12 novembro, 2010

CHAMAS GÊMEAS

A ORIGEM


Após a criação da Terra, o Sol Hélios e Vesta, atraíram da aura do Grande Sol Central, bilhões de centelhas de espírito. Uma centelha de espírito pode ser definida como uma inteligência primitiva, tendo um corpo causal de cor branca e necessitando apenas do amor de um Lord Solar, nesse caso Hélios e Vesta (sol que nos ilumina), para sua expressão.

Após a chegada na aura do Sol, estas centelhas descansaram por um tempo, para adquirirem as qualidades necessárias. Enquanto isso os amados Deuses Pais, projetavam raios de luz dos seus corações. Estes raios convergiam e formavam Chamas Trinas individuais. O próximo passo foi atrair substância de Luz Universal e vestir individualmente cada uma dessas Chamas Trinas. Estes corpos de Luz são chamados Corpos Eletrônicos.





Quando isso foi realizado, cada centelha espiritual foi transferida por Hélios e Vesta para dentro do coração de um Corpo Eletrônico. Essa ação resulta num Ser de Fogo Branco. Ele é consciente de sua identidade e através da palavra AYAM, encontra uma inteligência viva que respira, investida de vida, oportunidade e livre-arbítrio.

















Agora o Ser de Fogo Branco precisa decidir-se, voluntariamente, se projeta ou não o aspecto dual (Masculino e Feminino) de sua natureza divina. De cada doze,somente um escolhe a aventura da encarnação, os outros preferem fazer suas evoluções na aura do Sol. Os que escolhem seguir em frente, projetam dois raios chamados "raios gêmeos". No final de cada raio está a Chama Trina, em volta da qual é atraída a substância luminosa, formando o Corpo Eletrônico da Presença AYAM. Estas Presenças AYAM ainda não têm corpo causal definido, sendo incolor. Cada uma delas é semelhante ao corpo causal que vemos retratado na parte superior da imagem da Presença, porém em duplicata.

O ovo original tem um padrão único. Trata-se de um padrão eletrônico. É exclusivo para cada par de chamas gêmeas. Existe no espírito. Esta é a imagem divina na qual fomos criados. É a mesma imagem para ambos. Ninguém mais em todo o cosmo pode reivindicar essa unidade conosco porque, espiritualmente, nós só nascemos uma vez.



Assim, todos nós começamos nossa evolução há muito tempo, em eras de ouro, na companhia da pessoa perfeita, nossa Chama Gêmea. Porém, com o tempo, começamos a contrair karma. Descemos às oitavas inferiores e fomos separados da nossa Chama Gêmea. Perdemos a manifestação física do nosso complemento divino no céu e começamos a contrair obrigações para com outras pessoas.


A LEI DO KARMA







É por esta razão que em vidas sucessivas nós casamos com pessoas diferentes. Algumas podem ser almas companheiras, outras, ligações kármicas. E quando tudo corre bem, tomamos o máximo partido dessa situação e partilhamos um amor que serve para cumprirmos uma determinada meta e também para equilibrarmos karma. A lei do karma exige que voltemos à situação onde contraímos essa dívida e cumpramos primeiro as nossas responsabilidades. É sempre essa a nossa primeira obrigação. Isso pode separar-nos da nossa Chama Gêmea durante várias vidas.

E o objetivo é equilibrar esse karma, purificar-nos na senda do Espírito Santo, chegar à reunião com Deus e com a Chama Gêmea, e subir de novo a escada da vida até a Fonte da qual descemos.



Uma alma companheira é alguém com quem nós trabalhamos possivelmente durante muitos séculos na mesma missão e na mesma iniciação dos chakras - em uma senda paralela de desenvolvimento anímico. E embora, possa haver uma grande atração e um laço intenso entre almas companheiras, nós podemos defini-la basicamente, e no sentido mais profundo, mais como uma relação do tipo irmão/irmã - embora as almas companheiras possam fazer ótimos casamentos e uma grande união de corações. Elas têm a sensação de "ser camaradas, peregrinos caminhando juntos na senda, e que o trabalho tem de ser feito em conjunto".

Podem almas companheiras terem estado juntas em várias encarnações, e sentir um laço profundo entre si. Mas se meditarmos realmente a níveis internos, compreenderemos que essa relação não é tão profunda como a que temos com o nosso complemento direto - a Chama Gêmea que já conhecemos como a nossa metade, desde o momento de nossa criação no Grande Sol Central.

Cada um de nós tem somente uma Chama Gêmea. No entanto, podemos ter irmãos e irmãs em vários lugares, com os quais estamos trabalhando. Suponhamos, por exemplo, que nesta vida a nossa escolha e encargo fosse de adquirir mestria na música. Provavelmente nós nos associaríamos a muitos músicos, e poderíamos encontrar alguém com quem pudéssemos partilhar não somente do nosso amor pelo dharma, mas também manter uma verdadeira comunhão anímica nesse comprimento de onda e nesse chakra de um dos sete raios.

A relação entre almas companheiras está ligada com o chakra esplênico. A ligação é de paralelismo e reciprocidade na evolução, mas não na origem.








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