através de um processo de pergunta, resposta, uma nova pergunta, à medida que evoluímos ao longo do nosso caminho espiritual.



As respostas sincronísticas são oriundas de muitas fontes: dos sonhos, devaneios, pensamentos intuitivos, e, com maior freqüência, de outras pessoas que se sentem inspiradas a nos trazer uma mensagem.



8) A ÉTICA INTERPESSOAL



A Oitava Visão é a consciência de que a maior parte das sincronicidades têm lugar através das mensagens que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual em relação aos outros estimula essa sincronicidade. Se não competirmos energeticamente com as outras pessoas, e permanecermos ligados a energia mística interior, podemos elevar a vibração dos outros coma nossa energia, focalizando a beleza em cada rosto, enxergando o gênio superior de cada indivíduo com quem entramos em contato. A energia que transmitimos ao eu superior conduz a outra pessoa a uma consciência mais plena de quem ela é e do que está fazendo, aumentando a possibilidade de que uma mensagem sincronística possa ser comunicada. Elevar as vibrações dos outros é especialmente importantes quando interagirmos com um grupo, uma vez que toda a energia do grupo penetra naqueles que se vejam intuitivamente estimulados a falar.



Também é importante usar esta ética ao cuidarmos das crianças e interagirmos com elas. Para elevar as vibrações das crianças, precisamos nos dirigir a sabedoria do seu eu e tratá-las com integridade. Precisamos tomar cuidado nos relacionamentos românticos para que a ligação eufórica do amor não substitua nossa ligação com a energia mística interior. Esta euforia amorosa sempre degenera numa luta pelo poder pois as duas pessoas fica viciadas uma na outra pela obtenção de energia.



9) A CULTURA EMERGENTE



A Nona Visão é a consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras oito visões. À medida que a sincronicidade aumenta, somos elevados a níveis cada vez mais altos de vibração de energia. Alem disso, à medida que formos conduzindo à nossa verdadeira missão, mudaremos de profissão, vocação ou criaremos nosso próprio negócio para podermos trabalhar no campo que mais nos inspirar. Para muitos, este trabalho será automatizar a produção de bens e serviços básicos: alimentos (além de produzirmos a nível individual), abrigo, vestuário, meio de transporte, acesso aos meios de comunicação e recreação. Esta automação será sancionada porque a maioria de nós não mais concentrará na indústria nossa vida de trabalho. Não haverá abuso no acesso desses bens porque todos estaremos sincronisticamente seguindo nosso caminho de crescimento e consumiremos apenas o necessário.



A prática do dízimo, de dar aos outros o que nos proporcionam insight espiritual, suplementará a renda e nos libertará de cenários rígidos de trabalho. Finalmente, a necessidade de uma moeda corrente desaparecerá totalmente quando fontes gratuitas de energia e bens duráveis permitirem que a automação seja total. À medida que a evolução prosseguir, o crescimento sincronístico elevará nossas vibrações ao ponto em que penetraremos dimensão da vida após a morte, fundindo essa dimensão com a nossa e encerrando o ciclo de nascimento / morte.



A Profecia Celestina (parte I de IV)



A primeira visão ocorre quando levamos a sério as coincidências. Elas nos fazem sentir que existe mais alguma coisa espiritual atuando por baixo de tudo que fazemos. A segunda visão institui nossa consciência como uma coisa real. É a interpretação mais correta da história recente. Ela esclarece mais toda esta transformação. "Os alquimistas afirmam que o universo conspira a nosso favor". O primeiro passo é vislumbrar o que acontece conosco, as experiências. Quando ela termina, somos deixados insatisfeitos e inquietos. Esta busca inquieta é o que está por trás do "primeiro eu". Quando dois parceiros de um relacionamento são exigentes demais, quando cada uma espera que o outro viva no seu mundo, inevitavelmente surge uma guerra de egos, UMA BATALHA PELO CONTROLE.



Nessa inquietação e busca, o problema é temporário e deixará de existir. Estamos finalmente tomando consciência do que buscamos de fato, aí teremos alcançado a primeira visão. Quando as coincidências ocorrem, nos parecem superar o que se poderia esperar do puro acaso. Parecem destinadas, como se nossas vidas tivessem sido guiadas por uma força inexplicável. A experiência causa uma sensação de mistério e excitação e, em conseqüência nos sentimos mais vivos. A percepção de ocorrências misteriosas vai levar a uma transformação cultural por causa do grande número de indivíduos que terão estas coincidências ao mesmo tempo.



Toda a cultura começará a levá-las a sério. A história não é só evolução tecnológica, é a evolução dos pensamentos. Compreendendo a realidade das pessoas que nos precederam, podendo ver porque vemos o mundo como vemos, e qual é a nossa contribuição para que ele continue. A segunda visão põe nossa consciência atual numa perspectiva histórica mais ampla. Quando a década de 90 terminar, estaremos chegando ao fim não apenas do século 20, mas também de um período de mil anos de história. Estaremos completando todo o segundo milênio.



Seremos capazes de ver todo este período histórico como um todo, e identificaremos uma determinada preocupação que surgiu durante a última metade deste milênio que chamamos de Idade Moderna. Nossa consciência das coincidências significa hoje uma espécie de despertar dessa preocupação. Descobrimos que a vida é passar numa prova espiritual: conquistar ou perder a salvação. A segunda visão faz nossa consciência parecer inevitável. Estamos atingindo um clímax em nosso objetivo cultural. Quando começamos a ficar alerta e ligados na energia, estas visões acontecem. Se conseguimos nos ligar e acumular bastante energia, as coincidências passam a ocorrer conscientemente. Esta visão descreve-se como exploradores seriam enviados ao mundo, usando o método científico para descobrir o sentido da vida humana neste planeta. Mas eles não voltam imediatamente.



As visões restantes representam a volta das respostas afinal. Mas não vêm apenas da ciência institucional. As descobertas da física, da psicologia, misticismo e religião estão se juntando numa síntese baseada na PERCEPÇÃO DAS COINCIDÊNCIAS.



Tudo o que ocorre na natureza é através de uma lei natural, pois todo acontecimento tem uma causa direta, física e compreensível. Precisava-se de uma compreensão do universo que fizesse o mundo parecer seguro e controlável, e a atitude cética nos manteve concentrados em problemas concretos que fizessem a nossa existência parecer mais segura. Einstein mostrou que o que percebemos como matéria sólida é em sua maior parte espaço vazio percorrido por um padrão de energia. Isso inclui a nós mesmos.



O material básico do universo parece uma espécie de energia pura e maleável à intenção e expectativa humanas, de uma maneira que desafia nosso antigo modelo mecanicista do universo, como se nossa expectativa fizesse nossa energia fluir para o mundo e afetar outros sistemas de energia. A terceira visão traz uma compreensão modificada do universo físico. "Lá pelo fim do milênio, os seres humanos descobrirão uma nova energia que formava a base de tudo e de tudo se irradiava, incluindo nós próprios". A percepção desta energia começa com uma ampliada sensibilidade à beleza. Esta percepção é um tipo de barômetro que diz a cada um de nós a que ponto estamos perto de perceber realmente a energia.



Assim que percebemos esta energia, percebemos que estamos no mesmo continuum que a beleza. O nível seguinte de percepção é ver um campo de energia pairando em torno de tudo. Em torno dos corpos há um campo de energia que muda conforme o estado de equilíbrio do corpo. As horas mais propícias para ver esta energia é no pôr e no nascer do sol. A terceira visão explica a natureza da beleza, descrevendo essa percepção através da qual seres humanos iam finalmente aprender a observar campos de energia. Assim que isso ocorresse, nossa compreensão do universo físico se transformaria rapidamente.



A quarta visão dizia que os seres humanos acabariam vendo o universo constituído de uma energia dinâmica, que pode nos sustentar e responder às nossas expectativas. Contudo, também veríamos que fomos desligados da fonte maior desta energia, que nos isolamos dela, e por isso nos sentimos fracos, inseguros e carentes. Diante desse déficit, nós, seres humanos, sempre procuramos intensificar nossa energia pessoal da única maneira que conhecemos: buscando roubá-la psicologicamente de outros, uma competição inconsciente que é a base de todo conflito no mundo.



A violência surge do impulso dos seres humanos para controlar e dominar uns aos outros. Quando um indivíduo se dirige a outra pessoa e se empenha numa discussão, ele se sente mais fraco ou mais forte, dependendo do resultado dessa discussão. Por isso nós seres humanos parecemos sempre adotar uma atitude manipuladora. Procuramos encontrar algum meio de controlar e assim, continuar por cima do combate. Esta busca de manipulação não é somente uma meta que tentamos alcançar, mas uma resposta a um estímulo psicológico que recebemos.



Quando manipulamos alguém recebemos sua energia e nos enchemos dela, e isto é o que nos motiva a agir assim. É possível passar energia conscientemente para os outros. Isso nos faz sentir fortalecidos. A maioria das pessoas não tem força para continuar dando energia. Por isso os relacionamentos acabam virando uma disputa pelo poder. As pessoas ligam suas energias e depois lutam para ver quem vai controlá-las.



A Profecia Celestina - parte II de IV



A energia flui entre as pessoas e os psicólogos buscam um motivo: dominar o outro faz o dominador se sentir poderoso e esperto, mas surge a energia vital dos que estão sendo dominados. Quando alguém domina fisicamente a gente, retira nossa capacidade de pensar, ficamos sem energia e sem clareza mental para combatê-la. É o resultado da sensação de insegurança e da necessidade de roubar energia dos outros para se sentir bem. Assim que os seres humanos compreenderem sua luta, começaremos imediatamente a transcender este conflito.



Começaremos a nos livrar da disputa por simples energia humana, pois poderemos afinal, receber a energia de outra fonte. A consciência que os seres humanos passarão, de conscientizarem-se disso, será a chave para o fim do conflito humano no mundo, pois durante ela, receberemos energia de outra fonte que acabaremos aprendendo a canalizar à vontade. A chave para abandonar esse roubo de energia é trazer inteiramente à consciência e, fazendo isso, poderemos observar nosso modo particular de dominar os outros que aprendemos na infância para chamar a atenção para conseguir que a energia venha para nós (isso é o nosso drama de controle inconsciente), drama único para manipular em busca de energia. Não devemos nos esforçar para amar. Mas deixar que o amor nos penetre. Quando apreciamos a beleza e o aspecto único das coisas, recebemos energia. Quando chegarmos a um nível onde sentimos amor, podemos então mandar a energia de volta. O papel do amor foi mal compreendido durante muito tempo. O amor não é algo que devemos fazer para ser bons ou tornar ou tornar o mundo um lugar melhor, por alguma abstrata responsabilidade moral, ou porque devemos desistir do nosso hedonismo.



Se ligar na energia provoca emoção, depois euforia, depois amor. Encontrar bastante energia para conservar este estado de amor, sem dúvida, faz bem ao mundo, porém, mais diretamente a nós. A quinta visão é a revelação de outra fonte de energia de onde podemos tirar tudo o que necessitamos: O UNIVERSO. Este acúmulo de energia faz com que as coincidências ocorram. O crescimento acontece quando nos enchemos de energia conscientemente e, assim, aumentamos nosso nível vibratório. O distanciamento impossibilita que as coincidências aconteçam. A maneira de controlar pessoas e situações para trazer energia para si, é criar na cabeça um drama no qual você parece misteriosamente cheio de segredos se isolando.



Diz a si mesmo que está sendo cauteloso, mas na verdade está esperando que alguém se atraia para este drama. Quando alguém faz isto, você se sente obrigado a lutar e cavar para discernir seus verdadeiros sentimentos. Quando a pessoa faz isto, dedica toda a energia em você e lhe transmite energia. Quanto mais consegue mantê-la interessada e confusa, mais energia você recebe. Quando age com este distanciamento, você evolui muito pouco, você tenta ocultar o que de fato pensa. O primeiro passo do processo de esclarecimento para cada um de nós é trazer o nosso drama de controle pessoal à plena consciência. Devemos descobrir o que estamos fazendo para manipular em busca de energia. Cada um tem de voltar ao próprio passado, ao centro da vida familiar inicial, e observar como se formou esse hábito. A maior parte dos membros da nossa família tinha um drama próprio, tentando extrair energia de nós quando crianças, por isso é que tivemos de criar uma forma de drama de controle para recuperar nossa energia. É sempre na relação com os membros da família que criamos nossos dramas de controle. Assim que reconhecemos as dinâmicas de energia familiares, podemos nos distanciar das estratégias de controle e ver o que está acontecendo. Temos de reinterpretar a experiência familiar de um ponto de vista evolutivo, espiritual, e descobrir quem é ela própria na realidade. Assim, nossos dramas de controle desaparecem e nossas vidas decolam.



Existem vários tipos de dramas de controle. A ordem deles é a seguinte: Intimidador, Interrogador, Distante e Coitadinho de mim. O interrogador faz perguntas e procura sondar a fim de descobrir algo errado para criticar. Se esta estratégia der certo, a pessoa criticada é atraída para o drama, se vê intimidada pelo interrogador. A deferência psíquica dá ao interrogador a energia que ele precisa. Ele nos tira do nosso caminho e drena nossa energia porque nós nos julgamos pelo que pode estar pensando. Todos manipulam em busca de energia, ou de uma maneira agressiva ou de uma maneira passiva, com simpatia e curiosidade para chamar a atenção. O intimidador faz ameaças forçando o ameaçado a prestar atenção nele e passar-lhe energia. O coitadinho de mim faz-se de vítima e busca energia tentando comover o outro.



A idéia é a de que não estamos fazendo nada para ajudá-la e então nos sentimos culpados por estar perto dela. As pessoas distantes criam interrogadores, os interrogadores tornam as pessoas distantes e os intimidadores criam a técnica coitadinho de mim ou outro intimidador.



Sempre há uma tendência a ver estes dramas nos outros. O primeiro passo para libertar-nos destes dramas é descobrir porque nascemos naquela família, por que moramos naquela rua, o que nossos pais nos ensinaram. Não somos apenas criação física de nossos pais. Somos também criação espiritual.



Nascemos de duas pessoas e a vida delas teve um efeito irrevogável sobre quem somos. Para descobrir quem somos temos de admitir que o nosso verdadeiro eu começou numa posição entre as verdades delas. Por isso, nascemos para defender uma perspectiva mais alta sobre o que elas defendiam. Seu caminho é descobrir uma verdade que seja uma síntese mais desenvolvida do que estas pessoas acreditavam. O passo seguinte é analisar todas as coisas que aconteceram conosco desde o nascimento. A vida é alcançar uma revelação interna, uma consciência superior, caracterizada pela paz de espírito e o desprendimento das coisas do mundo. O pensamento oriental o ocidental podem ser interligados numa verdade superior. Mostram que o Ocidente está certo em sustentar que a vida é progresso, evolução. O Oriente enfatiza que temos de abandonar o controle com o ego, temos de alcançar uma consciência mais plena, uma ligação mais íntima com Deus.



Cada um de nós tem de observar os pontos importantes em nossa vida e reinterpretá-los à luz de nossa questão evolucionária. O sentido da vida está ligado ao problema de transcender o nosso condicionamento passado e levar nossas vidas à frente. O que devemos fazer é nos ligar em energia suficiente para abandonar o intenso drama de controle, e seguir adiante no que revela ser um processo espiritual, que buscamos a vida inteira. Quando encontrarmos a visão de nossa vida, teremos encontrado uma clara consciência de nosso caminho espiritual. Temos de passar o tempo que for tentando parar nosso drama de controle, aí poderemos encontrar o significado superior de motivo de termos nascido com nossos pais. Todos temos um propósito espiritual, uma missão. Esclarecer o passado é um processo preciso para tomarmos consciência de nossas maneiras individuais de controle aprendidas na infância. E assim que pudermos transcender esse hábito, descobriremos nossos eus superiores, nossas entidades evolucionárias.



A Profecia Celestina - parte III de IV



Os seres humanos nascem em suas situações históricas e descobrem alguma coisa para acreditar. Eles formam uma união com outro ser humano que também descobriu um propósito. Os filhos nascidos desta união reconciliam então estas duas posições, buscando uma síntese mais elevada, orientado pelas coincidências. Quando nos enchemos de energia, ocorre uma coincidência que nos faz progredir em nossas vidas. Nossos filhos adquirem nosso nível de vibração e o elevam ainda mais alto. Esta é a maneira como nós humanos continuamos a evolução. E, para acelerar este processo de evolução devemos agir conscientemente. Assim que isto acontece, que tomamos consciência das questões ativas no momento, temos algum tipo de intuição sobre o que fazer. O problema na vida não está em receber respostas, está em identificar as questões presentes. Assim que formularmos as perguntas certas, as respostas virão. A sétima visão trata do processo de se desenvolver coincidentemente, estar alerta para qualquer coincidência, para toda resposta que o universo nos dá. Fala como os objetos saltam para nós e como certos pensamentos surgem como um guia. Fala também de sonhos e compra estes com a história de nossa vida. Os sonhos vem nos dizer alguma coisa sobre nossa vida que nos faz falta. Esta visão diz que, não só os sonhos nos orientam, como nossos pensamentos e devaneios. Nos mostram uma cena, um fato, e isto significa que eles podem acontecer. Se estivermos atentos, estaremos prontos para esta virada em nossa vida. Temos pensamentos que nos dizem algo. Para reconhecê-los, temos de nos colocar numa posição de observador. Quando nos vem um pensamento devemos nos perguntar o por quê deste pensamento vir agora. Qual a relação dele com as questões de nossa vida. A adoção desta posição de observador ajuda a nos livrar da necessidade de controlar tudo. Nos põe na corrente evolutiva. As imagens de medo devem ser detidas assim que aparecem. Então outra imagem, de bom resultado, deve ser imposta pela vontade do pensamento. Em breve as negativas não acontecerão mais. Nossas intuições serão sobre coisas positivas.



Quando as negativas chegarem devem ser tratadas com seriedade e não serem seguidas. Nosso corpo vibra num determinado nível. Se deixamos nossa energia baixar demais, o corpo sofre. Esta é a relação entre estresse e doença. É pelo amor que mantemos nossa vibração alta, ela nos mantém saudáveis. Para captar a sétima visão devemos atrair todas as visões num único modo de ser. Devemos ver o mundo como um lugar misterioso do qual, temos tudo o que precisamos, se nos esclarecermos e encontrar o caminho.



Devemos ficar atentos para qualquer pensamento ou sonho, a intuição para podermos evoluir. Devemos acumular energia e nos concentrarmos em nossas situações, nas perguntas que temos, e então receberemos alguma forma de orientação intuitiva, uma idéia de onde ir e o que fazer, e então as coincidências ocorrem para permitir que sigamos nossa direção. Toda vez que estas coincidências nos levam a alguma coisa nova, crescemos, nos tornamos mais plenos, existindo uma vibração interior. Todas as respostas que nos chegam misteriosamente, na verdade, vêm de outras pessoas. A sétima visão acontece quando vemos nossas perguntas enquanto elas surgem. Ela intensifica a experiência do dia-a-dia. Todo o acontecimento tem uma mensagem que diz respeito às nossas perguntas. O desafio é encontrar o lado bom de cada acontecimento. A oitava visão fala de como devemos tratar as outras pessoas para que as mensagens sejam partilhadas. Ela adverte contra a interrupção do nosso crescimento. Isso ocorre quando nos viciamos em outra pessoa.



Ela explica como podemos ajudar os outros enquanto eles nos trazem as respostas que buscamos. Descreve uma nova ética para governar a maneira de os humanos tratarem uns aos outros. Para que não aconteça um vício, ela ensina como devemos projetar energia uns nos outros. É um uso da energia de um modo diferente. À princípio com as crianças, que, para aprender a evoluir precisam da nossa energia numa base constante. Por isso é preciso dar muita atenção a elas. A idéia de vício explica a luta pelo poder na maioria dos relacionamentos. É o que fazem a felicidade e a euforia do amor acabarem, se transformando em conflito. Quando se apaixonam, dois indivíduos estão dando energia um ao outro inconscientemente, e se sentem flutuantes e eufóricos.



Infelizmente, como eles esperam que os sentimentos venham do outro, se desligam da energia universal e começam cada vez mais a contar com a energia da outra pessoa, só que agora parece não haver energia bastante. Então deixam de dar energia um ao outro e recaem em seus dramas, numa tentativa de controlar e puxar a energia do outro para si. Então o relacionamento se degenera na luta pelo poder habitual. Se nos ligarmos a uma fonte de energia humana, bloquearemos o fornecimento espiritual. Segundo a oitava visão, quando começamos a evoluir pela primeira vez, passamos automaticamente a receber nossa energia sexual oposta.



Vem naturalmente da energia universal. Mas temos de ter cuidado, pois se alguém nos fornece esta energia, podemos nos desligar da fonte universal e regredir. Neste momento somos metade, semelhante a letra C e a outra pessoa também. Assim, completando o círculo nos sentimos eufóricos e ao mesmo tempo dependentes. Ai os problemas começam a surgir. Primeiro temos de fechar o círculo por nós mesmos.



Temos de estabilizar nosso canal com o universo para encontrarmos um relacionamento mais elevado. É preciso projetar conscientemente energia nos outros. A maneira como abordamos outras pessoas, determina a rapidez com que evoluímos e a rapidez com que nossas perguntas sobre a vida são respondidas. Encontros casuais não existem. Quando alguém cruza nosso caminho, tem uma mensagem para nós. Temos de compreender o que elas nos trazem. Assim que os seres humanos captarem esta realidade, nossa interação será mais rápida e se tornará mais objetiva e deliberada. Para obter energia devemos apreciar um objeto até que ele penetre em nós para sentirmos amor. Então poderemos mandar energia de volta. O primeiro passo é manter nosso fluxo de energia alto para depois podermos iniciar o fluxo de energia que vem para nós mesmos e da outra pessoa.



Quanto mais apreciarmos sua beleza, mais energia penetra nela e flui para nós. Isto é diferente da co-dependência. Ela se inicia assim, mas logo se torna controladora porque o vício nos isola da fonte e a energia se esgota. A verdadeira projeção de energia não tem ligações nem interações pessoais. O manuscrito diz que se não aceitamos o drama de controle do outro, ele se anula. Uma pessoa não pode representar um drama de controle conosco a não ser que o aceitamos. Para ser encenado, todo drama precisa de um drama igual. O que um intimidador precisa para conseguir energia é de um coitadinho de mim ou de outro intimidador. Todos os dramas são estratégias secretas para conseguir energia. Quando trazemos à consciência, as manipulações secretas não sobrevivem. A verdade maior sobre o que é dito numa conversa sempre prevalece, depois disso, a pessoa tende a ser mais verdadeira e honesta. Devemos mandar muita energia a ela, afim de que ela consiga senti-la. Ai será mais fácil para que ela abandone sua forma de manipular para obtê-la. O universo é energia. Energia que responde as nossas expectativas. As pessoas também fazem parte desse universo de energia, portanto, quando temos uma pergunta, as pessoas são quem nos trazem as respostas.



Todo mundo que cruza nosso caminho tem uma mensagem para nós e estão aqui por algum motivo. O manuscrito diz que vamos aprender que de repente o contato espontâneo do olhar é um sinal para que duas pessoas conversem. O senso de reconhecimento pode ser visto quando vemos alguém que nos parece conhecido, mesmo que nunca o tenhamos visto antes. Somos membros do mesmo grupo mental que certas pessoas, os quais, reconhecemos intuitivamente.



Quando a gente observa uma pessoa num nível mais profundo, pode ver o eu mais honesto por trás de qualquer fachada que ele tente exibir. Ai podemos perceber o que ela está pensando com uma expressão mais sutil no rosto. E, se ficarmos atento com quem conversamos, conseguiremos as respostas que desejamos.



A Profecia Celestina (parte IV de IV)



Descobrir a oitava visão é aprender a interagir conscientemente em grupo. Quando os membros deste conversam, só um terá a idéia mais forte num determinado momento. Se estivermos atentos, os outro do grupo sentirão quem vai falar e aí concentram sua energia nesta pessoa, ajudando-a a externar seu pensamento com clareza. Se nos concentrarmos, saberemos a nossa vez de falar. A chave para isto é projetar energia quando o outro está falando. Para aproveitar as mensagens, cada um deve ter a sua vez de falar.



Não devemos nos conter e nem tentar monopolizar o grupo. Quando intensificamos a energia e a vibração de cada membro, o campo de energia individual se funde com o do outro e cria um reservatório de energia. A nona visão explica como a cultura humana vai mudar no próximo milênio, em conseqüência da evolução consciente. Descreve um modo de vida diferente.



Nós humanos reduziremos voluntariamente nossa população, para que todos possam viver em lugares mais poderosos e belos na terra. Em meadas do próximo milênio, iremos viver em meio a árvores de milênios e jardins zelados. Os meios de alimentação estarão à disposição de todos. Orientados por intuições, todos saberão o que fazer e quando fazer. Ninguém consumirá em excesso, pois teremos abandonado a idéia de posse e domínio para ter segurança. Nosso senso de propósito se satisfará com a emoção de nossa própria evolução. A nona visão descreve um mundo onde todos estão mais alertas e atentos no próximo encontro significativo a surgir. O encontro com outras pessoas alterará o nível de vibração de cada um. A cultura global transformará a humanidade de um modo muito previsível. Primeiro, a humanidade experimentará um período de introspecção intensa. Compreenderemos como o mundo é na verdade belo e espiritual. Veremos árvores, rios, montanhas, como templos de grande força a serem preservados com admiração. Com as intuições, as pessoas descobrirão caminhos errados que tomaram, como a profissão que escolheram. Procuraremos reduzir as horas de trabalho para dispor de mais um tempo livre para buscar nossa própria verdade.



O manuscrito diz que à medida que descobrimos mais coisas sobre a dinâmica da energia do universo, veremos o que acontece quando damos algo a alguém. Quando damos, recebemos em troca, pela forma como a forma que a energia interage no universo. Nossas doações devem ir para as pessoas que nos deram verdade espiritual. O pagamento aos outros pelas suas visões, iniciará a transformação.



As florestas antigas serão mais a regra do que a exceção e todos os seres humanos viverão em proximidade com esta força. Quanto mais rápido a energia flui dentro de nós, mais misteriosamente o universo responde, trazendo pessoas as nossas vidas para responder as nossas perguntas. Toda vez que seguimos nossa intuição e um encontro misterioso nos faz progredir, aumenta nossa vibração pessoal. O manuscrito descreve o progresso de gerações sucessivas como uma evolução da compreensão, uma evolução rumo à espiritualidade e vibração superiores.



Cada geração incorpora mais energia e acumula mais verdade, passando depois adiante este estado às pessoas da geração seguinte, o que estende mais além. Num determinado ponto da história, um indivíduo iria compreender o modoexato de ligar-se com a fonte de energia e orientações divinas. Esse indivíduo iria determinar um caminho que toda raça humana estava destinada a seguir. A nona visão revela nosso destino final. Torna tudo cristalinamente claro. Nós, seres humanos, somos o ponto culminante de toda a evolução. Ela fala do começo da matéria numa forma fraca e aumentando sua complexidade, sempre evoluindo para um estado de vibração superior.



Quando surgiram os seres humanos primitivos, iniciamos essa evolução inconsciente, conquistando outros e ganhando energia, e avançando um pouco, depois sendo nós mesmos conquistados por outros e perdendo nossa energia. Esse conflito físico continuou até inventarmos a democracia. Agora estamos trazendo todo esse processo à consciência. Nosso destino é continuar a aumentar nosso nível de energia. E à medida que aumenta este nível, aumenta também o nível de vibração nos átomo do nosso corpo.



Ficamos mais leves,mais puramente espirituais. À medida que nós, seres humanos, aumentarmos nossa vibração, grupos inteiros de pessoas vão se tornar de repente, invisíveis para aqueles que ainda vibram num nível menor. Quando isso acontecer, cruzaremos a barreira entre a vida e o outro mundo do qual viemos e para o qual vamos depois da morte.



Essa travessia consciente é o caminho mostrado por Cristo. Ele se abriu para a energia até ficar tão leve que pôde andar sobre a água. Transcendeu a morte aqui mesmo na terra e foi o primeiro a fazer a travessia, a expandir o mundo físico e espiritual. Nos ligamos à mesma fonte, poderemos seguir o mesmo caminho, passo a passo. Em algum momento, todos vibrarão o bastante para entrar no céu, em mesma forma. A maioria das pessoas a conseguir atingir este nível será durante o terceiro milênio e em grupos constituídos por pessoas com quem estão intimamente ligados. Os maias já fizeram esta travessia juntos. O medo reduz enormemente a nossa vibração. A nona visão diz que embora alguns indivíduos possam passar para o outro lado esporadicamente, não haverá um arrebatamento geral enquanto não tenhamos eliminado o medo e conservado uma vibração suficiente em todas as situações. O papel desta visão é ajudar a adquirir confiança. Ela é a revelação do saber para onde estamos indo. Todas as outras criam uma imagem do mundo como beleza e energia incríveis, e de nós mesmos estreitando nossa ligação com ela e com a visão desta beleza. Quanto mais beleza vemos, mais evoluímos. Quanto mais evoluímos, mais alto vibramos. A nona visão revela que nossa percepção e vibração aumentadas nos abrirão um céu que já está diante de nós e apenas não podemos vê-lo. Sempre que duvidamos de nosso próprio caminho, ou perdemos a visão do processo, temos de nos lembrar para onde estamos evoluindo, o que significa todo o processo de viver. Alcançar o céu e a terra é a razão de estarmos aqui. E agora sabemos como se pode fazer isto... Como será feito. Ligar-se à energia é algo que os seres humanos têm de ficar alertas, discutir e esperar, do contrário, toda a raça humana pode voltar a fingir que o sentido da vida é exercer poder sobre os outros e explorar o planeta. Se voltarmos a fazer isso, não sobreviveremos. Cada um de nós deve fazer o que puder para transmitir esta mensagem.








Extraído do O Hermeneuta



25 março, 2011

Profecias dos Índios Hopis - Thomas Banyacya





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"HOPI em nosso idioma significa Paz, afável, gentíl, pessoas confiáveis. Os HOPI tradicionais seguem um caminho espiritual que nos foi fornecido por MASSAU'U, o Grande Espírito".- Banyacya, do clã do Lobo, da raposa e do Coyote; e eu sou membro do que restou da Nação HOPI.


Os Hopi são uma nação nativa americana dos Estados Unidos da América que vive principalmente na Reserva Hopi no noroeste do Arizona, com 1,5 milhões de acres (6 000 km²), que está rodeada pela reserva Navajo, outra grande nação pele vermelha. Alguns Hopis vivem na reserva indígena do Rio Colorado, no oeste do Arizona bem próximo ao Grand Canyon.

Maior Reserva da Nação Hopi fica no Arizona e é cortada pelo Rio Colorado e o Grand Canyon
Este povo continua a praticar a sua cultura tradicional, num grau mais elevado do que a maioria dos outros povos nativos americanos. A religião dos Hopi é essencialmente pacífica e envolve o respeito por todas as coisas e seres da Natureza, de acordo com os mandamentos de Massaw'U, Criador e Protetor do Mundo. Nos seus ritos religiosos, os Hopi pedem benefícios para todos os povos da Terra. Possuem uma cosmogonia que em tudo se assemelha a concepções que parecem repetir-se por todo o planeta, fato indicativo de que, de algum modo, toda a Humanidade recebeu as suas tradições de uma mesma fonte, embora as lendas e profecias tenham adquirido ao longo do tempo pequenas diferenças, insignificantes em relação ao todo e que são resultado de peculiaridades locais.

Um Clã dos "selvagens" HOPI
Os Hopi também acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo (Em tudo semelhante à cultura hindu dos Vedas) . O fim do mundo segundo a tradição Hopi inclui todo aquele elenco de catástrofes descritas em outras profecias, desastres naturais inevitáveis, considerando esta tradição que o cruzamento entre as órbitas da Terra e de um astro de grandes proporções - seja planeta, asteróide ou cometa (ou uma estrela Anã Marrom, companheira de nosso Sol)  - produzirá evidentemente, grandes alterações no ecossistema terrestre. Este fim do mundo segundo os Hopi também inclui a idéia de um equilíbrio, de um karma negativo a ser resgatado, prevendo que uma estrela azul virá coroar uma seqüência de nefastas ações perpetradas pelos homens: irá acontecer uma guerra e esta será também um confronto entre valores materiais e valores espirituais. Somente os Hopi, ou os Pacíficos, serão poupados, restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo, o próximo.
Os sinais que anunciam o grande final já estão a ocorrer há algum tempo e são igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela humanidade e conseqüente falta de espiritualidade. Os Hopi, assim como outros povos, foram salvos de uma grande dilúvio no passado e estabeleceram um acordo com o Grande Espírito (O Criador) em que nunca se separariam dele. Então ele fez um conjunto de tábuas de pedra sagradas chamadas Tiponi nas quais inseriu os seus ensinamentos, profecias e avisos.
A profecia mais persistente e confirmável é uma que foi dada nos tempos antigos pelos Anciões Hopi. Esta profecia foi passada através da tradição oral e pela referência às tábuas antigas. Os anciões revelaram que haveriam nove Sinais antes que surgisse o 5º Mundo. Este quinto novo (também coincide com idéia hindu encontrada nos Vedas) mundo seria um mundo de paz e de abundância - uma Nova Terra. De acordo com Pena Branca, um Hopi do antigo Clã dos Ursos, a profecia se realizaria assim:




"O Quarto Mundo terminará em breve e o Quinto Mundo começará. Os anciões sabem disto. Os Sinais no decorrer dos anos foram se realizando e assim poucos restam:”

"Este é o Primeiro Sinal: Foi-nos dito da vinda dos homens de pele branca, como Pahana, nosso perdido Irmão Branco das Estrelas. Mas estes homens não viverão como Pahana, eles serão homens que tomarão a terra que não é deles e os homens que atacarão os seus inimigos com o trovão (armas de fogo).” 
"Este é o Segundo Sinal: As nossas terras verão a vinda das rodas cheias de vozes. Na sua juventude, o meu pai viu esta profecia realizar-se com os seus olhos – os homens brancos que trouxeram as suas famílias em vagões (os barulhentos carroções dos colonos) pelas pradarias.”
"Este é o Terceiro Sinal: Uma estranha besta como um búfalo com grandes e longos chifres assolará a Terra em grande número. Estes animais Pena Branca viu com os seus próprios olhos – a vinda do gado de longos (raça Long Horn) chifres dos homens brancos.”
"Este é o Quarto Sinal: A Terra será atravessada por cobras de aço – os caminhos-de-ferro" (as estradas de ferro e os trens).
"Este é o Quinto Sinal: A Terra será atravessada por uma rede de fios de aranhas gigantes – a energia elétrica e as linhas primeiro dos telégrafos e agora as telefônicas".
"Este é o Sexto Sinal: A Terra será atravessada por rios de pedra que fazem imagens – auto-estradas com miragens causadas pelo calor do Sol".
"Este é o Sétimo Sinal: Vocês ouvirão o mar se transformar em negro e muitas coisas vivas morrerão por causa disto – derramamento de petróleo nos oceanos".
"Este é o Oitavo Sinal: Vocês verão muitos jovens da raça branca que usam cabelos longos como a nossa gente. Eles virão e se juntarão às nações tribais, para aprenderem novos modos e sabedoria – os hippies nos anos 60 e 70.”
"E este é o Nono e Último Sinal: Vocês ouvirão uma residência nos Céus, acima da Terra, que cairá com um grande estrondo. Aparecerá como uma Estrela Azul. Logo depois disto, as cerimônias do meu (os Hopis) povo cessarão".
"Estes são os sinais que mostram que a grande destruição está a aproximar-se. O mundo balançará para lá e para cá (Terremotos). O homem branco lutará contra outras pessoas em outras terras, com aqueles que possuem a primeira luz da sabedoria. Haverão muitas colunas de fumo e fogo, como Pena Branca viu o homem branco fazer nos desertos, não muito longe daqui. Só que os que virão causarão doença e um grande número morrerá. Muitos do meu povo entendem as profecias e estarão seguros. 
Esses que ficarão e que vão morar nos lugares onde mora o meu povo estarão seguros. Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana (significa irmão branco desaparecido, esta lenda do Pahana parece estar intimamente relacionada com os Aztecas e a história de Quetzalcoatl, assim como outra lendas da América Central) voltará e trará com ele o amanhecer do Quinto Mundo (uma nova Terra em Quinta Dimensão). Ele plantará as sementes da sabedoria nos corações das pessoas. Até mesmo agora as sementes estão a ser plantadas. Isto abrirá o caminho para o aparecimento do Quinto Mundo”.
A profecia Hopi refere que o aparecimento da Estrela Azul Kachina iniciará um período de grande purificação, um período em que a Terra será purificada e limpa da negatividade, em preparação para o surgimento do 5º Mundo (“virá quando Saquasohuh - estrela azul - Kachina dançar na praça e remover a sua máscara”).

Existe uma rocha saibrosa num penhasco perto de Second Mesa, que pertence à reserva Hopi no Arizona. Neste penhasco está gravada uma imagem do nosso passado, presente e futuro. Este local é mais comumente conhecido como a rocha da profecia Hopi.



A profecia desta rocha descreve dois tipos de caminhos: o caminho (a destruição) daqueles que pensam preferencialmente com a cabeça (puro intelecto, muito TECNOLÓGICO) e o daqueles que pensam mais com o coração. 


Podemos dizer que o primeiro caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério esquerdo do cérebro, privilegiando o pensamento analítico, racional, frio e calculista dos que precisam destruir para construir; enquanto que o segundo caminho é o daqueles que usam mais o hemisfério direito, servindo-se mais do pensamento intuitivo e usando o próprio coração para tudo sentir e perceber com amor, incluindo a natureza e os animais em sua existência. 


O homem moderno e tecnológico não tem nenhum equilíbrio porque vive numa sociedade em que o hemisfério esquerdo é o dominante. Atualmente damos mais ênfase ao raciocínio analítico e racional e muito menos importância à intuição e aos sentimentos.



Esse é um dos resultados que uma sociedade altamente (como o Japão e seus robôs) desenvolvida tecnologicamente, mas sem o devido respeito pela natureza,  pode colher.


A profecia da rocha mostra um entroncamento, uma encruzilhada no qual as pessoas vão ter de fazer uma escolha, ou continuam a pensar apenas com a cabeça ou decidem começar a pensar mais com o coração. Se escolherem o primeiro (provavelmente a escolha da maioria) caminho, isso irá guiá-las à autodestruição, mas se escolherem pensar com o coração, então gradualmente regressarão ao estilo de vida natural e vão merecer habitar em "um novo céu e uma nova Terra", conforme foi prometido a quase dois mil anos atrás.

Links:
http://www.welcomehome.org/rainbow/prophecy/hopi1.htmlhttp://www.geocities.com/whitecrystalmirror/prophecy.htmlhttp://www.hopiland.net/index.php?page=prophecy


KATCHINAS, OS AMIGOS DOS ÍNDIOS HOPI 


Quem eram estes seres, que vinham do espaço, procriavam na Terra sem ato sexual e auxiliavam vários povos? 
Por:- Andreas Faber-Kaiser - Fonte: http://www.projetovega-ufo.com.br/terra/katchinas.htm
  
Os índios da etnia Hopi, do Arizona, afirmam que seus antepassados foram visitados por seres que se deslocavam em naves espaciais e dominavam a arte de cortar e transportar enormes blocos de pedra, assim como de construir túneis e instalações subterrâneas. Durante a trajetória da humanidade, descobrimos que a percepção do conhecimento pode levar à sabedoria ou à perdição do buscador. Este é o olhar inerente a toda aventura humana desde o momento em que vislumbramos a possibilidade de acessar a inteligência. A ele alude, por exemplo, a lenda de Teseu e Ariadne, encenada no Labirinto de Dédalo, em Cnossos, na ilha de Creta. 





A Meditação dentro do labirinto é inspirada no labirinto que Dédalo (Desenho acima)  construiu para o Minotauro. Hoje é usado para conduzir nossa mente consciente e racional a um estado alterado de consciência e assim, entrar em contato nosso Eu Superior para nos orientar em nossa jornada de volta ao infinito de onde viemos.

O esquema do dito labirinto, que se repete em desenhos parecidos em diversas culturas da Antigüidade, tal como aparece gravado em moedas cretenses antigas, é idêntico a outros dois – um encontrado em uma cruz rúnica dinamarquesa e outro que simboliza a Mãe Terra entre os índios Hopi norte-americanos. A verossimilhança dos ditos esquemas, que formam partes do simbolismo próprio de culturas tão diferentes, como estas três, são realmente assombrosa e segue sendo um grande enigma para os buscadores da verdade.

Também assombroso é o fato de a mitologia mediterrânea apresentar características muito semelhantes entre os índios Hopi. Sua tradição, ainda viva hoje em dia, vincula sua origem a contatos com seres de forma humana que dispunham de aparelhos voadores em formato de discos. Os textos clássicos latinos, assim como os anais laurencianos que davam conta da campanha de Carlos Magno, descrevem diversos avistamentos do gênero. As tradições dos Hopi são exatamente iguais, nas quais nos deteremos no momento. 
Eles vivem hoje em reserva confinada no estado norte-americano do Arizona. Seu povoado principal se chama Oraibi e é o mais antigo lugar ininterruptamente habitado da América do Norte. Este é o ponto pesquisado pelo engenheiro da NASA Joseph F. Blumrich, famoso por ter reconstruído o esquema da nave vista pelo profeta Ezequiel, conforme textos bíblicos. Ele vive em Laguna Beach, na Califórnia, no limite da reserva dos Hopi, e desde 1971 mantém amizade com o índio ancião White Bear [Urso Branco], que narrou a ele, pacientemente, antigas recordações de seu povo, parte da atual tradição oral viva. 

White Bear foi um dos líderes dos Hopi, um homem sábio, membro do chamado Clã dos Coiotes e do Tribunal Tribal dos Hopi. Ele falava usando sentenças bem pensadas e somente se exprimia com certa dose de desconfiança quanto ao seu interlocutor. No tom de sua voz transparecia o ressentimento do índio norte-americano com o homem branco, que tanta dor e sofrimento causou a seu povo. Mas Blumrich conquistou sua simpatia e confiança, e, assim, o engenheiro dispõe hoje de grande acervo de informações sobre tais indígenas. “Quando eu conto nossa história, deve-se ter em mente que o tempo não é um fator de importância. Hoje em dia, o tempo surge como algo importante, que complica tudo e vira obstáculo. Mas a história do meu povo mostra como o tempo não era importante, a exemplo de como não era importante para o próprio Criador”, declarou o ancião indígena.

Kassakara e os Sete Mundos

De acordo com a tradição dos Hopi, a história da humanidade é dividida em períodos que eles chamam de mundos, os quais estariam separados por terríveis catástrofes naturais. O primeiro mundo sucumbiu pelo fogo. O segundo, pelo gelo. E o terceiro, pela água. Por conclusão, vivemos no quarto mundo. No total, segundo os indígenas, a humanidade deverá passar por sete mundos. Não sendo comprovados historicamente os dois primeiros mundos, a memória tribal dos Hopi remonta à época do terceiro, cujo nome era Kassakara. Este, na verdade, era o nome de um imenso continente (Lemúria) alegadamente situado no espaço ocupado atualmente pelo Oceano Pacífico, chamado Kasskara, ou “País do Leste”, cujos habitantes tinham a mesma origem que os de Kassakara.

Os nativos desse outro país começaram a se expandir e a conquistar novas terras, atacando Kassakara ante a oposição desta ao domínio, e o teriam feito com armas nucleares potentíssimas. Isso nos leva a comparar tal mitologia com aquelas das epopéias hindus, descritas em obras como o Ramayana,  Mahabarata e Bhagavad Gità, de milhares de anos, que se referem a armas nucleares de grande poder de destruição, usadas por tripulantes de naves celestiais chamadas de vimanas. Potentes arsenais atômicos usados na Antigüidade também remetem às deflagrações de Sodoma e Gomorra, impossíveis de se descrever e só pensáveis hoje em dia. Não se sabe como diferentes mitologias, perpetuadas por civilizações terrestres que não se conheceram, milênios atrás, são tão semelhantes e referem-se a fatos idênticos.

De qualquer forma, durante o conflito entre os nativos do outro país e os habitantes de Kassakara, aqueles que foram selecionados para sobreviver e serem salvos para o mundo seguinte foram colocados “embaixo do escudo”, na linguagem Hopi, de modo que os projéteis inimigos não os acertassem, visto terem sido escolhidos por razões superiores – os projéteis eram destruídos no ar. 

Repentinamente, o País do Leste (O continente de Atlântida ficava Á LESTE DAS TERRAS DOS HOPIS) desapareceu sob as águas do oceano, por causas desconhecidas – o bíblico dilúvio? Também Kasskara começou a inundar gradativamente, forçando os Hopi a buscarem um novo habitat. Neste instante, entram em ação novos personagens desta fantástica história, os Katchinas, que ajudaram os eleitos da etnia Hopi a se transladarem para as novas terras. Este fato teria marcado o fim do terceiro mundo e o começo do que seria o quarto(o nosso mundo atual).



Caracterização de dois seres Katchinas (muito semelhantes com Quetzalcoatl, da América Central)


Estas misteriosas figuras já eram conhecidas há bastante tempo. Desde o primeiro mundo os humanos estavam em contato com os Katchinas, palavra que pode ser traduzida por “veneráveis sábios”. Eram seres visíveis, de aparência humana e que nunca foram tomados por deuses. Eram vistos somente como seres evoluídos, com conhecimento e potencial superiores aos humanos. Eram capazes de se locomover pelo ar em velocidade gigantesca ou aterrissar em qualquer lugar.  


Mas como eram seres corpóreos, precisavam de naves voadoras para seus deslocamentos, que, tal como nas crônicas romanas e de Carlos Magno, recebiam diversos nomes. White Bear explica que os Katchinas eram muito estimados, uma elite com a qual sua gente sempre estivera em contato. Seriam provenientes do planeta Toonaotekha, muito distante do Sistema Solar, e estariam visitando a Terra desde tempos remotos (desde a destruição de Maldek, há +/- 250 milhões de anos). 

Os Katchinas eram divididos em três categorias: os sábios geradores, os mestres e os guardiões da lei. Logo com a primeira das três categorias vê-se clara analogia com outras lendas míticas, pois também com os Hopi, de maneira misteriosa, os Katchinas geraram diversos homens. O ancião era perfeitamente cônscio da mística desses nascimentos e os descrevia: “Por mais estranho que possa parecer, jamais houve relações sexuais entre humanos e Katchinas, e mesmo na ausência total do ato sexual, mulheres Hopi eleitas engravidaram deles”. 


O Popol Vuh, a crônica central da tradição Maia, afirma algo semelhante. Os primeiros homens foram gerados “sem pai” e eram chamados apenas de “os gerados”. Suas progenitoras os tinham como que num passe de mágica, por milagre. O Popol Vuh também diz que, entre os gerados, houve homens de grande sabedoria e inteligência. Por sua vez, White Bear, que não leu esta crônica maia, sabia pela crônica dos Hopi que os Katchinas eram “homens milagrosos, poderosos, sempre prontos a ajudar, jamais a destruir”. 



Ornamentos exóticos e ritualísticos

White Bear (Urso Branco) descreveu os artefatos usados pelos Katchinas para se moverem na atmosfera terrestre: “Se uma carapaça tiver cortada sua parte inferior, e sobre ela for adicionada outra que tiver cortada sua parte superior, teremos um corpo em formato de lentilha. Este é basicamente o aspecto de um disco voador. Hoje em dia, os Katchinas já não se manifestam na Terra. Suas danças, tão conhecidas na América do Norte, são interpretadas por homens e mulheres em simbolismo aos seres que nos visitavam antigamente”. Ocasionalmente, os Katchinas podiam ter aspecto estranho e usavam artefatos interessantes, como pulseiras, colares, munhequeiras etc. Para que as crianças Hopi se acostumassem com seu visual, fabricavam peças idênticas, para que usassem em seus corpos [Notar semelhança com a etnia Xikrin, dos índios Kayapó, do Alto Xingu brasileiro, que também se ornamentam em referência a um ser espacial chamado Bep-Kororoti]. 

Vicente Chagas-Setembro/2009. 





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"Não há pessoa no mundo q saiba ou q possa compreender o q já fiz em minha vida. E não há pessoa no planeta q possa fazer como eu fiz. (Gilles de Rais)"