28 maio, 2013

O UNIVERSO DIZ SIM


             
           



Sabei que do céu abundante fluem todas as riquezas; E o que o homem dá - os deuses através do homem concedem. - HOMERO

Tudo é bom. Todas as tradições espirituais nos dizem que todas as coisas vêm de Deus. Por conseguinte, onde Deus não está presente?
 Onde o espírito não está presente?
Onde a energia não está presente?
Prosperidade ou pobreza: o que Deus realmente quer?

Vamos revisitar por um momento a ciência e a idéia de que todos os objetos sólidos são na verdade 99,99999% luz. Esse Campo de Ponto Zero, ou campo informe, é o lugar de onde emerge toda a forma.
Chamo esse campo energético de Espírito.

Então, persiga todas as suas metas com igual entusiasmo, sabendo que são todas espirituais, e acredite que Deus, ou seu Eu Superior ou o universo diz sempre e exclusivamente “Sim”.

Você é o co-criador da sua realidade.

Quando você aceita que a vontade de Deus é a sua vontade, você realmente se torna o co-criador do seu universo. Este último é como você o faz, nem menos, nem mais. A realidade não está lá fora para que você a descubra; ela está aqui dentro,  te pertence e está em ação em sua mente para que você a reconheça e escolha. para que você a reconheça e escolha. Até mesmo a ciência moderna demonstra que não existe nenhum lá fora lá fora.

Quando você tem consciência que a sua Divina Presença - Eu superior, ou o Espírito espelha a consciência de Deus – “Eu e Pai somos UM”, você re-conhece que a sua Vontade é a Vontade de Deus. A Vontade de Deus quer que Haja Luz para compartilhar para o bem de todos.

Sei que isso parece contrário à intuição. Vou recorrer uma vez mais à física quântica para poder explicar melhor. Você se lembra da antiga pergunta: se uma árvore tomba na floresta mas ninguém está presente para ouvi-lo, ela realmente emite um som?

 Algumas pessoas responderiam o seguinte: “Claro que sim! Não há como uma árvore cair sem emitir um som, de modo que não importa que eu esteja ou não na floresta para ouvi-lo.” Bem, os físicos quânticos afirmam que quem diz isso está errado.

Eles asseveram que nada existe sem um observador, que as atividades em qualquer ambiente considerado dependem inteiramente do que (ou de quem) está presente para interagir com elas.

 Na ciência, isso se chama efeito do observador, e Niels Bohr, ganhador do prêmio Nobel, insiste em assegurar que isso significa que não podemos associar uma interpretação física aos processos quânticos porque afetamos esses processos meramente pelo fato de os estarmos observando. David Bohm, um colega de Einstein, declarou: “É impossível separar o observador da coisa observada.”

Em outras palavras, não existe uma realidade objetiva; podemos apenas tentar descrever o que percebemos. A árvore não emite um som quando tomba. O som nada mais é do que vibrações que estimulam a penugem do seu ouvido.

 Você emite o som na sua mente. Na verdade, a árvore não tomba se não existe ninguém para observá-la. Pense no seguinte: se você e a árvore são um só, então a árvore não está presente quando você não está. Que loucura, hein?

De fato, é muito bizarro. Deepak Chopra comentou certa vez que a física quântica não é mais esquisita do que pensamos; ela é mais esquisita do que podemos pensar. Por mais estranho que possa ser, podemos usar essas teorias para produzir resultados práticos e profundos em todos os aspectos da nossa vida.

Na sopa quântica, o potencial e a possibilidade ilimitados colapsam em uma única possibilidade no momento em que decidimos o que vamos observar. Somos nós que escolhemos a nossa realidade.

Quando meditamos no aqui e no agora, tempo do Universo, ponto do Tao, estamos observando e criando a nossa realidade..

“O Eterno vir-a-ser fluxo sem fim, pertencem a manifestação da essência da vontade.”

Quando a Vontade de Deus se une a nossa vontade, acontece o milagre. Somos liberados do carma, redimido pelo amor de Deus.
“O vidente é pura consciência, mas apesar de puro, parece ver através da mente”

Quando estamos meditação podemos alcançar ou “espelhar” a Consciência Divina - o microcosmo espelha o macrocosmo;  e assim  entrar  em “contato” com o Parâmatman – a Alma suprema do Universo, que tem muitos nomes como: o Espírito Universal ou Supremo, Deus, o Eu supremo, que é um com o Espírito Universal. Self Primordial. Supremo. Consciência Universal.Absoluto. a Unidade. Eu sou tudo aquilo que é. Eu sou o que sou. Paramatman é o aspecto localizado do Absoluto. Refere-se ao caráter onipenetrante da Divindade que se faz presente no coração de tudo o que é vivo e dentro de cada átomo e célula do universo

O texto está na integra no blog abaixo



16 maio, 2013

Sobre a Reconexão e o Mundo em Transformação



Ao recebermos as novas frequências da Reconexão percebemos que, embora as curas físicas aconteçam, e de forma muitas vezes espetacular, a verdadeira finalidade da Cura Reconectiva é curar as almas das pessoas, assim como a da Reconexão é reconectá-las às linhas que transmitem as energias superiores do Universo. É curar as almas para que possamos continuar aqui, neste planeta tão belo que aprendemos a amar tanto. Isso porque, após esta enorme transformação por que a Terra está passando, aquelas pessoas que não tiverem suas almas curadas e reconectadas com as energias divinas que regem o Universo não poderão permanecer ou renascer e se desenvolver junto com os outros que aqui continuarão em virtude da grande mudança nas vibrações do planeta e da humanidade que aqui viverá.

Foi justamente por isso que estas frequências nos foram agora entregues, e não só a Reconexão; outros trabalhos de libertação, como por exemplo, o da Constelação Familiar, estão sendo ensinadas para que, finalmente, sejamos libertados das programações do passado, nosso e dos nossos ancestrais, do medo que vem nos paralisando por milênios, tudo causado pelo sentimento de separação que a humanidade tem, pelo sentimento de ter sido abandonada e deixada só para realizar a sua caminhada de retorno ao lar, que é justamente o retorno à integração com todo o Universo e com Deus. Finalmente estamos percebendo que esta separação é uma ilusão e que somos amados acima de tudo.

A grande transformação já está ocorrendo, e a violência que estamos assistindo é mais uma prova disto: as almas que já perceberam que não vão poder continuar aqui estão revoltadas e se vingam criando esse caos que nos cerca hoje. Mas é uma batalha perdida. O destino grandioso da Mãe Terra juntamente com seus filhos já está em curso e é irreversível.

As profecias estão se realizando, se bem que de maneira bem mais light graças a Deus, mas sem deixar de nos enviar os sinais e confirmações. Agora mesmo, na eleição do novo Papa, pudemos vê-los e ler nos números o que precisávamos saber. Na véspera da eleição, ao fazer uma meditação, ouvi nitidamente: “preste atenção no dia de amanhã”. Como estudo Numerologia há bastante tempo, foi a ela que recorri para tentar entender. E o que vi foi o que muita gente também viu: que o dia era 13, e o ano 2013, portanto temos aqui o número 13 representado duas vezes, e que somando 13/3/2013=13 temos mais uma vez o número 13, desta vez oculto. Esses três trezes representam os 3 mundos, a saber, o mundo superior, o nosso mundo e o mundo inferior. Eles formam um triângulo que promove uma grande transformação, porque o número 13 é o representativo da mudança de consciência, da morte das situações estabelecidas. E não podemos deixar de perceber que o 13 se reduz a 4 (1+3=4) que é o número da Terra, portanto uma mudança que afetará o Planeta também. Para confirmação, ainda por cima a eleição se deu às 7 horas e 6 minutos e 7+6=13 e o Papa tem 76 anos.

A Numerologia nos fala também da renúncia do Papa Bento XVI, que se deu no dia 11/2/2013. O 11, todo mundo se lembra, está diretamente ligado a todas as grandes mudanças por que a humanidade vem passando. Somando a data completa temos o número 19, o Sol, que ilumina tudo, sem deixar nada oculto e que somado dá 10, a “Volta à Casa do Pai”. E não podemos descartar o raio que caiu sobre o Vaticano na própria noite da renúncia, e que indicou a presença da energia da Torre, a carta 16 do Tarô, que significa queda. Mas A Torre também é a Casa de Deus, o que significa que a destruição sempre traz consigo a reconstrução.

Existem ainda profecias que dizem que o Papa seria Negro, o que foi entendido como a cor da pele negra, mas estamos vendo agora que a profecia pode ser uma alusão ao fato do Papa Francisco ser Jesuíta uma vez que, tradicionalmente, o Superior da Companhia de Jesus é chamado de Papa Negro numa alegação à roupa negra que eles usam em contraponto à bata branca dos Papas.

São Malaquias profetizou que o Papa seria francês e ele é argentino. No entanto, o nome Francisco vem do latim “francês”, significa relativo aos franceses. E há também a profecia que diz que o Papa traria a Igreja para o outro lado do mar… Bem, como ele é latino-americano, a influência do lado de cá do mar será grande pela primeira vez na história da Igreja Católica. Não é pouca a influência que está exercendo a transferência da kundalini da Terra dos Himalaias para os Andes…
Acho que temos aqui bastante coisa para pensar sobre este nosso maravilhoso mundo em transformação.
Elizabeth Anastasia R. Serejo
Brasília, 15 de março de 2013
 
Este artigo foi escrito por Revista Terceiro Milênio em 19 de abril de 2013 às 20:37, e está arquivado em Espiritualidade.

Mudando a programação reformulando a vida


Uma das nossas maiores dificuldades é a mudança. Reclamamos quando ela acontece a nossa revelia, sem que participemos; ao mesmo tempo protelamos quando algumas mudanças se tornam necessárias. No entanto, de acordo com Heráclito (500 anos a.C.), a mudança é a única verdade constante. Isto porque tudo está em movimento; nós é que, as vezes nos esquecemos de obedecer a esse movimento que é a própria vida em si. É conhecido o ditado popular que diz: “quando passar um cavalo encilhado em nossa frentedevemos montá-lo”. Talvez outra oportunidade não surja. A principal dificuldade de mudança reside no medo de perdermos o controle e a necessidade de controle reside no próprio medo. O medo governa nossa vida, pois tudo que queremos controlar acaba nos controlando.
A maioria das inovações foi construída pelas heresias, por isso que um poder absoluto corrompe absolutamente. “Vede os bons e justos! Quem eles odeiam mais? Aquele que quebra suas tábuas de valores, o quebrador, o infrator: – mas este é o criador… O criador é aquele a quem odeiam mias: O que quebra tábuas e velhos valores, o quebrador – a ele chamam de infrator. Pois os bons – esses não podem criar: eles são sempre o começo do fim: – Crucificam aquele que escreve novos valores sobre novas tábuas, sacrificam a si o futuro – crucificam todo o futuro do homem…” (Nietzsche – Assim falou Zaratustra).  Este texto claro não deixa dúvida quando a necessidade da mudança para sobrevivência. Nosso próprio corpo modifica totalmente em cada certo tempo, o que pode ser preservado é a consciência, nossa verdadeira identidade.
O primeiro infrator da história foi, de fato, o próprio Deus, pois consta que ele expulsou sua criatura do paraíso. Depois desta infração divina, o homem não parou mais de crescer. A necessidade de vivermos no tempo real, o agora, implica em vermos tudo como novo o tempo todo. A dificuldade de mudança está na falsa necessidade de segurança do que já é conhecido.
Quando nascemos, nos instalam um “programa” que está de acordo com a cultura vigente daqueles que são responsáveis por nós, ou irresponsáveis. Dessa forma, nosso “programa” pode representar as frustrações dos nossos responsáveis ou o abandono deles. Neste último caso, a formação de uma identidade capaz de nos colocar na vida de forma produtiva se complica, porque o resultado do abandono afetivo é o vazio existencial que é preenchido, pela busca de uma identidade marginal. A necessidade de mantermos dentro de um esquema programado, pertencer a algum grupo que nos identifica como “alguém”, é um falso conforto de segurança. Essa necessidade cria conceitos que são repetidos sem reflexão, como por exemplo: “Em time que está ganhando não se mexe”. A questão é quando deixamos de fazer a mudanças que mantém o time atualizado. Precisamos ter sempre a autocrítica de “não estarmos correndo atrás do próprio rabo”. A frustração e nostalgia de perceber um futuro que poderia ter sido e a lembrança de um passado fértil que não volta mais nos levam a emoções tóxicas que reforçam conceitos e medos.
O processo terapêutico que tem como objetivo a formação de uma autoconsciência, que se refere a alguns conhecimentos da dinâmica do inconsciente, nos permitindo uma interação mais profunda conosco, muitas vezes esbarra na falta de vontade de mudar. O processo emperra e a relação terapêutica cai no marasmo. Se o terapeuta procura conscientizar o cliente da estagnação do processo, com certeza ele abandonara a terapia. Os “objetos de amor”, mesmo que prejudiciais, num primeiro momento, não podem ser afastados de uma hora para outra sem ser substituído por outros que a consciência aceitou a troca. Por esse motivo se entende a formação de hábitos prejudiciais, apesar do conhecimento que se tem deles. Por exemplo: Na formação do médico fica claro o efeito prejudicial do cigarro, porém, muitos médicos fumam.
A mudança só ocorre de forma espontânea quando a vontade vem do coração, porque mais importante que a compreensão lógica de um fato é o entendimento emocional que nos leva a ele. Somos viciados em emoções. Repetimos comportamentos e atitudes que nos leva ao conforto emociona, mesmo que essas atitudes não nos sejam benéficas; pelo mesmo motivo deixamos de adotar hábitos saudáveis apenas porque estão fora de nosso “programa” mental. A física quântica analisando o comportamento da matéria e da energia nas dimensões subatômicas descobriu que o comportamento delas, matéria e energia, não obedece aos padrões que nossos sentidos captam e registram em nossa memória, essa constatação nos leva a acreditar que utilizamos bem menos do que somos capazes. Essa percepção limitada também nos impede arriscarmos mudanças.
Na história mais recente da humanidade temos duas épocas marcadas por profundas mudanças: A primeira o Iluminismo, onde as geniais produções artísticas despertou a alma para um senso estético sem paralelos na história. Os grandes mestres produziram obras que marcaram o final da idade média, inundada por sombras de ignorância, embora ainda hoje algumas comunidades se vistam e agem como antigamente. A mudança é algo tão difícil que se passaram mais de mil anos até que foi possível registrar em grandes obras as histórias do Novo Testamento, cuja materialização despertou a grandiosidade das mensagens.
O desenvolvimento da tecnologia, sobretudo a comunicabilidade promovida pelo advento da internet, tem provocado a queda de ditaduras centenárias. Também a queda de impérios econômicos que não conseguiram se atualizar.
No âmbito do comportamento humano o festival de woodstock, três dias de música, paz e amor, onde 450.000 pessoas se reuniram numa fazenda, sem nenhuma estrutura de comida, água e alojamento, todos se ajudando mutuamente,  foi marco transgressor  que deu origem ao movimento dos hippies, a vida despojada, as comunidades de base, dando origem mais tarde as Ongs. Era o despertar espiritual coletivo, o final dos anos dourados e nascimento de uma consciência renovadora em curso ainda que chamamos de nova era.
No aspecto pessoal o que importa é o caminho interno da autodescoberta onde a emoção e razão, em equilíbrio, possam permitir o acesso a intuição que trazendo consigo uma consciência mais abrangente, permite também uma reformulação de valores, onde é possível o humanismo “contamina” todos os papeis que desempenhamos na vida. Para participar da nova era de luz que invade a terra é necessário um encontro interior onde aspectos da mente ainda inexplorados possam ficar a nossa disposição. Lentamente as estruturas de poder arcaico dão lugar a uma convivência e representatividade mais fraterna. Mas não entregarão o controle do poder “de mão beijada”, vão lutar e destruir enquanto puderem, até que a transparência da comunicação colocar um poderoso contra o outro para que eles se anulem. Nesse momento nosso papel deve ser o de cuidar de nós mesmos, a consciência coletiva é construída a partir da consciência individual. A era da tribo acabou.

Este artigo foi escrito por Revista Terceiro Milênio em 8 de junho de 2012 às 13:49, e está arquivado em Especial do Mês.

09 maio, 2013

A ULTIMA ENCARNAÇÃO DE JUDAS ISCARIOTES...


Judas Iscariotes (Comunicação mediúnica, recebida em P. Leopoldo, no dia 19 de abril de1935 por Francisco Cândido Xavier, extraído do livro "Notáveis reportagens com Chico Xavier", Editora IDE - Instituto de Difusão Espírita ) Silêncio augusto cai sobre a Cidade Santa. A antiga capital da Judéia parece dormir o seu sono de muitos séculos. Além, descansa Getsêmani, onde o Divino Mestre chorou numa longa noite de agonia; acolá, está o Gólgota sagrado, e em cada coisa silenciosa há um traço da Paixão que as épocas guardarão para sempre. E, em meio de todo o cenário, como um veio cristalino de lágrimas, passa o Cedron silencioso, como se as suas águas mudas, buscando o Mar Morto, quisessem esconder das vistas dos homens os segredos insondáveis do Nazareno. Foi assim, numa destas noites, que vi Jerusalém, vivendo a sua eternidade de maldições. 
 
Os Espíritos podem vibrar em contato direto com a História. Buscando uma relação mais íntima com a cidade dos profetas, procurava observar o passado vivo dos Lugares Santos. Parece que as mãos iconoclastas de Tito por ali passaram como executoras de um decreto irrevogável. Por toda parte ainda persiste um sopro de destruição e desgraça. 
 
Legiões de duendes, embuçados nas suas vestimentas antigas, percorrem as ruínas sagradas e, no meio das fatalidades que pesam sobre o império morto dos judeus, não ouvem os homens os gemidos da humanidade invisível. Nas margens caladas do Cedron, não longe talvez do lugar sagrado onde o Salvador esteve com os discípulos, divisei um homem sentado sobre uma pedra.  
 
De sua expressão fisionômica irradiava-se cativante simpatia. -Sabe quem é este? -murmurou alguém aos meus ouvidos. -Este é Judas... -Judas? -Sim. Os Espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-se repentinamente transportados aos tempos idos. Então, mergulham o pensamento no passado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro. Judas costuma vir à Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando nos seus atos de antanho... Aquela figura de homem magnetizava-me. Não estou ainda livre da curiosidade do repórter, mas entre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um abismo. 
 
Meu atrevimento, porém, e a santa humildade do seu coração ligaram-se, para que eu o entrevistasse, procurando ouvi-lo: -O senhor é de fato o ex., filho de Iscariotes? -perguntei. -Sim, sou Judas -respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica. -Como o Jeremias, das Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalém arruinada meditando no juízo dos homens transitórios... 
 
-É uma verdade tudo quanto reza o Novo Testamento a respeito da sua personalidade, na tragédia da condenação de Jesus? -Em parte... Os escribas que redigiram os Evangelhos não atenderam às circunstâncias e às tricas políticas que, acima dos meus atos, predominaram na nefanda crucificação. Pôncio Pilatos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuais na questão, tinham ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estado romano, empenhado em satisfazer às aspirações religiosas dos anciãos judeus. Sempre a mesma história. O Sinedrim desejava o reino do Céu, pelejando por Jeová a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essas forças antagônicas, com a sua pureza imaculada. 
 
Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre; porém, o meu excessivo zelo pela doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória com o seu desprendimento das riquezas. Com as suas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder, já que em seu manto de pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade. Planejei, então, uma revolta surda, como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe de Estado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica, como a que fez mais tarde Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que, aliás, apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando,. pois, o Mestre a Caifás, não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos. -E chegou a salvar-se pelo arrependimento? 
 
 -Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma, aos adeptos da doutrina de Jesus e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. ( Em sua Ultima Encarnação como Joana D`Arc, saldou seus debitos com o altissimo e com sua conciência) Vítima da felonia e da traição deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV.  
 
Desde esse dia em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência... -E está hoje meditando nos dias que se foram... -pensei com tristeza.  
 
-Sim... estou recapitulando os fatos como se passaram. E agora, irmimado com Ele, que se acha no seu luminoso Reino das Alturas, que ainda não é deste mundo, sinto nestas estradas o sinal de seus passos divinos. Vejo-o ainda na cruz, entregando a Deus o seu Destino... Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que o abandonaram inteiramente e me vem uma recordação carinhosa das poucas mulheres que o ampararam no doloroso transe. Em todas as homenagens a Ele prestadas, eu sou sempre a figura repugnante do traidor. 
 
Olho complacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra... Sobre o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios de miséria e de infortúnio. Pessoalmente, porém estou saciado de justiça, porque já fui absolvido pela minha consciência, no tribunal dos suplícios redentores.  
 
Quanto ao Divino Mestre -continuou Judas com os seus prantos -, infinita é a sua misericórdia e não só para comigo, porque, se recebi trinta moedas vendendo-o aos seus algozes, há muito séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo, a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões do ouro amoedado... 
 
 -É verdade -concluí -e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-lo. Judas afastou-se, tomando a direção do Santo Sepulcro, e eu, confundido nas sombras invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens pardacentas e tristes, enquanto o Cedron rolava na sua quietude como um lençol de águas mortas, procurando um mar morto.  
 
Humberto de Campos

2057 A ENTRADA EM UM MUNDO DE REGENERAÇÃO

 

No livro Plantão de Respostas, Volume II, Chico Xavier diz: “Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2.057”. 

Percebamos que o ano de 2.057 está dentro dos limites preconizado por Kardec, no Conclusão-I, logo acima. O que nos leva a crer que, quando os princípios espíritas estiverem implantados em todo o planeta, haverá uma revolução cultural em tamanha proporção, que veremos o alvorecer do tão esperado Mundo de Regeneração. 

Conclusão-II: O Mundo de Regeneração terá seu alvorecer por volta de 2.057, ano este dentro dos limites de tempo em que Kardec afirma que o Espiritismo será Crença Comum. 

I - ALLAN KARDEC NOS DIZ QUANDO O ESPIRITISMO SE TORNARÁ CRENÇA COMUM EM TODO O MUNDO TERRENO: 

Muitos de nós ainda não percebemos, mas Kardec já nos informou quando o Espiritismo será implantado na Terra (atenção: isto não quer dizer que todas as demais religiões deixarão de existir. Elas continuarão existindo, mas crendo na reencarnação e em outras leis naturais que são a base do Espiritismo). Na questão 798 d'O Livro dos Espíritos, a qual tem como foco quando haverá a implantação do Espiritismo na Terra, Kardec nos esclarece que "(...) durante duas ou três gerações, ainda haverá um fermento de incredulidade, que unicamente o tempo aniquilará". 

Como a boa lógica nos diz que após um período de incredulidade a única alternativa será um período de credulidade, façamos as contas para esclarecermo-nos sobre quando chegaremos a esse alvissareiro período. Antes, é importante dizer que, mesmo a expectativa de vida na época de Kardec ser bem inferior aos 70 anos, o fato é que as pessoas consideravam esta idade como sendo o tempo de uma geração. Agora, sim, fazendo as contas a partir do ano de edição primeiro livro espírita, 1.857 (O Livro dos Espíritos): 

Conclusão - I: O Espiritismo passará a ser crença comum no período compreendido entre os anos de 1.997 a 2.067. 

II – CHICO XAVIER, NOS INFORMA QUANDO A TERRA SERÁ UM MUNDO DE REGENERAÇÃO: No livro Plantão de Respostas, Volume II, Chico Xavier diz: "Emmanuel afirma que a Terra será um mundo regenerado por volta de 2.057". 

Conclusão - II: O Mundo de Regeneração terá seu alvorecer por volta de 2.057, ano este dentro dos limites de tempo em que Kardec afirma que o Espiritismo será Crença Comum. 

III – BEZERRA DE MENEZES, NOS INFORMA QUANDO O ESPIRITISMO SERÁ IMPLANTADO NA TERRA.

No livro Atitude de Amor, Editora Dufaux, Psicografia de Wanderley Soares de Oliveira, Bezerra de Menezes nos esclarece que para o Espiritismo ser implantado na Terra houve um planejamento na espiritualidade, e que a implantação teve uma delimitação de três períodos distintos de 70 anos. O primeiro período de 70 anos, de 1.857 a 1.927; o segundo período, de 1.928 a 1.997 e o terceiro e último período, de 1.998 a 2.067. Sobre este último período, diz Bezerra de Menezes que é o período das atitudes, isto é, este é o momento de praticarmos o que até agora aprendemos com o Espiritismo. Por exemplo, se temos um belo discurso sobre fraternidade, chegou a hora de sermos fraternos. Como disse Richard Simonetti, "Chegou a hora do conhecimento descer da cabeça para o coração". 

É chegada a hora, por acaso achai que este dia nunca chegaria.... um dia as escrituras se cumpririam e estes dias se fazem presente..Que assim seja.

 Casa Espírita João Evangelista.

JESUS, O GOVERNADOR ESPIRITUAL DO NOSSO PLANETA

Amigos,
A doutrina espírita nos ensina que Jesus é o Governador Espiritual do Planeta Terra.


“Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias. Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos. A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.” (Livro “A Caminho da Luz”. Pelo espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. FEB. Capítulo 1– A Gênese Planetária: A Comunidade dos Espíritos Puros. P. 18. 11 ª ed. 1982.)


“Sim, Ele havia vencido todos os pavores das energias desencadeadas; com as suas legiões de trabalhadores divinos, lançou o escopro da sua misericórdia sobre o bloco de matéria informe, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suas mãos augustas e compassivas. Operou a escultura geológica do orbe terreno, talhando a escola abençoada e grandiosa, na qual o seu coração haveria de expandir-se em amor, claridade e justiça. Com os seus exércitos de trabalhadores devotados, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizando-lhes o equilíbrio futuro na base dos corpos simples de matéria, cuja unidade substancial os espectroscópios terrenos puderam identificar por toda a parte no universo galáxico. Organizou o cenário da vida, criando, sob as vistas de Deus, o indispensável à existência dos seres do porvir. Fez a pressão atmosférica adequada ao homem, antecipando-se ao seu nascimento no mundo, no curso dos milênios; estabeleceu os grandes centros de força da ionosfera e da estratosfera, onde se harmonizam os fenômenos elétricos da existência planetária, e edificou as usinas de ozone a 40 e 60 quilômetros de altitude, para que filtrassem convenientemente os raios solares, manipulando-lhes a composição precisa à manutenção da vida organizada no orbe. Definiu todas as linhas de progresso da humanidade futura, engendrando a harmonia de todas as forças físicas que presidem ao ciclo das atividades planetárias. (Livro “A Caminho da Luz”. Pelo espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. FEB. Capítulo 1– A Gênese Planetária: O Divino Escultor. P. 21. 11 ª ed. 1982.) 


“Jesus transcende, desse modo, os estágios do processo evolutivo na Terra, porquanto Ele já era o Construtor do planeta, quando sequer a vida nele se apresentara”. (Série Psicológica de Joana de Angelis. Livro Desperte e seja feliz. 10 ª ed. Editora LEAL, 1996. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. Capítulo 1 – O homem Jesus. P. 17.)



Diálogo entre os espíritos André Luiz e Hilário com o instrutor Aulus: "Semelhante atitude, porém – acentuou o orientador -, decorre de antiga viciação mental no Planeta. Para maior clareza do assunto, rememoremos a exemplificação do Divino Mestre. Jesus, o Governador Espiritual do Mundo, auxiliou a doentes e aflitos, sem retirá-los das questões fundamentais que lhes diziam respeito". (Coleção ‘A vida no mundo espiritual’. Pelo espírito André Luiz. Livro “Nos Domínios da Mediunidade”. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. FEB. Capítulo 18 – Apontamentos à margem. P. 173. 16 ª ed. 1987.)


“A religião passa, desse modo, a atuar, em sentido direto, no acrisolamento do corpo espiritual para a Vida Maior, através da educação dos hábitos humanos a se depurarem no cadinho dos séculos, preparando a chegada do Cristo, o Governador Espiritual da Terra.” (Coleção ‘A vida no mundo espiritual’. Pelo espírito André Luiz. Livro “Evolução em Dois Mundos”. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. FEB. Capítulo 20 – Corpo Espiritual e religiões. P. 160. 10 ª ed. 1987.)



Abração a todos.
Marcelo Badaró Duarte.

05 abril, 2013

OS DRAGÕES


Entrevista realizada com o médium Wanderley Oliveira, sobre o  livro Os dragões – O diamante no lodo não deixa de ser diamante, pelo espírito Maria Modesto Cravo
Qual é o tema central da obra?
O livro, publicado pela Editora Dufaux, é um romance cujo tema central é a história de Matias, uma alma atormentada que serviu durante séculos à comunidade dos dragões.
A autora espiritual tece um enredo leve e comovente no qual Matias, após o arrependimento, reencarna como médium sob orientação do espiritismo.
A cronologia do romance revela fatos ocorridos no movimento espírita brasileiro entre os anos de 1936 a 1964, período em que ocorreu o clímax de uma ação organizada pelos benfeitores no mundo espiritual para reencarnar milhões de corações que foram libertados de um dos mais tristes locais de maldade na erraticidade: o Vale do Poder.
O tema central do livro nos levará a perceber que, a maioria dos seguidores da mensagem do Evangelho, nos mais diversos segmentos cristãos, guardam algum tipo de laço com os dragões.
Quem são os dragões?
É a mais antiga comunidade da maldade que se organizou socialmente nas regiões chamadas subcrostais ou submundo astral. Segundo o romance, ela existe há 10 mil anos.
Essa comunidade, administrada por inteligências do mal, criou a Cidade do Poder e sua hierarquia é composta pelos “dragões” legionários, justiceiros e conselheiros. São espíritos que fazem o mal intencionalmente.
Os dragões podem reencarnar?
Muitos desses espíritos não conseguirão mais reencarnar na Terra devido à sua condição mental desequilibrada. Não haveria como manter uma gestação em tal nível de vibração. Serão deportados para outros mundos onde reiniciarão o seu progresso.
Contudo, muitos deles, quando tomados pelo arrependimento, reencarnam aqui no planeta e se melhoram.
No livro é abordado um modelo de psicologia usado pelas trevas. Que modelo é este?
Os dragões já utilizam um modelo de psicologia há mais de 300 anos para dominar e explorar.
Esse modelo pode ser compreendido da seguinte forma: imagine três círculos, um dentro do outro. No primeiro círculo de dentro escreva baixa autoestima. No círculo a seguir está a idealização. E no último círculo estão o melindre, o perfeccionismo e a intolerância.
Os dragões sabem que a doença psicológica básica em um planeta como a Terra é a escassez de estima pessoal, como um resultado de milênios no egoísmo. Quem tem baixa autoestima, idealiza a vida, as relações, as metas. Vive uma vida muito imaginária e distante do que é real. E quem idealiza em excesso torna-se muito melindroso, perfeccionista e intolerante.
Claro que, colocando de forma tão sintética, talvez surjam muitas dúvidas, mas o livro tece muitas abordagens sobre o assunto.
Costumo dizer que Os Dragões é um romance de autoconhecimento, porque, na verdade, a autora espiritual faz estudos muito profundos e fáceis de entender sobre o psiquismo humano.
Então, a baixa autoestima é o núcleo deste modelo?
Sim. Sob o enfoque espiritual, essa doença não é apenas o resultado de traumas e limitações sofridas na infância. Além disso, Maria Modesto Cravo explica, no livro, que esse estado psicológico caracteriza a maioria esmagadora dos habitantes terrenos, em maior ou menor escala, conforme os compromissos assumidos por cada criatura em sua consciência.
Qual o ponto de maior fragilidade nos centros espíritas que é explorado pelos dragões?
A convivência.
Os dragões sabem muito bem que não lidamos bem com nosso mundo interior e, consequentemente, projetamos isso nos relacionamentos.
As condutas mais exploradas para gerar conflitos na convivência são: maledicência, culpa, mágoa, rigidez, preconceito, irritação, julgamento, entre outras.
Quais os laços entre a comunidade espírita e os dragões?
A obra nos informa que muitos dragões reencarnaram nas religiões cristãs, e deixa claro que inúmeros regressaram ao solo brasileiro, inclusive, no seio do movimento espírita. Reencarnaram arrependidos e ansiosos pelo recomeço. Retornaram e foram iluminados pelo conhecimento espírita para sua remição consciencial.
Depois deste retorno de multidões ao movimento espírita brasileiro, a comunidade dos dragões passou a uma perseguição implacável aos espíritas, no intuito de inviabilizar as noções sobre como o mal organizado pretende dominar as sociedades e impedir o esclarecimento espiritual dos povos.
Fique à vontade para nos dar uma mensagem final sobre o livro Os Dragões.
Gostaria de reproduzir uma pergunta que fiz à autora espiritual, Maria Modesto Cravo, e a sua resposta repleta de sabedoria:
“Vemos muitas pessoas que não conseguem ler livros cujo conteúdo versa sobre as trevas. Nesse sentido, a senhora teria algo a dizer sobre Os Dragões, o trabalho que terminamos há pouco tempo?”
“Nossa reflexão nesta obra é apenas uma pequena fresta para que o homem, iluminado com o conhecimento espírita, perceba a natureza de nossos desafios e compromissos com as esferas subcrostais.
Falamos menos das trevas de fora que daquelas que trazemos por dentro.
Para quem deseja implantar a luz e o bem, é, no mínimo, uma obrigação conhecer nossos laços com as comunidades dos dragões”.
Dica de leitura:

Os Dragões


R$44,00
R$37,40
Autor: Wanderley Oliveira

Pelo espírito: Maria Modesto Cravo


Páginas: 520

Nesse romance, vamos deparar com um relato leve e comovente sobre as organizações da maldade no submundo astral e quais são os laços que ainda mantemos com esses corações, mesmo quando somos iluminados pelo conhecimento espiritual.