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05 dezembro, 2014

VIDA FELIZ

 

                  
 
:: O Espiritismo ::
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Sê sábio, investindo no futuro.
O que ora te acontece, resulta
do passado que não podes remediar.
Mas, aquilo que irá suceder, depende
do que realizes a partir de
hoje.
Enquanto recolhes efeitos de
ações passadas, estás atuando
para consequências futuras.
Conforme semeares, assim colherás.
A tua fatalidade é o bem. Como
atingi-lo, será opção tua, mediante
ação rápida ou retardada e
contra-marchas.
Ninguém está fadado ao sofrimento.
Este é o resultado da escolha
errada.
Investe no amanhã e serás feliz
desde hoje.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz
.......
Todos estamos fadados à felicidade, à perfeição.
O caminho a percorrer é longo, às vezes assinalado pela urze ou entulhado pelos calhaus.
Todavia, o roteiro é igual para todos, porque ninguém existe que seja considerado como exceção.
Aqueles que encontram menos dificuldades, fazem jus às circunstâncias, em razão do seu comportamento em reencarnações passadas.
Os mais atribulados, da mesma forma, procedem dos seus atos infelizes.
Desse modo, ganha a distância evolutiva, passo a passo, e alegra-te com o destino feliz que te aguarda e que alcançarás.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz
..........
Examina quanto tempo diariamente dedicas à tua vida espiritual.
Trabalhas, veste-te, distrai-te, alimenta-te, dormes e reservas breves minutos ao Espírito encarnado, mediante uma rápida oração, uma pequena leitura, ou ouves uma palestra; às vezes nenhuma destas concessões lhe facultas.
O homem não é apenas o corpo-mente. Ante de tudo é o ser espiritual, que conduz os implementos corpo-mente e exige atendimento espiritual para bem executar as tarefas que lhe dizem respeito.
O corpo necessita de cuidados para viver, mas, a alma, também.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz
......
Transforma as tuas horas num rosário de bênçãos. Aproveitando-as com sabedoria, no trabalho edificante, formarás um patrimônio de felicidade, o qual não podes imaginar. Desperdiçando-as, não conseguirás recuperá-las. A hora que passa não retorna, qual a água que corre sob a ponte. A eternidade é feita de segundos, e o tempo medido pelas horas é a concessão de Deus para te proporcionar bem-estar. Trabalha sem desânimo e acumula as tuas horas de ação benéfica.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz
..................
Estás mergulhado no oceano do amor de Deus.
Jamais te encontras sozinho.
Deus está em ti e em torno de ti.
Descobre-o e deixa-te conduzir por Ele com sabedoria.
És Seu herdeiro, possuidor do universo.
Permite que o Seu amor te permeie totalmente, comandando a tua vontade e os teus passos, facultando-te crescer com menor ou nenhuma dose de sofrimento.
Em Deus tudo encontras, plenificando-te completamente.
Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Vida Feliz

13 março, 2012

Meu reflexo no espelho da vida - Ruth Gentil Sivieri



Refletido no espelho olho o meu rosto,
com um brilho de alegria       e de encanto;
nem um só pensamento de desgosto
nem nos olhos vejo       mais aquele pranto.

Por longo tempo esperei esse       momento,
que por ti não mais chorar preciso;
é quase como um       encantamento
ver meus lábios só com esse riso.

Acabaram-se       todas as mazelas
que trazia na alma de quem chora;
vendo agora essas       cores mais belas
banhadas em luzes de uma aurora.

Olhando       o céu e a lua transparente,
a inspirar os versos que       escrevo,
minh´alma transborda docemente
e a Deus agradecer, eu sei       que devo.

Logo vem o nascer do sol brilhante,
aquecendo o       corpo, que era um frangalho
dando mais vida ao meu riso amante
e       mais colorido aos versos que       espalho.


11 julho, 2011

O PESO DO VIVER









Viver não é uma tarefa muito fácil.



Em todas as fases da vida os desafios se apresentam.



Na infância, há os trabalhos escolares, as tarefas cada vez mais complexas.



Na adolescência, perceber o mundo pode ser bastante doloroso.



Na juventude, deve-se optar por uma profissão e desenvolver esforços para conquistá-la.



Na época da maturidade, surgem problemas com filhos e abundam desafios profissionais.



Na velhice, o balanço do que se viveu pode causar decepção, sem falar nas forças físicas em declínio.



Permeando tudo isso, há problemas de saúde e amorosos, além de dificuldades com a família.



A vida é repleta de encontros e desencontros, de despedidas, lutas, vitórias e fracassos.



Dependendo do ângulo que se analisa, a vida pode parecer um castigo, um autêntico peso a ser suportado.



E realmente os problemas são inerentes ao viver.



Desconhece-se alguém que tenha atravessado a existência sem enfrentar dúvidas e crises.



Entretanto, viver é uma dádiva divina.



Embora a vida também envolva dores e sacrifícios, ela não se resume nisso.



Há a emoção do nascimento de um filho, a alegria de amar e ser amado, a beleza de um pôr-do-sol.



Depende de cada um escolher quais aspectos de sua existência irá valorizar.



É possível manter a mente focada na longa enfermidade que se atravessou, ou nas lições que com ela foram aprendidas.



Podem-se destacar os esforços feitos em determinada direção, ou a satisfação da vitória.



Conforme seja enfocado o aspecto positivo ou negativo das experiências, viver será algo mais ou menos leve.



Mas há outro aspecto a ser considerado a respeito das dificuldades inerentes à existência humana.



Como tudo no universo, os homens estão em constante aprimoramento.



Todos são espíritos, em jornada para a amplitude.



A existência terrena é um diminuto instante nessa maravilhosa viagem pelo infinito.



Após estagiar por longo tempo na seara do instinto, a humanidade desenvolve sua razão e ruma para a angelitude.



Para isso, necessita aprimorar sua sensibilidade, tornar-se valorosa e nobre.



As experiências com que a criatura se depara voltam-se justamente a prepará-la para seu glorioso porvir.



É preciso que os instintos gradualmente percam sua força, dando lugar às virtudes.



Assim, amar não mais como manifestação de posse, mas de forma sublime, preocupando-se em ver feliz o ser amado.



Educar a própria libido, percebendo-a como energia criativa, em harmonia com o cosmo.



Esquecer a tendência de dominar pela força, aprendendo a convencer pela lucidez dos argumentos.



Abdicar da violência, desenvolvendo a afabilidade e a doçura.



A vida chama as criaturas para um amanhã de luz, de paz e ventura.



Ocorre não ser possível cultivar um jardim em pleno charco.



Justamente por isso viver parece tão difícil.



É que os homens são constantemente convidados a abrir mão de velhos vícios.



Tanto maior seja a resistência em aprender a lição, tanto mais contundente ela será.



Assim, se você quer ser feliz, desfrutar de bem-estar, passe a remar a favor da maré.



Dome seus vícios, conscientizando-se de que eles é que o infelicitam e tornam sua existência penosa.



Ame a vida, seja honesto, trabalhador, bondoso e puro.



Em pouco tempo seu viver se tornará leve e prazeroso, pois você terá instalado um céu dentro de sua própria consciência.



(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita. http://www.momento.com.br/)

31 maio, 2011

VIDA





Entre e fique à vontade.

Se acomode entre as lembranças,os amores e as saudades.



Arraste uma cadeira,mas cuidado com o tempo.

Ele vive pregando peças e é ligeiro como o vento.



Sinta-se em casa e sirva-se de felicidade.

É meu prato predileto e faz bem em qualquer idade.



Se a solidão chegar,não se espante com ela.

Quem sabe, mesmo sozinha,te ache ainda mais bela?



Se muita sede tiveres, prove da liberdade.

Mesmo que lhe tires o juízo,conhecerás suas verdades.



Se não te incomodares,contar-lhe-ei um segredo:

-Ainda ontem joguei fora todo meu arrependimento!



Se o cansaço te abater e a saúde te abalar,

a fé é o melhor remédio que posso lhe receitar.



Mas antes que se despeça e vá para outros confins,

te agradeço, Vida querida, por ter se hospedado em mim!





15 fevereiro, 2011

O HOMEM QUE CRÊ NA VIDA ETERNA

A vida não é para ninguém tão alegre, como para aqueles que perderam o temor pela morte.



O homem que não teme a morte, administra bem as provações, as desilusões, os sofrimentos, fazendo que seu ser mantenha-se em todas as situações, sereno, tranquilo, vivendo a força da sua fé em Deus. Nada o assusta, cumpre seu trabalho cotidiano com energia, disposição, coragem, mantendo sobre todos os pontos de vista, o encanto, a beleza, a compreensão para com o viver. Quando é açoitado por tempestades, privações, dificuldades, utiliza com dignidade e espírito público o instrumento da oração, que lhe permite não perder o autocontrole, o sentido crítico da sua existência.



O homem que crê na vida eterna tem alegria, vivendo a potencialidade do amor, da esperança, da paciência, que vivifica todo seu ser, reanima todas as suas forças e o alivia das tensões existenciais.



Não temer a morte representa compreender a vida. Assim, sendo na consciência do processo evolutivo, o homem que crê na vida eterna trabalha com alegria, evocando e sendo o amor, vivendo a expressão da bondade, procurando, por todos os meios, sensibilizar nos outros a esperança, a fé em Deus, a iluminação pelo autoconhecimento.



O homem que não teme a morte é generoso, compreensivo, sincero, pois, descobre em cada um o que há de melhor. Sabe discernir o bem, procura ser e viver a caridade, sua consciência é a diretora dos seus atos. A imortalidade lhe indica o estudo, a pesquisa, o autoconhecimento, a auto-reflexão, como elementos indispensáveis a um estado pleno de consciência de si mesmo.



Aquele que crê na vida eterna vive uma atmosfera de confiança, trabalho, iluminação, espiritualidade.



O conhecimento liberta, fazendo com que o homem compreenda que o futuro não acontece, mas é criação de cada um.



(p/espírito Leocádio José Correia)

08 fevereiro, 2011

FÍSICA QUÂNTICA - SUA VIDA É UM SONHO?




Sérgio Carvalho: Texto de minha amiga e irmã Silvia Malamud, Psicóloga Clínica, Terapeuta Autora do Livro: Projeto Secreto Universos, complemento artigo da revista Planeta -- Sonhos, a ela meu eterno Amor e Gratidão. Com Amor pela humanidade.
Imagens reeditadas por Sergio Carvalho
Produzido por Sergio Carvalho
Musica - From Durga - Om Mani Padme Hum - Nina Hagen - Meditation Made Simple

PRODUÇÃO: AMIGO E IRMÃO SÉRGIO CARVALHO

Á Silvia e ao Sérgio minha eterna Gratidão!


Pax e Lux em todos os quadrantes!

elisangelis

06 fevereiro, 2011

As perdas do ser humano… - Cirilo Veloso Moraes



Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida – aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: as perdas do ser humano.



Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta – sozinhos, podem dizer alguns.



Começamos a vida em perda, e nela continuamos –dizem outros. Porém, paradoxalmente, se notarmos bem, e se nos atrevermos a ver tudo isso sob um outro ponto de vista, um ponto de vista mais otimista, quem sabe, descobriremos algumas coisas como:



No momento em que perdemos algo, novas oportunidades nos surgem. Ao perdemos o aconchego do útero, ganhamos os braços do Mundo. Ele nos acolhe, nos assusta e nos encanta, nos destrói e nos eleva. E continuamos a perder… E seguimos a ganhar.



Perdemos a inocência da infância, e ganhamos a confiança absoluta na mão que segura nossa mão. Ganhamos a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair. Perdemos a inocência da infância, e adquirimos a capacidade de questionar: por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Estamos crescendo.



Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer, renascer. Cada nova fase revela perdas. Cada nova fase aponta novos ganhos. A vida é obra encantadora do Criador. Nada nela existe por acaso. Nada funciona ou acontece sem seguir uma lei maior, uma razão.



Nem mesmo a tão temida “morte” deve ser considerada como oposto de “vida”. O que chamamos de morte é apenas uma entrada para outra estação da mesma vida. Assim, quando achamos que “perdemos” pessoas que amamos, deveríamos enxergar que “ganhamos” um grande amor, e este nunca se perderá.



Cada pessoa que entra em nossa vida, e que nela permanece através do amor, nunca mais estará distante. Que ganho maravilhoso este! Que certeza esperançosa, revolucionária.



A vida não começa em perda, começa em “oportunidade”. Nascer é ganhar nova chance de seguir adiante. Nova chance de descobrir, de conhecer e de amar.



Quem ama nunca perde. Quem doa nunca fica sem.



Pensamento:



O Espírito Fénelon, na obra “O evangelho segundo o espiritismo”, traz uma importante reflexão. Diz-nos ele:



“Humanos, é nesse ponto que precisais elevar-vos acima do terra-a-terra da vida, para compreenderdes que o bem, muitas vezes, está onde julgais ver o mal(…)



Por que haveis de avaliar a justiça divina pela vossa?



Podeis supor que o Senhor dos Mundos se aplique, por mero capricho, a vos infligir penas cruéis?



Nada se faz sem um fim inteligente e, seja o que for que aconteça, tudo tem a sua razão de ser.”



Redação do Momento Espírita com base em texto atribuído a Aila Magalhães e no cap. V de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.





25 janeiro, 2011

O Espetáculo da Vida


Que você seja um grande empreendedor. Quando empreender, não tenha medo de falhar. Quando falhar, não tenha receio de chorar. Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.

Encontre um oásis em seu deserto. Os perdedores veem os raios. Os vencedores veem a chuva e a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.

Saiba que o maior carrasco do ser humano é ele mesmo.  Não seja escravo dos seus pensamentos negativos.  Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção.

O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.

Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida.

Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão.  Ninguém é igual a você no palco da vida. Você é um ser humano insubstituível.

Jamais desista das pessoas que ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos. Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível.
Augusto Cury

22 janeiro, 2011

MISTÉRIOS – Vida para além da vida




Se olharmos à nossa volta, constatamos que a morte é a grande senhora de tudo o que é criado e histórico, pois tudo é submetido à segunda lei da termodinâmica, à entropia. A vida vai gastando seu capital energético até morrer.

A vida mesma é um grande mistério, embora seja entendida como a auto-organização da matéria quando colocada longe de seu equilíbrio, quer dizer, em situação de caos. De dentro do caos, irrompe uma ordem superior que se auto-regula e se reproduz: é a vida. Mas isso não explica a vida. Apenas descreve o processo de seu surgimento. Ela continua misteriosa, como os próprios biólogos e cosmólogos continuamente o atestam.

Onde há vida, sempre ocorre interação com a matéria para ganhar energia e se verifica uma multiplicação como forma de auto-conservação. Não obstante isso, há um limite intransponível – a morte – apesar de que formas inferiores de vida possam se manter vivas por milhares e milhares de anos. Assim, por exemplo, na pele de um elefante mamute, congelado na Sibéria, há cerca de 10 mil anos, foram encontradas bactérias capazes de revivificação. Em campos de sal mineral foram encontradas bactérias fixadas vitalmente há milhões de anos, portanto, que não morreram e que podem ser reconduzidas às condições normais de vida. É comum, hoje em dia, submeter bactérias a baixíssimas temperaturas e posteriormente, passados muitos anos, recondicioná-las para a vida. Mas chega também para elas o momento da morte.
Para o ser humano, a morte constitui sempre um drama e uma angústia. Tudo em seu ser clama por vida sem fim. Nem por isso pode deter os mecanismos da morte que se aproxima irrefragavelmente. São Paulo gritava: “Quem me libertará deste corpo de morte?” E respondia: “Graças a Deus por Nosso Senhor Jesus Cristo”.

É supreendente, pois nesta frase se encontra a essência pura do cristianismo. Este testemunha o fato maior de que alguém nos libertou da morte. Em alguém, a vida se mostrou mais forte que a morte e inaugurou uma sintropia superior. É o significado maior da ressurreição, como um tipo de vida não mais ameaçada pela doença e pela morte. Por isso a ressurreição não pode ser entendida como reanimação de um cadáver a exemplo de Lázaro. Mas como uma revolução dentro da evolução, como um galgar a um tipo de ordem vital não mais submetida à entropia.

Com isso se afirma que a vida mortal se transfigura. No processo de evolução, a vida alcançou tal densidade de realização que a morte não consegue mais penetrar nela e fazer sua obra devastadora. A angústia milenar desaparece, sossega o coração, cansado de tanto perguntar pelo sentido da vida mortal. Enfim, o futuro se antecipa, se encontra aberto e um desembocar feliz e aponta para uma vida para além deste tipo de vida.

Logicamente, este é o discurso cristão que supõe a ruptura da fé. Os seguidores de Jesus testemunharam o sepulcro vazio e a manifestação do “novíssimo Adão”. Tal evento gerou ilimitada jovialidade e uma fonte inesgotável de esperança até os dias de hoje. Se Jesus ressuscitou, nós humanos, seus irmãos e irmãs, somos atingidos por esta ressonância morfogenética de outra ordem e assistimos antecipadamente um pouco do fim bom da criação e da vida.

Embora suponha a fé, a crença na ressurreição constitui uma oferta de sentido para todos os que apostam em algo que pode ir alem desta vida. Em razão disso, a alternativa não é vida ou morte, mas vida ou ressurreição.

Leonardo Boff