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05 fevereiro, 2011

COLHEITA DO REINO ELEMENTAL EM SHAMBALLA



COLHEITA DO REINO ELEMENTAL EM SHAMBALLA

Shamballa é a sede das Grande Fraternidade Branca na Terra, Neste dia todos os seres elementais da natureza se apresentam aos pés do Senhor do Mundo...


Shamballa é a sede da Grande Fraternidade Branca na Terra.








 Neste dia todos os seres elementais da natureza se apresentam aos pés do Senhor do Mundo, cargo HIERÁRQUICO ao qual pertence o SENHOR GAUTAMA, O BUDA


ELEMENTAIS E DEVAS
 O Espírito Santo, Maha Chohan está em profunda colaboração com os seres elementais instruindo-os para que construam as formas da natureza com perfeição.

Os Seres Elementais formam um grupo separado do das outras energias cósmicas e fazem parte do Logo Planetário, ou seja a Força Construtora do Planeta. 

Podemos classificá-los como:

 

do Ar: Elementais Etéricos







da Terra: Elementais Físicos









da Água: Elementais Astrais







do Fogo: Elementais Mentais






Eles constituem a primeira fase da criação Solar para os planetas, ou pelo menos pelo que se tem conhecimento, para o Planeta Terra. 
O guardião do Templo dos Elementais emite formas e os pequenos seres as assimilam até representá-las com perfeição.
Uma vez conseguido, são colocados em contato com o Instrutor do Templo dos Anjos da Natureza para que sejam destinados, em grupo, a uma tarefa específica.

Por exemplo, os elementais da água se encaminham à cachoeira que lhes foi destinada e aí transmitem toda sua força para ela, seja indeterminadamente ou como uma tarefa específica com tempo fixo para ser cumprida após a qual se encaminham novamente ao templo em que servem cosmicamente.

Dentro de todo ser humano existem os elementais manifestando-se em suas formas pensamentos.
Quando aprendermos a unir a força deles e a energia dos anjos, haveremos então conseguido a Maestria sobre nossos pensamentos e emoções e nos tornaremos Mestres de nossa própria existência tendo assim, autocontrole sobre nós mesmos.



DEVAS

Os seres controladores dos quatro elementos da natureza são chamados de Devas. Eles fazem parte da cadeia de evolução planetária.
Eles formam o Espírito da Natureza e desempenham também a função de Instrutores dos Anjos.
Sua tarefa mais importante é manter o equilíbrio nas quatro fases da natureza todas elas necessárias para a manutenção do clima e do meio ambiente do planeta.

A função Deles é dar coesão, harmonia e beleza às forças da natureza no momento do caos da creação, quando estas forças são liberadas, sem formas ainda, no Universo. Cada grupo de água, (até a que sai pela torneira), cada animal, planta, flores, tudo, pertence a um grupo dévico, por esta razão podemos afirmar que estamos diariamente em contato com os Devas. Podemos agradecer ou chamar pelo seu serviço através do uso de Mantras. 

São Eles encarregados das manifestações da natureza que nos parecem as mais bonitas a olho nu: o arco-íris e as auroras boreal e austral.

Estes fenômenos acontecem pelo desequilíbrio eletrônico das camadas iônicas que recobrem a esfera terrestre e o seu aparecimento tem como finalidade estabelecer novamente o equilíbrio entre eles. As auroras representam dois fenômenos muito fortes com a condensação e posterior explosão de raios cósmicos nos pontos extremos do planeta que servem para energizar a Terra.
            Nós, seres humanos somos formados por vários corpos e temos a força dos devas trabalhando em nós e ao mesmo tempo fazendo-os trabalharem. Por isto devemos cuidar muito bem do corpo mental para não emitia formas pensamentos pesadas, que sendo controladas pelo elemento fogo, são altamente destrutivas.


COMO ENTRAR EM CONTATO COM OS DEVAS

- Através do som e das cores: ouvindo diariamente músicas que nos levem ao som da natureza, água principalmente, serve para destruir as más formações do corpo emocional. A cor violeta, por sua vez, é muito útil para a destruição de distúrbios do corpo etérico.



-Com o uso de velas invocamos o poder e a força dos Devas do Fogo que servem para equilibrar o corpo mental, nossos pensamentos que determinam as ações. Principalmente a vela Dourada.



- Tornando-nos mais etéreos,
através dos cuidados do corpo físico com a alimentação, evitando alimentos que sejam pesados do ponto de vista energético, dando preferência a frutas e água. Habituando-nos a vestir roupas claras e coloridas; fazendo exercícios físicos

04 fevereiro, 2011

A CHAVE PARA ACESSAR SHAMBHALA




Shambhala é a morada dos Mestres.
A morada daqueles que por aqui passaram e deixaram rastros em construção.
Os seres que lá habitam, são iguais em tamanho idade e sabedoria.
Os que moram lá não envelhecem e nem adoecem.
Não existe desigualdade por lá.
Existe Hierarquia.
O Caminho é o "Caminho do Coração", onde todos os chakras e poderes se encontram e expandem por toda a direção, numa só frequência.
Quando o Mestre se manifesta, manifesta sem nome, a mensagem é o seu nome.
Me lembro de Lao-Tsé, que no final pegou o seu burrinho, seguiu até a "Morada do Silêncio", e desapareceu.
Lao-Tsé, não morreu - não tem registro.
Me Lembro de Saint Germain, quando pouco antes da Revolução Francesa,
após ter tentado evitar derramamento de sangue no episódio,
se retirou para a "Morada do Silencio" e desapareceu.
Saint Germain, não morreu - não tem registro.
Só entram os puros e iguais em Shambhala.
Shambhala existe.
Dizem que a Cidade está num bolsão de ar nos Himalayas.
Eu digo Shambhala está no seu e no meu coração.
Shambhala enviará os seus guias no momento necessário,
com as instruções para acessá-la.
Os seus guias não têm forma,
tem mensagens e às vezes se manifestam em alguém ou coisa no caminho.
Esteja atento(a)!
Transforme o seu lar numa extensão de Shambhala.
Assim, estará mais perto.
Aperfeiçoe-se!
Shambhala se desmaterializa diante daqueles que não merecem.


A Senha para acessar Shambhala é:
CÉREBRO FRIO.
CORAÇÃO QUENTE.
VONTADE ARDENTE.


Manifeste Shambhala dentro de você primeiro e após ao seu redor.
É assim! os bons merecem um local acolhedor para reabastecimento e treinamento para uma nova "Ordem".
Bem vindos a Shambhala.






Fonte: Livro do Fogo Sagrado - Coletânea de orações da Grande Fraternidade Branca - Organizador Me. Josemar Brandão Vidigal. Terapeuta Holístico, Xamã, Alquimista Prático. Canal do Sistema de Aromaterapia Flor da Alma. 

01 fevereiro, 2011

REINO DE SHAMBALLAH





Nosso Reino SHAMBHALA








Olá amigos, hoje quero falar de um lugar distante, cheio de magia. Na tradição do oriente através do Budismo Tibetano, existe Shambhala, um reino mítico oculto na cordilheira do Himalaia, ali na Ásia central, próximo da Sibéria. Considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas. É mencionada no Kalachakra Tantra [1] e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibet. A religião Bon o chama de Olmolungring [2].





Shambhala significa em sânscrito "um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade", e todos os seus habitantes são deuses iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro.





Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra.

Inspiração para a criação literária do inglês James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la[3], mas entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki, que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina. [4]





Também há outros conceitos religiosos para Shambhala, como um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem [Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste [5]. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar [6].







Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama, a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: "por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive"[7].



Aqui no Ocidente



A idéia de uma Terra de Iluminados exerceu atração no ocidente desde sua difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Petrovna Blavatsky no século XIX.



As primeiras informações sobre este lugar chegaram ao ocidente pelos missionários católicos João Cabral e Estêvão Cacella, que ouviram referências sobre Shambhala - transcrita como Xembala - e imaginaram que se tratasse de um nome alternativo de Catai, a China. Dirigindo-se ao Tibete em 1627, descobriram o equívoco e retornaram à Índia de onde haviam saído [8].

Em 1833 apareceu o primeiro relato geográfico sobre a região, escrito pelo erudito húngaro Alexander Csoma de Köros, que mencionou "um país fabuloso no norte, situado entre 45º e 50º de latitude norte".



No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização - Nicholas Roerich (1926), Yakov Blumkin (1928), Heinrich Himmler e Rudolf Hess (1930, 1934-35, 1938-39) [9] [10].



Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus [11]. Atualmente a ilha seria um oásis no Deserto de Gobi, protegida de intrusos por meios espirituais [12]. Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais freqüentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.



Shambhala também foi objeto de interesse escuso de ocultistas ligados ao Nazismo, que a viam como fonte de poder. A maciça maioria de referências literárias e testemunhos a descrevem como um lugar abençoado, que tem sido fonte de inspiração para abundante literatura, bem como associações com a cultura popular, como cenário ou tema de filmes, romances, músicas, documentários, histórias em quadrinhos e jogos.



Seja como for, hoje, Shambala é para poucos e está em nobres corações onde no seu intimo sabem a verdade. E as portas para esse reino se abrem dentro da sua mente. (>.<) Namastê amigos!!!





Existe muitas refefrencias a respeito, veja:



↑ Fic, Victor M. The Tantra. Abhinav Publications, 2003, p.49.

↑ Kavǣrne, Per. The Bon Religion of Tibet. Shambhala, 1996

↑ Tomas, Andrew' Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979, p52;213

↑ Blavatsky, Helena P. Glossário Teosófico. São Paulo: Ground, s/d.

↑ Tomas, Andrew., idem, p218

↑ Trungpa, Chögyam. Shambhala, The Sacred Path of the Warrior. Shambhala, 1988

↑ Tomas, Andrew., ibidem, pp217/218

↑ Bernbaum, Edwin. The Way to Shambhala. Los Angeles: Jeremy P. Tarcher, Inc. 1980-1989. pp. 18-19. ISBN 0-87477-518-3.

↑ Archer, Kenneth. Roerich East & West. Parkstone Press 1999, p.94

↑ Hale, Christopher. Himmler's Crusade. John Wiley & Sons, Inc. 2003

↑ Leadbeater, Charles. W. The Masters and the Path. Adyar: The Theosophical Publishing House, 1925-1927 [1]

↑ Besant, Annie. The Inner Government of the World. Adyar: The Theosophical Publishing House, 1920-1940 [2]



Berzin, Alexander. The Berzin Archives - Mistaken Foreign Myths about Shambhala. (2003). [3].

Martin, Dean. Ol-mo-lung-ring, the Original Holy Place. In: Toni Huber (ed.). Sacred Spaces and Powerful Places In Tibetan Culture: A Collection of Essays. Dharamsala: The Library of Tibetan Works and Archives, 1999. pp. 125-153. ISBN 81-86470-22-0.

Bernbaum, Edwin. The Way to Shambhala: A Search for the Mythical Kingdom Beyond the Himalayas. Nova Iorque: St. Martin's Press, 1980-1989. ISBN 0-87477-518-3.

Jeffrey, Jason. Mystery of Shambhala. In New Dawn, No. 72 (maio-junho 2002).[4]

Trungpa, Chogyam. Shambhala: The Sacred Path of the Warrior. Shambhala Publications. ISBN 0-87773-264-7.

Le Page, Victoria. Shambhala: The Fascinating Truth behind the Myth of Shangri-La. ISBN 0-8356-0750-X [5]

Allen, Charles. The Search for Shangri-La: A Journey into Tibetan History. Little, Brown & Co. Reimpresso por Abacus, Londres. 1999-2000. ISBN 0-349-111421.

Symmes, Patrick. The Kingdom of the Lotus. In Outside, Edição especial de 30 anos, pp. 148-187. Red Oak: Mariah Media, Inc. 2007.

Tomas, Andrew Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979.




Olá amigos, hoje quero falar de um lugar distante, cheio de magia. Na tradição do oriente através do Budismo Tibetano, existe Shambhala, um reino mítico oculto na cordilheira do Himalaia, ali na Ásia central, próximo da Sibéria. Considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas. É mencionada no Kalachakra Tantra [1] e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibet. A religião Bon o chama de Olmolungring [2].





Shambhala significa em sânscrito "um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade", e todos os seus habitantes são deuses iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro.





Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra.

Inspiração para a criação literária do inglês James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la[3], mas entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki, que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina. [4]





Também há outros conceitos religiosos para Shambhala, como um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem [Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste [5]. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar [6].







Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama, a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: "por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive"[7].



Aqui no Ocidente



A idéia de uma Terra de Iluminados exerceu atração no ocidente desde sua difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Petrovna Blavatsky no século XIX.



As primeiras informações sobre este lugar chegaram ao ocidente pelos missionários católicos João Cabral e Estêvão Cacella, que ouviram referências sobre Shambhala - transcrita como Xembala - e imaginaram que se tratasse de um nome alternativo de Catai, a China. Dirigindo-se ao Tibete em 1627, descobriram o equívoco e retornaram à Índia de onde haviam saído [8].

Em 1833 apareceu o primeiro relato geográfico sobre a região, escrito pelo erudito húngaro Alexander Csoma de Köros, que mencionou "um país fabuloso no norte, situado entre 45º e 50º de latitude norte".



No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização - Nicholas Roerich (1926), Yakov Blumkin (1928), Heinrich Himmler e Rudolf Hess (1930, 1934-35, 1938-39) [9] [10].



Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus [11]. Atualmente a ilha seria um oásis no Deserto de Gobi, protegida de intrusos por meios espirituais [12]. Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais freqüentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.



Shambhala também foi objeto de interesse escuso de ocultistas ligados ao Nazismo, que a viam como fonte de poder. A maciça maioria de referências literárias e testemunhos a descrevem como um lugar abençoado, que tem sido fonte de inspiração para abundante literatura, bem como associações com a cultura popular, como cenário ou tema de filmes, romances, músicas, documentários, histórias em quadrinhos e jogos.



Seja como for, hoje, Shambala é para poucos e está em nobres corações onde no seu intimo sabem a verdade. E as portas para esse reino se abrem dentro da sua mente. (>.<) Namastê amigos!!!





Existe muitas refefrencias a respeito, veja:



↑ Fic, Victor M. The Tantra. Abhinav Publications, 2003, p.49.

↑ Kavǣrne, Per. The Bon Religion of Tibet. Shambhala, 1996

↑ Tomas, Andrew' Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979, p52;213

↑ Blavatsky, Helena P. Glossário Teosófico. São Paulo: Ground, s/d.

↑ Tomas, Andrew., idem, p218

↑ Trungpa, Chögyam. Shambhala, The Sacred Path of the Warrior. Shambhala, 1988

↑ Tomas, Andrew., ibidem, pp217/218

↑ Bernbaum, Edwin. The Way to Shambhala. Los Angeles: Jeremy P. Tarcher, Inc. 1980-1989. pp. 18-19. ISBN 0-87477-518-3.

↑ Archer, Kenneth. Roerich East & West. Parkstone Press 1999, p.94

↑ Hale, Christopher. Himmler's Crusade. John Wiley & Sons, Inc. 2003

↑ Leadbeater, Charles. W. The Masters and the Path. Adyar: The Theosophical Publishing House, 1925-1927 [1]

↑ Besant, Annie. The Inner Government of the World. Adyar: The Theosophical Publishing House, 1920-1940 [2]



Berzin, Alexander. The Berzin Archives - Mistaken Foreign Myths about Shambhala. (2003). [3].

Martin, Dean. Ol-mo-lung-ring, the Original Holy Place. In: Toni Huber (ed.). Sacred Spaces and Powerful Places In Tibetan Culture: A Collection of Essays. Dharamsala: The Library of Tibetan Works and Archives, 1999. pp. 125-153. ISBN 81-86470-22-0.

Bernbaum, Edwin. The Way to Shambhala: A Search for the Mythical Kingdom Beyond the Himalayas. Nova Iorque: St. Martin's Press, 1980-1989. ISBN 0-87477-518-3.

Jeffrey, Jason. Mystery of Shambhala. In New Dawn, No. 72 (maio-junho 2002).[4]

Trungpa, Chogyam. Shambhala: The Sacred Path of the Warrior. Shambhala Publications. ISBN 0-87773-264-7.

Le Page, Victoria. Shambhala: The Fascinating Truth behind the Myth of Shangri-La. ISBN 0-8356-0750-X [5]

Allen, Charles. The Search for Shangri-La: A Journey into Tibetan History. Little, Brown & Co. Reimpresso por Abacus, Londres. 1999-2000. ISBN 0-349-111421.

Symmes, Patrick. The Kingdom of the Lotus. In Outside, Edição especial de 30 anos, pp. 148-187. Red Oak: Mariah Media, Inc. 2007.

Tomas, Andrew Shambhala. A misteriosa civilização tibetana. Lisboa, Bertrand, 1979.

20 janeiro, 2011

BENÇÃOS DE SHAMBALLA




De Shamballa vos enviamos bênçãos de Luz Divina, que desejamos desperte a consciência dos homens neste planeta. Chegou a hora da reconstrução, chegou a hora da igualdade, chegou a hora de curar as feridas planetárias, de estender as mãos aos que sofrem e têm dores e aos que vivem no mal também. Pois o mal nada mais é do que a resposta dos ainda ignorantes de espírito para os sofrimentos, para o medo que experimentam nesse mundo. A vida na matéria pode ser assustadora visto a impotência dos seres para dominá-la - impotência que é só passageira e ilusória, pois o sentido da vida é aprender a manifestar as coisas na perfeição e na ordem nesse próprio ambiente da matéria densa. Mas as almas ainda inexperientes encontram muitas dificuldades e sentem-se verdadeiramente impotentes, incapazes, subjulgadas pelas forças da matéria, pela vontade dos outros homens, por circunstâncias que acham não poder controlar. Na medida que amadurecem nessa escola de vida, começam a aprender que a maestria está dentro delas, e que todas as condições e circunstâncias podem ser sim controladas e manifestadas para o seu bem. No meio desse aprendizado há o efeito balizador da lei do carma, regulando tudo para que o bem, o amor, a verdade e a fraternidade imperem nesse planeta, pois se não fosse esta sábia e perfeita Lei Divina, os seres poderiam dispor de todo o laboratório terrestre desmesuradamente, sem parâmetros de consciência, sem noção do bom e do mau. O conhecimento das leis da vida é a maior jóia, a maior glória, a maior descoberta que podem ainda realizar no seu planeta, pois muito poucos se dão conta da existência dessas leis. Muito poucos realmente jogam o jogo da vida dentro dessas regras, que não são boas nem más, apenas são, e promovem o bem ou o mal, a harmonia ou o desequilíbrio dependendo da intenção com que os seres se manifestam, agem, pensam e sentem nesse mundo. A maior conquista humana que ainda está por vir é o completo conhecimento dessas leis, a atuação dentro dos parâmetros delas; isso é o que vierem buscar nesse mundo, isso é o que aprenderão nele. Abstenham-se do mal, orientem sua vontade para o bem que, como sementes ao vento, brotam e espalham frutos para todos. Abram mão dos pensamentos egoístas, das atitudes antifraternais, OUSEM fazer isso e verão o resultado que isso trará. O mal tem de ser abandonado conscientemente, por isso, tenha fé. Tenham fé que fazendo o bem, que unindo-vos, a realidade será diferente. Não ficarão todos santos de uma hora para outra, será preciso empregar a vontade, o esforço, a disciplina. Então comecem, comecem reconhecendo os seus erros, declarando a Deus a vontade de corrigi-los e receberão ajuda nesses propósitos. Creiam, a Terra tem solução e ela aí está, diante dos olhos de vocês. 

OM MANI PADME HUM

10 dezembro, 2010

ANOTAÇÕES SOBRE SHAMBALLA




Deserto de Gobi, Mongólia - paisagem fantástica que abriga o segredo da Cidade dos Filhos de Deus, o lugar que nenhum ser humano comum pode alcançar, uma lenda de maldição que engole os viajantes e enlouquece os curiosos. Shambala, a cidade invisível das areias de Gobi, guardada pelos gênios djins [dir.]criadores de miragens perfeitas.


Por milhares de anos, rumores e relatos circulam no mundo sobre um lugar, além dos picos gelados do Tibet, além dos vales da Eurásia, onde fica um paraíso inacessível à maioria do homens, lugar onde reinam a sabedoria e a paz, uma cidade chamada Shambala.

Shambala, que em sânscrito significa "lugar de paz", é uma localidade mítica, habitada por uma comunidade de seres perfeitos e semi-perfeitos que em silêncio e segredo são os guias da evolução da humanidade.
Segundo a lenda, somente os "puros de coração" podem viver em Shambala. Ali desfrutam de completo bem estar e felicidade em uma existência sem sofrimento, sem angústia de desejos, sem doença ou velhice. Não há injustiças; as pessoas são belas e possuem faculdades metafísicas, extra-sensoriais. São altamente avançados sob todos os aspectos, do espiritual ao tecnológico, do artístico ao científico.
A localização exata de Shambala é um mistério. Numerosos exploradores e adeptos de diferentes tradições espirituais tentaram encontrar a "cidade invisível" sem sucesso. Apesar de tudo, parece certo que Shambala fica na Eurásia. Teósofos vão mais além e apontam o deserto de Gobi como o lugar que abriga a "morada dos deuses" (ou dos mestres ascensos). Entretanto, esta Shambala, que ninguém pode ver ainda que percorra todos os quadrantes do deserto, situa-se além da realidade física percebida pelo homem; Shambala é uma ponte, portal entre o mundo dos homens e um outro mundo, um mundo além da percepção ordinária. Muitos dos Lamas do Tibet dedicaram - e dedicam - suas vidas a obter um desenvolvimento espiritual que possa conduzi-los a uma "viagem até Shambala".
As Profecias de Shambala
A profecia fala da gradual degradação da raça humana, com a expansão da ideologia do materialismo cada vez mais generalizada em todo os lugares do mundo. Quando os "bárbaros materialistas" estiverem reunidos sob um governo maligno, quando não houver mais nada a conquistar as névoas dos Himalaias se dispersarão e revelarão Shambala, como uma jóia incrustada nas montanhas. Os bárbaros atacarão Shambala fortemente armados mas o 32º rei de Shambala, Rudra Cakrin (ou Kalki), conduzirá a reação contra os invasores que, então, serão destruídos.
Outra profecia parece se referir aos tempos atuais antecipando especificamente a desintegração do budismo no Tibet e o crescimento do materialismo no mundo. No que se refere ao Tibet, o país está praticamente anexado à China. O governo chinês, pouco afeito às tradições religiosas entende de controlar os mosteiros e interferir na tradição protocolar e hierárquica dos Lamas e monges. O exílio do Dalai Lama e do "Ripnoche" tibetano, Chögyan Trungpa - em 1959 - parecem marcar o começo de tempos difíceis para a civilização.
Pesquisa Acadêmica e Maldição
Em maio de 2003, o jornal russo Pravda noticiou a publicação de uma dissertação sobre Shambala, elaborada pelo pesquisador de ciência histórica, Andrey Sterlkov, do laboratório de filosofia do Bashkir Institute. É um dos raros trabalhos acadêmicos sobre o tema. Sterlkov refere-se a Shambala como um país legendário mencionado em ensinamentos antigos da sabedoria oriental, especialmente o Kalachakra Tantra. Ali habitam seres superiores em relação aos homens comuns, superiores em saberes e em faculdades metafísicas, possuidores de poderes extra sensoriais.
Os supostos poderes dos mestres de Shambala fascinaram e atraíram muita gente. Esotéricos, curiosos e estadistas perigosos com Hitler e Stalin. O governo nazista enviou mais de uma expedição ao Tibet e outras regiões da cordilheira Himalaia. Os nazis acreditavam que os arianos puros, "raça superior", eram descendentes diretos desses sábios transcendentais.
A lenda de Shambala tornou-se popular no Ocidente mas a verdade sobre esse lugar fantástico somente é conhecida pelos Lamas mais graduados, os únicos capazes de ler e entender as escrituras que contêm informações originais sobre esse assunto. As tentativas de descobrir o segredo de Shambala foram inúteis ou desgraçadamente infelizes: a maioria dos investigadores ocidentais que perseguiram o sonho de encontrar Shambala, morreram de forma trágica ou desapareceram sem deixar rastro.
São casos como o do orientalista alemão Albert Grunwedel, que viveu no começo do século XX e enlouqueceu enquanto trabalhava na tradução de textos sobre Shambala; atirou-se pela janela e morreu em um momento de insanidade.

Sterlkov acredita que a investigação sobre Shambala precisa de mais do que uma benção dos Lamas. Um pesquisador somente pode descobrir a verdade por trás da lenda quando entender que é necessário conhecer profundamente um ensinamento budista chamado Kalachakra Tantra.
O texto místico deste ensinamento descreve o mítico país em detalhes. O próprio Sterlkov é um praticante Kalachakra: "Qualquer um que estude o Kalachakra chegará, inevitavelmente, a Shambala. Shambala é um espécie de pós-graduação para os estudantes avançados desse Tantra".


O Kalachakra (tib. dus kyi 'khor lo / Dükyikhorlo), ou Roda do Tempo em sânscrito, é o nome de uma das principais divindades do buddhismo Vajrayana tibetano. De acordo a tradição, os ensinamentos de Kalachakra foram transmitidos pelo buddha Shakyamuni no século VI a.C., a pedido de Suchandra, o rei da terra pura de Shambhala. Esses ensinamentos, compilados em um texto chamado Kalachakra Tantra, teriam sido transmitidos de geração a geração, de mestre a discípulo.

Os ensinamentos foram levados ao Tibet no século XI, em duas linhagens separadas (Dro e Rva), unidas posteriormente pelo monge Butön Rinchen Drup. Um de seus discípulos, Chökyi Pel, transmitiu os ensinamentos de Kalachakra ao lama Je Tsong Khapa e, eventualmente, a linhagem chegou ao sétimo Dalai Lama. Ele introduziu os ensinamentos em seu monastério pessoal, o Namgyel, e essa transmissão continua até hoje, com o Dalai Lama atual.
Os ensinamentos registrados no Kalachakra Tantra são interpretados em três níveis — externo, interno e alternativo. O Kalachakra externo se refere ao mundo físico, aos elementos do universo e às leis do tempo e do espaço, lidando com a astronomia, astrologia e matemática. O Kalachakra interno corresponde aos elementos do corpo, aos agregados psicofísicos, às capacidades físicas e psíquicas, lidando com a fisiologia tântrica e com o sistema de energia do corpo humano. O Kalachakra alternativo lida com a base, o caminho e o resultado das yogas, ou meditações, que conduzem ao estado iluminado da divindade Kalachakra e de sua mandala. Deste modo, a prática do Kalachakra alternativo purifica os Kalachakras externo e interno.
Todos elementos dessa mandala — o diagrama simbólico de um palácio divino, a própria roda do tempo — representam algum aspecto da divindade Kalachakra e de sua terra pura. Há 722 divindades na mandala, simbolizando os várias aspectos da consciência e da realidade que constituem a sabedoria de Kalachakra. Interpretar e entender todos estes símbolos equivale a ler e compreender toda a vasta gama de ensinamentos do Kalachakra Tantra.
A divindade Kalachakra reside no centro da mandala. Seu palácio divino é constituído pelas nossas próprias mandalas pessoais: corpo, fala, mente, sabedoria e grande êxtase. O palácio é dividido em quatro quadrantes, cada um deles com muros, portões e centros. As cores são representações específicas dos elementos: preto ou azul, no oeste (abaixo), representa o ar; vermelho, no sul (esquerda), representa o fogo; amarelo ou laranja, no oeste (acima), representa a terra; e branco, no norte (direita), representa a água.
O palácio quadrado das 722 divindades fica sobre o círculo da terra; os outros círculos, representando a água, o fogo, o ar, o espaço e a consciência, se estendem para fora dos muros do palácio. Os círculos externos representam o cosmos, e dez divindades iradas residem em um desses círculos, servindo como protetores.
A mandala de Kalachakra é dedicada à paz e ao equilíbrio interior e exterior. Ao observá-la, pode-se sentir a paz em muitos níveis. Segundo o Dalai Lama, as divindades da mandala criam uma atmosfera favorável, reduzindo a tensão e a violência. "É um modo de plantar um semente, e esta semente terá seu efeito kármico. Não é necessário estar presente à cerimônia de Kalachakra para receber seus benefícios."

A divindade Kalachakra
e seu mantra

Descrição da Mandala de Kalachakra


1. Mandala do grande êxtase, com um lótus que abriga três casais de divindades (Kalachakra e Vishvamata, Akshobhya e Prajnaparamita, Vajrasattva e Vajradhatvishvari), circundados por oito shaktis
2. Mandala da sabedoria iluminada
3. Mandala da mente iluminada
4. Mandala da fala iluminada
5. Mandala do corpo iluminado
6. Animais que representam os meses do ano
7. Meio-vajras com meias-luas, cada uma delas adornada com uma jóia vermelha
8. Formas geométricas que representam os seis elementos, ou seja, os cinco elementos físicos (fogo, água, terra, ar, espaço) e o elemento da sabedoria (consciência)
9. Trinta e seis deusas de oferendas, representadas por sílabas-semente em sânscrito
10. Vajras duplos que correspondem aos quatro pontos cardeais
11. Guirlandas e meias-guirlandas de pérolas brancas, circundadas pelos oito símbolos auspiciosos
12. Goteiras que liberam a água da chuva que cai sobre o teto do palácio
13. Meio-lótus que simboliza a proteção contra as emoções aflitivas
14. Sete animais puxando uma carroça, levando duas divindades protetoras
15. Portão da mandala do corpo iluminado
16. Jardim de oferendas
17. Círculo do elemento terra com cruzes entrelaçadas, representando a firmeza
18. Círculo do elemento água com ondas
19. Senge Kanga Gyepa, um leão de oito patas, puxando uma carroça com duas divindades protetoras iradas
20. Círculo do elemento fogo
21. Círculo do elemento ar
22. Roda do Dharma, com um par de divindades protetoras no centro
23. Sílabas-semente em sânscrito
24. O círculo do elemento espaço com uma cerca de vajras dourados cruzados
25. Círculo do elemento da sabedoria (o grande círculo da proteção)


Mantra de Kalachakra
Mantra de Kalachakra - As "Dez Todo-Poderozas" sílabas do mantra de Kalachakra compreendem em sí as 84.000 categorias de ensinamentos do Buda. O mantra tem o propósito de purificar o corpo, a fala e a mente. O poder de Kalachakra pacifica conflitos e incrementa a paz e o bem-estar, reduz o sofrimento e aumenta o amor, bondade, compaixão, alegria e felicidade. O símbolo contém as sílabas semente do Kalachacra Heruca. Representa a essência da energia dos ensinamentos que transcende os conceitos relativos. O mantra é um veículo para a paz.







Budismo Animação - Graz Kalachakra Multimédia, seis reinos do samsara, 10 estágios da meditação



KALACAKRA (Sânscrito): ver KALACHAKRA
KALACHAKRA (Sânscrito): Horário de rodas; nome de uma divindade específica do MAHA-IOGA ANNUTTARA classe TANTRA.



A Grande Loja Branca & a Dimensão dos Jinas

Também chamada de Fraternidade Branca Universal, a "Grande Loja" reúne seres de consciência elevada, pertencentes a diferentes graus hierárquicos, que habitam uma dimensão ontológica que não coincide, em termos espaço-temporais, com a realidade terrena: o "mundo dos Jinas" ou "estado (de ser-estar) em Jinas" - um não-lugar, situado em uma lacuna de tempo onde "existe" a cidade de Shambala. Ali os grandes Mestres da humanidade vivem em corpos imortais por milhares de anos. Os habitantes de Jinas podem manifestar a si mesmos (projetar) em todas as dimensões do Universo (ubiqüidade) e têm poder sobre toda a Criação orientados por infinita sabedoria, amor, senso de justiça, misericórdia e onisciência sobre todas as coisas.
As informações sobre Shambala em línguas ocidentais são escassas e confusas. Sempre tratada como mito, essa localidade ora é descrita como um espaço geográfico físico embora oculto em lugar remoto; ou então é admitida como um não-lugar terreno, uma "cidade invisível" pertencente a outra dimensão. Em qualquer caso, chegar a Shambala não depende mapas ou meios de transporte convencionais. Os relatos que existem sobre Shambala, segundo os próprios autores, são o resultado de "deslocamentos" físicos extraordinários.
Muitos esotéricos - no oriente e no ocidente, afirmam que conhecem Shambala. Alguns dizem que foram à cidade dos Deuses em corpo astral, somente em espírito ou ainda, conhecem Shambala através de visão remota. Outros relatam todo um ritual de Iniciação nas ciências ocultas, estudos que demandam anos, como o conhecimento Kalachakra, até que o discípulo esteja apto a passar pelas provas de elevação espiritual que o levarão ao Templo dos Mestres - em Shambala.
A teósofa Helena Petrovna Blavatsky, em Isis sem Véu e A Doutrina Secreta, fala de Shambala com reservas, pulverizando as informações em trechos esparsos das duas obras. Em Antropogênese (volume III da Doutrina) Blavatsky indica a localização e revela um pouco dos mistérios desta cidade ou reino de fábula:
Diz a tradição que... onde hoje só existem lagos salgados e desertos estéreis e desolados, existia um imenso mar interior que se estendia sobre a Ásia Central, ao norte da cadeia dos Himalaias... No centro desse mar, uma ilha que, por sua beleza incomparável, não tinha rival no mundo e era habitada pelos últimos remanescentes da Raça que precedeu a nossa [NOSSA RAÇA FÍSICA DENSA - pré-lemurianos heterosexuais]. ...Eram "Filhos da Vontade e do Ioga"... Essa raça podia viver com igual facilidade na água, no ar e no fogo porque tinha domínio ilimitado sobre os elementos. Eram os "Filhos de Deus"... os verdadeiros Elohim... [BLAVATSKY, 2001]
A ilha existe ainda hoje [fim do século XIX]...como um oásis rodeado pela terrível solidão do grande deserto de Gobi... Não havia nenhuma comunicação por mar com a formosa ilha, mas passagens subterrâneas, somente conhecidas pelos chefes, iam ter em todas as direções. [id]
Os Mestres da Vida residem nas montanhas nevadas dos Himalaias... Filhos da Sabedoria, Irmãos do Sol nos anais chineses [BLAVATSKY, 2000]



戈壁(沙漠 DESERTO DE GOBI - Com 1 milhão 295 mil km² de área, situa-se entre a Mongólia e a China. Na Mongólia, capital Ulaanbaatar - os montes Altai se situam no oeste, sendo o Tavan Bogd Uul, com 4.373m, o ponto mais elevado do país, e o Deserto de Gobi, arenoso cobrindo uma ampla extensão do sul ao leste. Gobi é um dos

lugares da Terra entre os mais cotados para abrigar o segredo de Shambala. Outro ponto muito visado é a cordilheira dos picos dos Himalaias, com suas neves eternas, vales e subterrâneos desconhecidos.

Montanhas Altai , Asia Central, na convergência entre Rússia, China, Mongólia e Cazaquistão. Com uma forte tradição de magia xamânica, essa cadeia de montanhas também pode ser uma possível localização para Shambala ou, ainda, para uma de suas "saídas" para o "mundo exterior".


O site esotérico NAVE LUZ (http://www.naveluz.arq.br/templos/shambala.htm), em texto sobre Shambala, também localiza "o reino" na "esfera sutil" do deserto de Gobi e qualifica o local como "sede da hierarquia espiritual da Terra.. o maior e mais suntuoso centro de Luz do Planeta"." Foi erigido em uma ilha situada no mar cujas águas, outrora, cobriam o atual deserto - uma ilha no "mar de Gobi".
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A "geografia especial" dessa "esfera sutil" pressupõe o entendimento de COEXISTÊNCIA de mundos, simultaneidade ontológica (DE SER) sem coincidência geofísica mas, antes, coincidência metafísica.
Shambala está situada na "esfera ONTOLÓGICA" terrena e AO MESMO TEMPO este SER-ESTAR não é manifestado e/ou perceptível na REALIDADE OBJETIVA FÍSICA, MATERIAL DENSA (em oposição ao sutil da terminologia esotérica). A ESFERA SUTIL que abriga shambala, situa-se - geometrica-geológica-analogicamente no deserto de Gobi porém na CONDIÇÃO DE ESTAR no que a ficção científica contemporânea denomina de OUTRA DIMENSÃO. Shambala, é complica mesmo!
Perceber Shambala e estar em Shambala implica - necessita-demanda! um ESTADO DE CONSCIÊNCIA PROPÍCIO - "estado jinas". Trata-se de sintonizar a autopercepção com a FREQÜÊNCIA ONTOLÓGICA onde Shambala existe - e existe por que pode ser percebida neste e somente neste especial estado de consciência. Alguns chamam-no transe; outros sonambulismo, letargia estática, viagem astral; e ainda, sonho ou delírio mas nunca alguém que "esteve em Shambala" lá esteve em estado de vigília ordinária (comum).
O aventureiro que se lança à busca de Shambala em uma expedição comum ao deserto de Gobi certamente nada vai encontrar. Possivelmente, sequer seria preciso se abalar de sua cadeira para estar em Shambala nas coordenadas geográficas físicas-densas-terrenas correspondente à região que assinalamos no mapa como deserto de Gobi. Todas as tradições afirmam que Shambala e seus habitantes existem na "dimensão dos jinas" e que a cidade-reino é rigorosamente guardada por djins - gênios elementais. Estes guardiões cuidam para nem mesmo uma alteração de consciência casual sofrida por um viajante exausto possa revelar, inadvertidamente, a visão da magnífica cidadela como algo verdadeiro; será sempre nada mais que uma miragem desvanescendo-se em fração de segundo...
Shambala não existe no mundo físico... Conhecido no Tibet como o "Reino Oculto", é uma comunidade de seres perfeitos que estão guiando a evolução do ser humano... Os textos religiosos tibetanos descrevem a natureza física com detalhes, com sua estrutura semelhante ao lótus de oito pétalas, ali, oito regiões aparecem cercadas de montanhas. A capital é Kalapa. Os palácios são ornamentados com ouro, diamantes, corais e outras gemas preciosas. Cercado de picos recobertos de gelo, o conjunto, montanhas e palácios, são como uma jóia arquitetônica refletindo uma luz cristalina.
Uma tecnologia inusitada e avançada é usada em Shambala; um palácio possui clarabóias que são lentes e funcionam como "telescópios" de alta potência. Servem para estudar a vida extraterrestre. Há milênios os habitantes de Shambala usam veículos, naves - que circulam nos subterrâneos da terra através de um sistema de túneis. Os Shambaleans possuem, normalmente, faculdades metafísicas, não orgânicas, como a clarividência, a habilidade de mover-se a grandes velocidades, de materializar-se e desmaterializar-se, desaparecer...
Estranhos sinais e acontecimentos são registrados na região que os tibetanos reconhecem como localização de Shambala. Contam as lendas que o lugar é guardado por seres com poderes sobre-humanos. No início do século XX (anos de 1900), um artigo no periódico hindu The Statesman relata a aventura de um militar britânico que, acampando no Himalaia viu um homem muito alto, usando vestes claras e cabelos longos. Ao perceber que estava sendo observado, o estranho desapareceu! Os tibetanos não ficam surpresos com histórias assim e dizem que estes seres são aqueles que protegem a "Terra Sagrada". MUNDO MÍSTICO
O escritor Andrew Thomas, que viveu na China e na Índia, em seu livro Shambala, informa que antes de H.P. Blavatsky ter escrito Isis sem Véu e A Doutrina Secreta, menções a esse misterioso reino já tinham sido feitas por dois padres missionários católicos: Ètienne Cacella e Jean Cabral, há 350 anos [o texto é da primeira década de 2000].
Thomas foi discípulo de um outro investigador da "Ilha Branca", Nikola Roerich. CLIQUE AQUI: http://portaldosanjos.ning.com/group/grandefraternidadebrancaeosanj...
Este pintor russo escreveu que: "No meio de colossais montanhas perenemente nevadas, sua expedição encontrara vales luxuriantes, fontes de água quente e, no mais, só rochas sempre cobertas de neve" e ainda - "Nos contrafortes dos Himalaias existem muitas grutas, e diz-se que vão até grandes distâncias, sob o Kinchinjunga. Houve mesmo que visse a “porta de pedra” mítica, que nunca foi aberta porque ainda não chegou o tempo. Estas profundas passagens conduzem a Shambhala – o vale maravilhoso".[N. ROERICH - Himalayas’ Abode of Light – 1947 In JORNAL INFINITO, 2007.


O cientista Jacques Bergier, um dos precursores do realismo Fantástico contemporâneo, acreditava que Shambala localizava-se em uma das "dobras da terra" ou seja, uma dimensão desconhecida da física clássica.


O irmão mais velho do Dalai Lama atual (2007), Jigme Norbu, no livro Tibet, atesta a existência de Shambala, seus habitantes, sua tecnologia espantosa, as bibliotecas contendo todo o saber do universo, o papel dos dirigentes no destino da humanidade; um tesouro em todos os sentidos oculto em abrigos subterrâneos, em fortalezas de pedra, cavernas, não somente na cordilheira Himalaia mas também nos Andes. [JORNAL INFINITO, 2007]



Shambala & Agharta ― Magos Negros & Magos Brancos



Uma visão bastante detalhada da TERRA OCA: o grande Reino de Agarthi - Land of Advanced Races... Shambala (Shamballah) a Leste e o sistema de túneis conectando os fantásticos subterrâneos a vários pontos-portais na superfície da Terra, como a Grande Pirâmide (Egito), três vias vias no Brasil, uma nos Estados Unidos. Na ilustração vêem-se mares interiores e um "sol central". Na representação também aparecem naves espaciais e uma base com de onde partem os discos para outras galáxias. Duas entradas principais seriam localizadas nos pólos Ártico e Antártico.
A maior parte das referências sobre Shambala descrevem uma morada de "Reis Divinos", seres superiores espiritualmente e, por conseguinte, necessariamente bons, seres que trabalham pelo BEM da humanidade. Outro elemento recorrente do mito "Shambala" é sua associação com outro reino, Agarthi. Quando Shambala aparece associada a Agarthi, seu caráter se inverte e de centro de luz, passa a ser descrita como território de Trevas, onde se reúnem os Magos Negros.
Em 1925, Agarthi e Shambala são citadas no livro Homens, Deuses e Animais, do russo Ossendovski. Ali, uma lenda tibetana dizia que há 3 ou 4 mil [os teósofos diriam que os fatos são mais antigos)] anos atrás existia no Deserto de Gobi uma civilização avançada. Uma catástrofe que, suspeita-se, pode ter sido uma explosão atômica, transformou a região, que era fértil e um dia foi mar, no deserto que se vê nestes séculos [XIX, XX e XXI]. Sobreviventes da tragédia refugiaram-se, parte no extremo norte da Europa, parte no Cáucaso.
Os mestres da civilização, "detentores do conhecimento" teriam, então, se instalado em um imenso sistema de cavernas sob o Himalaia (PAUWELS/BERGIER, 2007) e ali se dividiram em dois grupos: a "via da mão direita" (magia branca) e a "via da mão esquerda" (magia negra, genericamente). Os magos brancos fundaram Agarthi, "lugar de contemplação", escondida e desinteressada do "mundo lá fora".
O segundo grupo construiu Shambala, cidade marcada por violência em torno de disputas pelo poder. O magos negros de Shambala não somente se interessam pelo "mundo da superfície" como também interferem no curso dos acontecimentos. Comandam os elementos [força naturais, águas, ares etc.] e as massas humanas. Este "universo" subterrâneo e terreno é a essência da Teoria da Terra Oca.
Na ilustração acima, a representação de naves espaciais e base de pouso e decolagem sugerem claramente que muitos dos "fenômenos OVNI" poderiam ter origem na Terra mesmo; não seriam naves ou visitantes extraterrestres; mas poderiam ser alienígenas intraterrestres. Não é uma hipótese impossível nem desprezível - ainda que a Terra não seja "Ôca", pois o subsolo do planeta pode, de fato, abrigar mistérios dessa natureza.
Shambala & Jesus
Apesar das contradições em torno da mitológica Shambala, é certo que ali habitam seres superiores no sentido de serem dotados de faculdades extraordinárias que não se manifestam no homem comum contemporâneo. Esses seres são sempre mencionados como mestres e entre os mestres "do bem" que, supostamente vivem em Shambala, destacam-se Buda e Jesus, ainda que não seja de todo impossível serem ambos o mesmo Espírito. O Livro de Ouro da Igreja Gnóstica expõe essa crença sem rodeios e também se refere ao estado de Jinas:(http://www.gnosisonline.org/download2/O%20Livro%20de%20Ouro%20da%20...)
Shambala é um país secreto do Tibet Oriental. Ali vive atualmente Jesus, o Cristo com seu mesmo corpo ressuscitado há mais de 2 mil anos. Ali, no Shambala, tem seu Templo de Mistérios. O Shambala se encontra em estado de Jinas e é um gigantesco país. Ali existem os principais Monastérios e Templos da Igreja Gnóstica. Lá vivem muitos Mestres da Igreja Gnóstica, cujos corpos datam de idades antiqüíssimas, e estão em estado de Jinas.
Quando Jesus caminhou sobre as águas, levava o corpo em estado de Jinas. Quando Jesus fez o milagre da multiplicação dos peixes e pães estava em estado de Jinas. Shambala é um país onde jamais chegaram os profanos, pois está muito oculto. Jesus o Cristo voltará no zênite de Aquário com seu mesmo corpo que ressuscitou e ainda conserva em estado de Jinas.
Mais tarde, o Mestre voltará no continente ANTÁRTICO para iluminar a Sexta Raça (CORÁDI) e muito mais tarde voltará para instruir a Sétima Raça. Ele é o SALVADOR DO MUNDO, realmente o único que pode salvar−nos; Jesus Cristo trouxe a doutrina da Gnose do Universo. Jesus Cristo é um PARAMARTASATYA que renunciou ao ABSOLUTO para vir a este vale de lágrimas.
E sobre Agarta (ou Agarthi):
O REINO DE AGHARTI se encontra nas cavernas subterrâneas da Terra. A Terra é oca. Toda uma rede de cavernas constitui o Agharti. No Agharti vive o Patriarca Rei da Terra, com um grupo de sobreviventes da Atlântida.
Os Habitantes de Shambala
O reino invisível de Shambala é habitado por seres muito antigos, pertencentes aos remotos tempos da 3º Raça Humana, os jurássicos Lemurianos. Esta 3ª Raça experimentou as primeiras formas humanas caracterizadas pela diferenças de sexo e modo de procriação ovo-vivíparo e sexuada (fecundação com contato físico; nove meses dentro do corpo da mãe, como "ovóide em desenvolvimento" e a seguir, o nascimento, como uma miniatura de pessoa adulta, para um novo período, mais longo de complementação do desenvolvimento).
As pessoas da Terceira Raça eram assexuadas, tornaram-se bissexuais ou hermafroditas (ou ainda, andróginos) e, finalmente, dividiram-se em gêneros heterossexuais, macho e fêmea. Contudo, essa evolução não foi homogênea: enquanto a maioria dos Lemurianos, aos poucos torva-se sexuada, uma parcela se manteve virgem (assexuada); recusaram a função reprodutiva e tornaram-se "Deuses", uma Dinastia Divina.
A introdução do sexo na ontologia humana provocou acentuadas mudanças de comportamento na Raça: o desejo, que servia como força propulsora da "conservação da espécie", também engendrou desequilíbrios emocionais e, deste modo, o "pecado" surgiu no mundo nas diferentes formas de violência. Os primeiros sexuados, dotados de desejo e carentes de inteligência, procriaram com animais dando origem às sub-raças ferozes que não tardaram a se destruir mutuamente - na primeira metade da Era Mesozóica.
Enquanto isso, vetores da geologia, do clima e do Cosmo trabalhavam provocando convulsões climáticas e estruturais no planeta. Uma era Glacial começava; a humanidade física agora tinha de proteger dos humores da Terra. Foi então que, em socorro da Raça manifestaram-se os Nirmanakayas, Serpentes Sábias, Dragões de Luz e os precursores do Iluminados (Buddhas) - reis divinos que ensinaram artes e ciências.
Estes Iluminados viveram entre os homens até meados do período de existência da Quarta Raça, a Raça Atlante. Quando a iniqüidade, os maus instintos, a maldade, enfim, começou a tomar conta de todos os povos do mundo, a civilização Atlante, decadente, viu seus Reis divinos se retirarem para a remota Ilha ou reino de Shambala - para uns, e Agarthi, para outros - de onde presidiram o fim da Quarta Raça, escapando de um cataclismo e viram o alvorecer da atual Quinta Raça - da qual, agora, testemunham a degenerescência.


FONTES


BLAVATSKY, H.P.. Os "filhos de Deus" e a Ilha Sagrada. In A doutrina Secreta v. III
Antropogênese [Trad. Raymundo Mendes Sobral] - p 237 - São Paulo: Pensamento, 2001
_______________ Cosmogênese. In A Doutrina Secreta vol.I - São Paulo: Pensamento, 2000


LIVRO DE OURO DA IGREJA GNÓSTICA, O. Shambala
In Gnosis Online acessado em 21/02/2007


MAFFIA, Ricardo. O mestre Kuthumi e os anjos [palestra]
05/04/2002 In ricardomaffia.com.br acessado em 21/02/2007



Mistery of Shambhala por JASON JEFFREY
In NEW DAWN MAGAZINE - publicado em fev/2002 acessado em 17/02/2007

Shambala IN JORNAL INFINITO acessado em 21/02/2007

NICHOLAS ROERICH
In Instituto de Pesquisas Prociológicas e Bioenergéticas - IPPB
acessado em 21/02/2007


The Mistery of Shambala
In PRAVDA ENGLISH - publicado em 29/05/2003
acessado em 18/02/2007 IN WWW.TIBET.CA


The White Lodge
In DIVINA CIÊNCIA - acessado em 18/02/2007