02 fevereiro, 2011

Crianças Médiuns



Enquanto a terra está deixando de ser um planeta de expiação e passando a ser um planeta de evolução, vai havendo em todos os aspectos mudanças paralelas e distribuídas em todos os sentidos. Assim, os novos habitantes da terra já estão nascendo com preparos e dispositivos mentais e orgânicos apropriados para os contatos com espíritos e seres de outros mundos semelhantes à terra.

Crianças nossas que, na verdade são mais amadurecidos quando se fala de espíritos, vêm de berço não com um estigma mediúnico, mas com mediunidade aflorada e trabalhada, de modo que, devido à proximidade com o assunto e as mentes já virem mais preparadas, tratam desse intercâmbio espiritual sem sofismas nem reservas.


O mundo se encaminha para as coisas do espírito, pois já não dá mais tempo para incertezas. O Planeta já perdeu tempo demais com delongas inflamadas às custas
de dicotomias infames e simplórias e às custas de ideologias supressivas e avassaladoras, agora termina essa fase de agruras e passamos a ver o mundo espiritual como realidade através dessas pessoas que vêm para cá com a mente convicta na pluralidade dos mundos.


Famílias de conhecimento singelo sobre a espiritualidade, ou até mesmo sem conhecimento nenhum, terão maior incidência de acontecimentos dessa natureza, pois ao mesmo tempo que serão compelidos ao rumo desses temas, terão dentro de seus lares a resposta para a bruteza espiritual de outrora.


Aqueles que já estão vivendo essas experiências em suas casas, não devem em hipótese alguma mistificar os acontecimentos, mas de outro lado não podem aniquilar
a mente mediúnica da criança, uma vez que são desígnios naturais e devem ser respeitados e tratados com normalidade. De frente com esses casos, não atropelem a educação deste ente e nem façam apelações infantis, como é comum com esse tipo de coisa.


Gestos superficiais e conceitos de inteligência barata e artificial minam esses acontecimentos, conquanto não se despegam das coisas materiais e banais, certas famílias tratam como loucos esses filhos ou deturpam de generalizações a mediunidade da criança, dando a entender que são amigos imaginários os espíritos vistos pelo menor.

É fácil distinguir uma coisa da outra e a família, indelevelmente, terá as provas dessa missiva espiritual, pois laborações diárias se apresentarão constantemente para deflagrar a mediunidade dessa pessoa e seus fins.

Ler muito e atentar para o juízo de reflexão, são a s formas que auxiliarão os casais e famílias envolvidas na questão a viverem essas experiências que, em menos de dez anos, serão uma proporção de quarenta por cento dos nascidos.
Postar um comentário